Um papo com Bruna Garcia – Beercast #267

By | 4 de julho de 2018
Um papo com Bruna Garcia – Beercast #267

Um papo com Bruna Garcia – Beercast #267

Para o episódio de hoje, Bruna Garcia trouxe alguns detalhes de como funciona um programa de cervejeiros caseiros na TV e todo seu amor pela profissão.

Confira como foi esse bate-papo.

Comentados durante o episódio:

BeerGifts

Trilha Sonora

  • Martinho da Vila – Canta, canta minha gente
  • Martinho da Vila – Aquarela Brasileira
  • Martinho da Vila – Ex-amor
  • Martinho da Vila – Samba do Trabalhador
  • Martinho da Vila – Disritmia
  • Martinho da Vila – Nao Chora Meu Amor
  • Martinho da Vila – Na aba
  • Martinho da Vila – Quem Pode, Pode [Martinho Da Vila]
  • Martinho da Vila – Calango Longo
  • Casuarina – Certidão
  • Casuarina – Me faz um dengo
  • Casuarina – Jornal Da Morte – com Roberto Silva
  • Casuarina – 400 Anos De Favela
  • Casuarina – Eu Já Pedi – Sandália Amarela
  • Casuarina – Disritmia

Acompanhe e entre em contato com o Beercast:

Clique no play no inicio da página e escute nosso episódio. (44:17 de duração)

7 thoughts on “Um papo com Bruna Garcia – Beercast #267

  1. André Frank

    Fala Pessoal!

    Mais um ótimo papo, divertido e interessante. Agora é programar o próximo, depois de cair a restrição para sabermos mais sobre os bastidores do concurso.

    Sobre o novo estilo anunciado pelo Daniel, acho que a polêmica está pré-encerrada uma vez que o BJCP considerou como estilo. Ao mesmo tempo temos o bairrismo e não sei se teremos as cervejarias de outras praças denominando “corretamente”. Talvez, daqui a pouco tenhamos a denominação de origem garantida e controlada (DOCG) nas cervejas, como temos nos vinhos…

    O nome, a história e as justificativas dão a entender que é um estilo local e ponto.

    Sobre a questão do sommelier, esse cara custa caro, imagino eu. Não são muitos os restaurantes que tem sommeliers que vem à mesa conversar, explicar e auxiliar na escolha. A minha melhor experiência com isso foi em Lyon e ficamos maravilhados. Ele “perdeu” uns 20 minutos conversando conosco até encontrar o vinho mais indicado para nós, tentando entender inclusive se queríamos gastar 100 ou 3.000 euros. Seria bom saber se realmente esse cara custa caro ou se é só impressão dos clientes.

    abs

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    1. Daniel Córdova

      Concordo, André.

      Tem muita cervejaria que não vai dar o braço a torcer e vai chamar de berliner com fruta, etc. Até aí não tem muito o que fazer. Mas na hora de mandar pra concurso não vai ter pra onde fugir, porque se mandar em outras categorias estará desclassificado.

      Tudo bem, por enquanto serve muito mais pros caseiros, porque BJCP não é tanto usado pra concursos de industriais, mas aumentam as chances de logo aparecer o estilo no BA também e aí já era.

      Abraço

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    2. Anselmo Mendo

      Valeu, André. O BJCP antes de tudo tem uma avaliação técnica sobre o estilo, então, por esse aspecto, é incontestável. Todo o resto é dor de cotovelo.
      Denominação de origem garantida e controlada imagino que é algo que quase ninguém quer nas cervejas (só os trapistas). E o intuito dos Guias é justamente que todos possam catalogar suas cervejas por todo mundo organizadamente.
      O que falamos no programa tem mais a ver com treinamento de brigada e não exatamente com um sommelier de plantão. O dono de bar contrata e aparentemente não treina ninguém.
      A Bruna, espero, deve voltar em breve com novidades no programa, André.
      Abraço.

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  2. Daniel Córdova

    Fala pessoal!

    O programa foi bem legal e vou aproveitar pra responder um comentário: Não to participando do concurso da Eisenbahn por questões pessoais.

    Sobre Catharina Sour ser estilo ou não, acho que é o maior dos cúmulos não apoiar o movimento por conta do nome fazer alusão ao estado. Poxa, se for pra não apoiar cerveja pelo nome então que não se faça mais pilsen, NEIPA e mais uma porção de outros.

    De qualquer forma considero a discussão encerrada. BJCP acabou de anunciar 4 estilos provisórios do guia 2015 enquanto não sai o guia novo e entre eles está a Catharina Sour!!!

    Abraço!

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    1. Anselmo Mendo

      Valeu Córdova,
      Parabéns a Catharina Sour. Imagino eu que todo julgamento do BJCP é técnico. Não uma questão de “acho” ou não “que isso é estilo” ou lobbys políticos. Então, quase tudo se resume mesmo a dor de cotovelo, que parece ser uma característica bem brasileira. É a ideia do “fico sempre mais feliz destruindo”.

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  3. Fabrizio Guzzon

    Salve Galera!

    Eu adorei gravar este programa. A Bruna é uma pessoa fantástica, desde que conheci ela a um bom tempo atrás sempre vejo ela muito envolvida no universo cervejeiro, sempre atuante.

    A dinamica do programa ficou bem legal e vale montar uma pauta para um proximo.

    Abç
    Guzzon

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