Cerveja Blue Moon Belgian White – Beercast 95

Por | 4 de março de 2015
Cerveja Blue Moon Belgian White – Beercast 95

Cerveja Blue Moon Belgian White – Beercast 95

Hoje vamos falar de uma cerveja que chamou a atenção por desbancar a Bud Light como a Cerveja Favorita nos Estados Unidos em 2013.

Também vamos entender um pouco mais sobre esse processo de ARTEZANALIZAÇÃO das cervejas Americanas.

Confira o que achamos desta cerveja e aprecie com moderação.

Cerveja Blue Moon Belgian White

Cervejaria: Blue Moon Brewing Co.
Estilo: Witbier
Álcool (%): 5.4% ABV
Temperatura: 5-7 °C
Copo Ideal: Weizen/ Tumbler
Preço Varejo: R$21,90 (355 ml)

botao-comprar-cerveja (utilize o cupom: BEERCAST para 15% de desconto!)

Links comentados durante o episódio:

Confira a nota dos Beerquesteiros para a Cerveja do episódio:

Links comentados BeerNews e leitura de e-mails:

BeerGifts

Download

Trilha Sonora

  • Grease SoundTrack – Blue Moon
  • Grease SoundTrack – Grease
  • Grease SoundTrack – Summer Nights
  • Grease SoundTrack – Hopelessly Devoted to You
  • Grease SoundTrack – You’re the One That I Want
  • Grease SoundTrack – Sandy
  • Grease SoundTrack – Beauty School Dropout
  • Grease SoundTrack – Look at Me, I’m Sandra Dee
  • Grease SoundTrack – Greased Lightnin’
  • Grease SoundTrack – It’s Raining on Prom Night
  • Grease SoundTrack – Alone at a Drive-In Movie [Instrumental]
  • Grease SoundTrack – Rock & Roll Is Here to Stay
  • Grease SoundTrack – Those Magic Changes
  • Grease SoundTrack – Hound Dog
  • Grease SoundTrack – Born to Hand Jive
  • Grease SoundTrack – Tears on My Pillow
  • Grease SoundTrack – Mooning
  • Grease SoundTrack – Rock & Roll Party Queen
  • Grease SoundTrack – We Go Together

Acompanhe e entre em contato com o Beercast:

Clique no play no inicio da página e escute nosso episódio. (52:47 de duração)

Avalie abaixo quantas tampinhas esta cerveja merece.

27 comentários para “Cerveja Blue Moon Belgian White – Beercast 95

  1. Rafael

    Fala Galera,

    Curti bastante o Podcast de vcs, bem explicativo e com vários pontos históricos.
    O que me impressionou mais foi quando um dos caras do grupo disse que “O cara que escrever um blog nos EUA sobre micro cervejarias vai ter muito lugar pra visitar”
    Eu me enquadro perfeitamente. Comecei a escrever um blog sobre cervejas e desde então tenho visitado algumas micro cervejarias. Deem um olhada lá welivewebeerwedie.com

    A Blueemoon, já é uma cerveja “mainstream” por aqui, eu vejo como uma porta de entrada para experimentar as cervejas especiais ou artesanais, foi o meu caso.

    Moro no Norte da Califórnia, na região de São Francisco. Tenho muitas milhas pra rodar atrás de cervejarias, mas só na região que moro tem umas 20.

    Abraço e sucesso pra vocês

    Responder
    1. Ricardo Shimoishi

      Fala Rafael!

      Obrigado pelos elogios. Que beleza de vida, heim?!

      A gente sempre tenta fazer o melhor possível. Eu curti fazer esse episódio da Blue Moon porque gosto bastante da história das cervejas americanas.
      O cara que “previu” a existência de um cara como vc, foi o Gustavo.
      Show de bola o seu site. Vc realmente mora numa região muito rica em cervejarias. Como costumamos dizer, é umas das “Disneylandias” da Cerveja.

      Forte Abraço!

      Rica

      Responder
  2. Leandro Siman

    Pessoal, estou atrasado eu sei, porém hj eh meu Níver de 42a e me autopresenteei com a Degustação da Blue Moon a 16,90r$ no Mercadão Municipal( Empório Sta. Therezinha – Rua H – Box 10) que jah Vale a Visita, ainda de quebra dps fui cometlr um lanchão de Mortadela pra Comemorar com minha mana no mezanino.

    PS: Sugestão de Pauta, visitar + Bares e Empórios e dar as Especialidades da Casa, pois por exemplo, curti muito o Programa do Armazém 77.

    Abracos

    Responder
      1. Leandro Siman

        Boa tarde Anselmo,

        Desculpe a demora…hehe

        Bebemorei com a Eggenberg Nessie tbm!! Muito boa tbm.

        Abraços,

        Responder
  3. Diogo Silveira

    Falae galera! Parabéns por mais um excelente episódio!! 🙂

    Po Rica, não acho que a característica principal da recente escola americana seja a variedade dos ingredientes. Compartilho da opinião do Daniel. Acredito que a diferença principal da escola americana é o destaque ao lúpulo. Penso em algumas razões disso ter acontecido. Uma que a escola inglesa, a maior influência da americana, já valorizava mais o lúpulo que as demais escolas europeias. Outra que os americanos possuíam variedades próprias com características únicas. Portanto é mais que esperado que eles fossem valorizar aquilo que os diferenciasse dos demais rsrs. No fim deu muito certo, conseguiram criar estilos únicos e hoje as americans IPAs estão sempre as preferidas da galera.

    Responder
    1. Ricardo Shimoishi

      Fala Diogo!

      Tem razão quanto à variedade de ingredientes não ser da escola americana. Como bem comentou nosso Amigo Renato Martins no episódio, isso, os belgas já faziam.
      No entanto, apesar de evidente a valorização dos lúpulos, ainda mais dos aromáticos lúpulos americanos, tb não é essa a principal característica da escola dos nossos irmãos da América do Norte.
      A principal da escola, como bem ressaltou o Luquita e o Daniel Córdova, parecer o exagero: Muito lúpulo, mas tb muito malte, muita maturação, muito sabor, muito aroma…

      Bom… Pelo menos eu acho… hahaha…

      Abração!

      Responder
  4. Philip Adler

    Fala galera do Beercast!

    Apesar de vocês me acompanharem desde o final de janeiro, é a primeira vez que escrevo.
    Adorei realmente o papo descontraído e as ótimas informações sobre as amadas brejas.
    Sou praticamente como o gustamo do começo do programa ( porém com mais tolerância ao amargor haha),
    venho aprendendo muito com vocês e melhorando cada vez mais minha experiência cervejeira. Graças a vocês
    descobri que gastava muito mais que o necessário, como sou de Sorocaba, as grandes redes não são abastecidas com muitas opções e recorria a shoppings e pagava muito por isso, mas felizmente isso é passado pois me informei e fui literalmente a caça e encontrei lugares ótimos.
    Já sobre o episódio, apesar de gostar muito das Wit vou esperar um pouco para provar, uma vez que o amargor do preço não combina com o produto entregue haha.

    Abraços a todos! e estarei sempre por aqui.

    Responder
    1. Renato Martins Autor

      Legal que tenha nos acompanhado Philip!

      Você já foi conhecer o bar da Burgman??? Estou devendo uma visita, quem foi disse que bebeu um excelente chope!

      Abração e até o próximo episódio.

      Responder
      1. Philip Adler

        Com certeza!!! Ele fica ao lado da minha ex- faculdade haha
        Recomendo fortemente, ótimo ambiente e o chope é maravilhoso! Quando for
        fazer uma visita, não deixe de avisar.

        Abraços!

        Responder
  5. Vinicius Rodrigues

    Pô… Não tomei a cerveja ainda justamente pq ela chegou muito badalada e logo começaram a aparecer comentários ruins sobre ela. Provavelmente expectativa foi lá no alto e não era tudo isso, embora, pelo que vocês disseram, não seja ruim.

    Cacá um show no sorteio… Foi-se o tempo que eu ganhava alguma coisa nesse site haha
    Reservar pro sorteio do A Pint with the Queen, certeza que vai ser lindo, Rafa não falha quando o negócio é evento de cerveja. Nem quando é sorteio pra evento de cerveja rs

    Abraço galera, parabéns pelo trabalho.

    Responder
  6. Flávio Yokooji

    Opa! Fala aí pessoal do Beercast, beleza?
    Não apareci por aqui semana passada. Ainda não experimentei a Blue Moon pelo preço.
    Quanto a questão das “escolas cervejeiras”. Tem muita gente que diz que só existem as “escolas” alemã e inglesa. Não consideram nem a belga. A alegação é que os belgas e os americanos não mudaram nenhuma técnica cervejeira, apenas trazem experimentação. Não sei se concordo com essa visão, mas é uma discussão que se tem. Em vez de discutir isso, eu prefiro beber! Rs.

    Responder
    1. Ricardo Shimoishi

      Fala Flávio.

      Ta aí uma boa discussão, heim?!
      Não considerar a Americana como Escola, ainda dá pra imaginar. Mas eu nunca tinha pensado que Escola Belga poderia não existir. Mas aí é maldade, né?!
      A Escola Belga trouxe tantos sabores e aromas diferentes, que não dá para falar que eles fazem mais do mesmo. A questão que discutíamos dos ingredientes diferentes, como o Renato colocou, é coisa de belga, não é?
      Putz. Fiquei confuso.
      Bora beber uma! 😀

      Abs!!!

      Responder
      1. Flávio Yokooji

        Pois é… os belgas ainda trouxeram as lambics (até onde eu sei). Só por isso, no meu ponto de vista, poderia ser considerada como “escola”.

        Responder
  7. Luquita da Galera

    Fala pessoal, ótimo programa e muito informativo desta vez.

    Pra agregar ao assunto, foi ai a Bud que trouxe e popularizou a Lager com arroz e posteriormente o mercado adotou o milho também, então temos a quem agradecer rs.

    Sobre o nome de estilo, naquela época ainda era comum se diferenciar Beer de Ale, onde o primeiro popularizou com o estilo Lager, eqto Ale era uma cerveja mais complexa.

    É um engano dizer que a escola americana é marcada pelo lúpulo americano, pois este já era utilizado nas cervejas desde o século anterior pois houve uma época que o lúpulo entrou em falta no mercado Europeu e foi o americano que supriu a demanda. Desta forma o lúpulo americano já era popular bem antes em cervejas inglesas mas acredito que a característica principal da escola é o exagero em seus estilos.

    Cervejarias que algum dia já foram “artesanais” ou Craft mas que passaram da litragem para se enquadrar assim ou foram compradas são conhecidas como Crafty, algo como Craft + Industry.

    Bom no demais nada a declarar, valeu galera!

    Responder
    1. Luquita da Galera

      Esqueci de comentar sobre a Bluemoon, eu tomei e achei ela bem fraca, sem graça.

      Porém isso é comparada a outras Wit que temos no mercado e que desanima ainda mais se for ver pelo valor da BM aqui no Brasil.

      Mas faz sentido lá nos EUA cair no gosto da galera, se eu pagar uns R$2 no máximo vou passar a tomar só ela!

      Responder
      1. Ricardo Shimoishi

        É mesmo.
        Seria um sonho beber essa cerveja por R$2. Mas acho que só rola se eles vierem aqui fabricar. Mandando as cervejas de lá, acredito, é mais difícil baratear os custos.
        E, se assim fosse (a R$2) tb não sairia da porta da minha geladeira. Com certeza!

        Abração!

        Responder
    2. Ricardo Shimoishi

      Obrigado por complementar as informações, Luquita.

      Tem razão, o Daniel Córdova tb lembrou disso: A escola americana deve ser definida mais pelos extremos do que pelo uso dos ingredientes diferentes.

      De qualquer forma, fez Escola.

      Valeu!!

      Responder
  8. Fabrizio Guzzon

    Salve galera!
    Ótimo programa a trilha sonora foi fantástica…. até passei brilhantina no cabelo e coloquei minha jaqueta de couro.

    Provei a Blue Moon quando estava nos EUA, achei as notas de laranja muito evidentes, talvez até demais… mas isso torna essa breja MUITO fácil de beber… para acompanhar um jantar não me agradou… mas para beber na calçada comendo porções é uma ótima pedida.

    E a artezanalizanalizanalização da cervejas é um caminho que a industria vai seguir… e precisa para se manter dentro do que os públicos querem… e vamos lá… a Devassa não cag*# tanto assim… as premiuns são boas, o que quebra as pernas é o monte de coisa que eles penduram na marca… rsrsrs

    E o Pint with the Queen deste ano esta me chamando… vou dar um jeiro de ir nesse evento…
    Abç
    Guzzon

    Responder
    1. Ricardo Shimoishi

      hahaha… Eu tb fiquei com vontade de vestir meu casaco dos Thunderbirds e arrumar um das Pink Ladies pra minha esposa.
      Muito boa a trilha sonora do Greese mesmo!
      E ainda que a Blue Moon não seja espetacular é um privilégio beber uma cerveja dessas a menos de USD 2,00.
      Espero que, de fato, estejamos caminhando para isso.
      Desculpe. Não quis ofender a Devassa. Mas é que os estilos das cervejas da marca não a favorece. Bebendo Eisenbahn ou Baden Baden é difícil de dizer que a Devassa, um dia, foi artesanal.
      E a gente se vê bebendo com a Rainha, então!

      Forte Abraço!

      Responder
  9. Daniel Córdova

    Fala pessoal!
    Muito legal o programa e os neologismos apresentados hehehe
    O Anselmo come maçã turma da mônica mas pega no pé de quem come queijo com mel, agora fiquei confuso hahaha

    Então, estou há tempos querendo experimentar essa cerveja e já encontrei em alguns empórios ou na própria Cerveja Store pra vender, mas também achei muito caro e estou esperando alguma promoção boa pra garantir a minha.

    E o bilionário da cerveja artesanal americana é o dono da Samuel Adams (preguiça de procurar o nome dele no Google).

    Sobre a relação dos americanos com a cerveja, os imigrantes ingleses estavam na sua viagem para os EUA e acabou a cerveja quando estavam chegando. Era pra terem seguido mais pro sul originalmente, mas acabaram desembarcando na região da Nova Inglaterra (onde tem os New England Patriots) pra fazer mais cerveja e ficaram por lá mesmo. Aliás, é aí que já começa a escola americana, pois não tinha malte no novo mundo, pelo menos não muito logo que chegaram. Tiveram que se virar com abóboras, arroz, milho e tudo mais que desse pra fermentar e temperar a cerveja.
    Eu acho que o que mais define a escola americana atualmente é a necessidade que eles tem por extremos. Sempre muito malte, álcool, mas principalmente muito lúpulo.
    Sobre usarem ingredientes diferentes, a escola belga também faz isso muito bem, como foi falado no programa. Um diferencial dos belgas, no entanto, é a grande contribuição da levedura no aroma e sabor final da cerveja, muito mais que nas outras escolas.
    Li um texto certa vez sobre a criação da escola brasileira e uma das sugestões dadas era que talvez devêssemos nos inspirar nos belgas e focar nossas cervejas na exploração das leveduras. Achei interessante o ponto de vista, mas acho que aliado a isso temos muita variedade de frutas, grãos e ingredientes locais que já estão sendo bem explorados (Colorado e Amazon são exemplos) e que poderiam talvez um dia definir realmente a escola brasileira.

    Caso eu tenha dado alguma garrafada nesse texto gigante podem me corrigir, por favor!
    E essa semana não teve leitura de emails, mas foi compensada pelo carisma da Cacá no sorteio =)
    Abraço!

    Responder
    1. Ricardo Shimoishi

      Aê, Daniel.

      Pois é. A história da cerveja americana é muito mais complexa do que o simples resumo do que eu fiz. Mas o tempo é curto e não dá pra falar de todos os detalhes. Vc tem razão com relação à necessidade de arrumar novos insumos para a Cerveja deles. Mas o ingrediente principal, ao meu ver, foi a lei seca, que mudou os rumos da indústria.
      Acho difícil a gente ter uma escola brasileira. É preciso reinventar o processo. É claro que não impossível, mas é bem complicado.
      Obrigado por falar do Carisma da Kaká, vou falar prá ela!

      Abração!!

      Responder
  10. Thallis Machado

    Fala galera! Muito bom o episódio, adoro quando o episodio fica assim mais longo.
    Bem, sobre a historia da cerveja nos EUA o Ricardo mandou muito bem, mas eu faria uma pequena observação: a cerveja nos EUA antes da lei seca era quase totalmente baseada ma escola alemã, as ales inglesas não pegaram muito bem no clima mais quente dos EUA da época, além da vontade americana de se distanciar da inglaterra. Nessas circunstâncias os imigrantes alemães com suas lagers caíram como uma luva! Um exemplo disso é que se vc procurar no BJCP existe um estilo chamado clássico american pilsen, uma pilsiner, que diziam, ser até melhor que as alemãs.
    Bem, espero não ter sido muito complicado, flw galera!

    Responder
    1. Ricardo Shimoishi

      Bom dia Thallis!

      Obrigado. Muito enriquecedor seus comentários!
      Devia existir sim uma pequena rixa com os colonizadores. Tem razão.
      E muito legal que vc tenha feito o comentário às 1:00 da manhã…
      O episódio saiu, vc ouviu e comentou. O mais rápido do velho Oeste. Ou NOVO Oeste, né?!
      kkkkkk…

      Abs!

      Responder
      1. Thallis Machado

        Eu chego em casa depois da meia noite, então já chego baixo e escuto, e no caso desse comentario eu ainda nem tinha terminado de ouvir HAHAHAHA. A culpa não é minha, é de vcs que postam logo na meia noite! HAHAHAHAHA

        Responder

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

*