Estilo Brettanomyces – Beercast #302

By | 6 de março de 2019
Mercado Cervejeiro na Argentina – Beercast #299

Estilo Brettanomyces – Beercast #302

Cobertor de cavalo, suor, celeiro… teria coragem de provar uma cerveja com esses aromas? Hoje vamos falar sobre a diferente Brettanomyces, ou “Bretta”, para os íntimos.

Confira como foi esse bate-papo.

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6 thoughts on “Estilo Brettanomyces – Beercast #302

  1. Daniel Córdova

    Fala, pessoal!

    Fui atrás da informação do brett na duchesse e achei um comentário aqui mesmo no site, no episódio 138 onde vocês provaram ela e um cara da importadora veio nos comentários dizer que ela não leva brett.

    Não sabia, achei curioso. O que não significa que outras red flanders não tenham brettanomyces. A Rodenbach certamente deve ter.
    Até porque o fabricante de leveduras Wyeast possui um blend para fazer flanders chamado Roeselare Blend que contém Saccharomyces cerevisiae, Brettanomyces, Lactobacillus e Pediococcus segundo eles próprios. Roeselare é a cidade na Bélgica aonde fica a Rodenbach e os microorganismos do blend remetem a essa cerveja.

    Ah e tem um tipo de brett, o brettanomyces clausenii que geralmente não produz as notas de cavalo e celeiro. Ela é mais puxada para o frutado e gera aromas de abacaxi e pêssego.

    Ter brettanomyces numa cerveja não significa que a cerveja será ácida. Ele pode sim gerar ácido acético, mas precisa necessariamente ter álcool e oxigênio na solução. O que significa que a cerveja oxidou no envase ou passou por um processo de envelhecimento, seja em barril ou outro fermentador que permita a entrada de oxigênio (como as bombonas plásticas dos cervejeiros caseiros). Além do fator temperatura, que também influencia.

    Valeu

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    1. Fabrizio Guzzon

      Grande Daniel,

      Era esse comentário que eu lembrava… só não lembrava que ele era um cara da importadora, mas lembro que era alguem que tinha conhecimento do tema, então gravei bem essa informação… rsrsrs

      E uma breja com Bretta bem intensa que provei foi a Wild Ale da Straffe Hendrik… demorei um tempo pra terminar a garrafa…. é boa, mas muito intensa.

      Abç
      Guzzon

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    2. Anselmo Mendo

      Eu também não lembrava mais, Daniel. Só recentemente que percebi que as Brett podem produzir uma variedade grande de aromas e sabores. Antes a visão estava sempre focada na Orval. Obrigado pelo complemento, ainda tem muita coisa pra falar sobre o tema. E estou esperando pra provar a sua versão da Duchesse, hein? Pode ser da Rodenbach também :D. Abração!

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  2. Leandro Siman

    Bom dia, boa tarde, boa noite galera,

    Ouvi o Episódio e gostei muito…A Galera tem que ficar + esperta e não confundir, Bretta com Brut..rsss

    Quanto a Duchesse, por incrível que pareça não curtia antes do meu Mestre Bleed(convidem ele) me fazer Apaixonar por essa Red Flanders Excepcional com Notas Viníficas e Acéticas e olha que nem sou tão fã de vinho que não entendo nada, nem de beber…
    Quanto a Questão da Bretta na Duchesse, creio que seja devido ao Envelhecimento em Barril de Carvalho, ou seja, realmente não é adicionada, mas refermenta no barril.

    Abraços a todos,

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    1. Anselmo Mendo

      E aí Leandro! A Duchesse é uma cerveja muito complexa e divisora de águas pra quem tá iniciando. Gostaria que alguma cervejaria conseguisse fazer uma boa cópia dela aqui no Brasil. Nunca provei uma a altura. Abração e obrigado por escrever.

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