Cervejas Le Baladin de Teo Musso – Beercast #145

By | 17 de Fevereiro de 2016
Cerveja Le Baladin de Teo Musso – Beercast #145

Cerveja Le Baladin de Teo Musso – Beercast #145

Para o episódio de hoje, Anselmo Mendo trouxe a cerveja Le Baladin Nazionale para degustarmos em nossa mesa.

Confira como foi esse bate-papo.

Cerveja Le Baladin Nazionale

Cervejaria: Le Baladin
Estilo: Belgian Blond Ale
Álcool (%): 4.5% ABV
Temperatura: 5-7 °C
Copo Ideal: Tulipa

Confira a nota dos Beerquesteiros para a Cerveja:

Comentados durante o episódio:

BeerGifts

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Trilha Sonora

  • Adriano Celentano – Azzurro
  • Antonello Venditti – Benvenuti in paradiso
  • Caterina Caselli – Perdono
  • Cochi & Renato – La canzone intelligente
  • Eugenio Finardi – Extraterrestre
  • Francesco De Gregori – Buonanotte Fiorellino
  • Franco Battiato – Sentimiento Nuevo
  • Gino Paoli – Sapore di sale
  • Julio Iglesias – Se mi lasci non vale
  • Patty Pravo – La Bambola
  • Rita Pavone – Datemi Un Martello
  • Roberto Vecchioni – Luci a San Siro

Acompanhe e entre em contato com o Beercast:

Clique no play no inicio da página e escute nosso episódio. (39:47 de duração)
Avalie abaixo quantas tampinhas esta cerveja merece.

11 thoughts on “Cervejas Le Baladin de Teo Musso – Beercast #145

  1. Fabrizio Guzzon

    Salve Galera!

    Ótimo programa! Já provei algumas cervejas italianas e você percebe que o mercado deles esta vivendo um momento semelhante ao nosso.

    Existem vários lançamentos, mas por vez ou outra encontramos um rótulo mediano… fico imaginando se esta proporção não é ainda maior de rótulos e rótulos mediados por lá. Mais ou menos como é aqui no Brasil.

    E essa linha que o Anselmo comentou de cervejas envelhecidas é algo que me atiça a curiosidade e faz meu bolso soluçar de medo…. rsrsrs

    Abç
    Guzzon

    Reply
  2. Sérgio Sodré dos Santos

    Olá, acabei de conhecer o beercast, e já estou adorando. Sobre as cervejas italianas, acho que tem muita importância sim, pois tem até um item de estilos no BJCP 2015 ( X3. Italian Grape Ale), o que me deixa triste de não ter uma sessão de estilos brasileiros como tem Argentinos e Italianos, será mais um gol da Itália?

    Abraços!!!

    Reply
    1. Ricardo Shimoishi

      Fala Sérgio!

      Obrigado pelo elogio. De fato, a gente fica discutindo se existe uma “Escola Brasileira de Cerveja” e a resposta clara do BJCP : não.
      Tb fiquei chocado ao ver que existe estilos de cerveja argentinos no BJCP 2015.
      Pô! Já não bastava ter um Papa Argentino?
      2 gols da Argentina, 1 da Itáila e o Brasil fica na saudade por enquanto…
      kkkkkkk

      Forte Abraço!

      Reply
  3. Luquita

    Fala galera, un bono programa… Rs

    O Guzzon que vai dar a aula de pronúncia desta vez rs, já que o Gustavo tava morto nesse programa, até achei em certo momento que ele tinha saído mas só dormiu pelo visto.

    Bem interessante a história e vem com um belo texto, que não li ainda, acompanhado.

    Essa breja já tomei, dei 3,5 pra ela pq não achei que tivesse na proposta mas é uma bela cerveja, pena ser caro por aqui.

    No livro “Atlas Mundial da Cerveja” tem um bom destaque pra Itália, apostas fortes para as cervejas de lá e justamente por causa do vinho pois os caras estão se especializando em maturação.

    Talvez a região que o Anselmo foi não era tão ligada a cerveja mas no livro já diz que e tem locais onde ela já chega frente a frente com o vinho.

    Já que o Téo Musso curte Punk ele deve ouvir essa versão da Azzurro:
    http://www.dailymotion.com/video/x36g2rp

    Bom é isso, só um rápido oi!

    Abraços.

    Reply
    1. Anselmo Mendo

      Luquita! Acho que o norte da Itália tem mais proximidade com a cerveja e a produção de insumos (nem sabia que eles cultivavam lúpulo). Conheci Roma e Florença e só durante uma semana, não dá pra fazer julgamentos, mas a impressão é que em todo lugar servem vinho e nem em todos tem cerveja. Mas é só impressão. O legal do punk em italiano, e acho que tudo mais que eles fazem versão (faroeste, rock…), é que fica com o maior jeitão de galhofa. Acho que italiano é zoeiro por natureza.

      Reply
    2. Anselmo Mendo

      E verdade, as cervejas deles são muito caras por aqui. Mas gostaria mesmo de experimentar essa linha Xyauyù, que pelo que entendi tem técnicas de inovação pra criar a tal cerveja “com alma de vinho”.

      Reply
  4. Daniel Córdova

    Ciao gente!

    Ótimo programa, muito informativo e complementa o post de ontem do Anselmo. Só falta o Guzzon na 6a postar uma cerveja italiana pra ficar caracterizada oficialmente a “Semana da Cerveja Italiana Beercast”.

    Como falei lá no post de ontem, provei a Wayan da Baladin e achei sensacional. Quero muito provar as outras deles, mas o preço machuca um pouco.

    Em uma das minhas primeiras aventuras fazendo hambúrguer caseiro, misturei um pouco de pepperoni na carne e ficou bem bom. Acho que vou repetir novamente dia desses. O final do programa me deixou com fome, mais especificamente por pizza de pepperoni, ou a super supreme da Pizza Hut.

    E vida longa ao movimento cervejeiro na Itália!

    Ciao!

    Reply
    1. Anselmo Mendo

      E aí Daniel? Peperoni! Acho que os americanos estragaram esse embutido. É que essas coisas os italianos fazem muito bem: prosciutto, pancetta, salame. E também os pães pra colocar tudo dentro!
      Verdade, essas cervejas chegam muito caras aqui e aí fica complicado provar tudo. Mas pesquisando, fiquei com muita vontade de conhecer essas da linha Xyauyù. Algumas envelhecidas em barris de vinho, outras que ficam com tanque de fermentação aberto. O resultado de ser muito interessante.
      Arrivederci 😀

      Reply

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