Cerveja Tupiniquim Manjar Negro – Beercast #223

Por | 23 de agosto de 2017
Cerveja Tupiniquim Manjar Negro – Beercast #223

Cerveja Tupiniquim Manjar Negro – Beercast #223

Para o episódio de hoje, Rica Shimoishi trouxe a cerveja Tupiniquim Manjar Negro para a mesa do Beercast.

Confira como foi esse bate-papo.

Cerveja Tupiniquim Manjar Negro

Cervejaria: Tupiniquim
Estilo: Russian Imperial Stout
Álcool (%): 12% ABV
Temperatura: 8-12 °C
Copo Ideal: Tulipa

Confira a nota dos Beerquesteiros para a Cerveja do episódio:

Links Comentados durante o episódio:

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Trilha Sonora

  • Cassia Eller – All Star
  • Lulu Santos – Toda Forma De Amor
  • Marisa Monte – Ainda Lembro
  • Djavan & Luciana Melo – Vamos Fugir
  • Jota Quest – O Vento
  • Lulu Santos – Um Certo Alguém
  • Maria Gadú – Bela Flor
  • Cássia Eller – O Segundo Sol
  • Leoni – Garotos
  • Marisa Monte & Paralamas do Sucesso – O Amor Não Sabe Esperar
  • Renato Russo – Catedral
  • Roberta Campos e Nando Reis – De Janeiro a Janeiro
  • Titas – Gostava Tanto de Voce

Acompanhe e entre em contato com o Beercast:

Clique no play no inicio da página e escute nosso episódio. (47:00 de duração)
Avalie abaixo quantas tampinhas esta cerveja merece.

15 comentários para “Cerveja Tupiniquim Manjar Negro – Beercast #223

  1. Andre F

    Opa!

    Muito bom o episódio 1 do spicecast! Várias dicas interessantes. Sobre esse tema, no CEASA você tem algumas bancas com pimentas ignorantes em natura.

    Há algum tempo atrás fiz duas conservas com a mesma seleção (algumas de cheiro, algumas doces e outras tipo ghost, trinidad scorpion, três variações de habanero e outras mais).

    A primeira dica é usar luvas para manusear as mais fortes. Achei que não precisava e além de sentir ardor na língua, como se tivesse comido pimenta, meus dedos ficaram ardendo por uma semana. A única coisa que aliviava era deixá-los cheios de hidratante.

    A segunda dica é lavar e secar muito bem as pimentas que emboloram muito fácil.

    E a última dica é que no vinagre elas ficam menos ardidas que no azeite. A conserva de vinagre dá pra comer, a de azeite faz suar embaixo dos olhos…

    Agora tocando no assunto cerveja, as poucas que tomei da tupiniquim me agradaram e pretendo experimentar essa linha escura deles.

    Abs e continuem o bom trabalho

    Responder
    1. Ricardo Shimoishi

      hahahaha…
      Tô vendo que um spicecast ia fazer sucesso. Tanta gente gosta de uma pimentinha, né?
      Tb gosto bastante. Mas pelo jeito vc é quase um profissional…
      Essa história que vc está falando (e que o Luquita comentou no episódio) de usar luvas pra mexer com as pimentas mais rebeldes é inacreditável!
      Como pode algo ser (naturalmente) tão agressivo, né?
      Imagina comer algo assim? Deve até perfurar o estômago!
      Experimente as escuras da Tupiniquim. Na minha modesta opinião são as melhores deles.

      Abração!!

      Responder
  2. Luis Henrique Camargo

    Gustavo
    Infelizmente não tenho receita.
    Eu viajo muito para o interior de Minas e Goiás, e eles já tem pimentas ótimas e baratas nas estradas.

    Responder
  3. Luis Henrique Camargo

    Sobre pimentas, rapidamente…
    O que “agride” na pimenta é a alcalinidade e não acidez, como muitos pensam.
    Por isto que pimentas curiosas em meios ácidos (vinagre, cervejas, etc) geram melhores experiências no sabor.
    Pimentas curtidas em óleos ou azeites apenas ampliam a agressividade,

    Responder
    1. Ricardo Shimoishi

      Fala Luis!

      Essa da alcalinidade eu não sabia! Fiquei besta. É isso mesmo?
      E então (conforme minha conversa com o Guzzon aí embaixo), pq o leite ajuda a aliviar a sensação?
      Na minha (às vezes falha) concepção, se a alcalinidade da pimenta é que nos agride, imagino que beber suco de laranja, ou limão ou um pouco de vinagre é que deveria aliviar o ardor. Não é?

      Abração!

      Responder
  4. Daniel Córdova

    Fala, pessoal!

    Consegui ouvir o programa só agora a pouco. Bom ver o time completo novamente… opa, não era? Pelo menos mantiveram os trocadilhos hahaha

    A Tupiniquim faz excelentes cervejas e tem também uma linha de garrafas de 1L que tem um ótimo custo-benefício para levar pra um churrasco ou coisa do tipo. Aqui encontramos essas na base de uns 16 reais. Vale muito a pena.

    O papo sobre pimenta me motivou a procurar novamente o molho Sriracha (no programa misturaram Sriracha com Sorachi e criaram o Sirachi hahaha). É um ótimo molho. A primeira vez que comprei ele foi no mercadão aí em são paulo. Trouxe 2 vidros dele pra casa que demoraram mais de um ano pra terminar. No final ele estava ainda mais suave e com bastante sabor de alho. Recomendo o teste.

    Abraço!

    Responder
    1. Gustavo Passi Autor

      Fala Dani,

      Eu tenho um frasco de Sriracha mas preciso comer mais um pouco RS… Ainda não está legal e meu amigo tinha me dito que o molho fica legal quando está no fim do frasco rs
      ..

      Responder
  5. Luis Henrique Camargo

    Parabéns por outro ótimo episódio.
    Eu admiro muito a Tupiniquim e seu trabalho. E a variedade,
    Sabiam que no sul eles fornecem cervejas (Pilsen, Weiss) em litro com ótimos preços?
    E os admiro não apenas pelas cervejas, mas pela simplicidade de seus proprietários.

    Há 2 meses visitei a nova fábrica da Tupiniquim, fantástica estrutura.
    Era Sábado a tarde e estavam limpando tudo, preparando para a primeira brassagem e fui muito bem recebido por dois dos proprietários, Andre Bettiol e Christian. O André além de me levar conhecer toda a fabrica, me presenteou com uma Imperial Porter com avelã (ainda não é comercial) e esta deliciosa Manjar Negro. A cerveja é fantástica e não tive nenhum problema com espuma, estava normal para uma RIS.
    Alias, o André disse que na opinião dele esta foi a melhor cerveja já feita pela Tupiniquim.

    Mais um ponto a favor da Tupiniquim. Enquanto há alguns nano cervejeiros que as vezes se acham muito importantes para conversar com qualquer um, dois donos de uma das cervejarias mais premiadas do Brasil recebem com a maior atenção alguém que é um simples admirador de suas cervejas. Show!
    Voces poderiam fazer um episodio com a Polimango, outra excelente cerveja deles. E como trilha sonora, recomendaria “ Maldito Fiapo de Manga” do grupo Joelho de Porco kkk

    Responder
    1. Ricardo Shimoishi

      Fala Luís!

      Isso que é legal no trabalho que vc faz, né?
      Viaja o Brasil todo e visita um monte de cervejaria. De quebra conhece as pessoas que tornam realidade as melhores cervejas do Brasil.
      Tb gosto das “litrões”, mas acho que as excepcionais mesmo são as escuras deles. Maravilhosas.
      Adorei a Manjar Negro. Mas a Espresso é uma cerveja que me impressionou muito. Muito!
      A Polimango tb é incrível. hehehe…
      Os caras realmente são fora do comum…

      Abração!!

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  6. Fabrizio Guzzon

    Salve galera!

    Ainda não provei a Manjar Negro, mas já provei a Pecan que foi lançada praticamente junto… e é uma breja fantástica.

    Sobre as cervejas com pimentas…. o Villas em Vargem Grande tem uma cerveja com pimenta calabresa com mel que é bem forte, no nivel da sculpin, mas bem mais saborosa.
    E para cortar a ardencia, o melhor é tomar leite ou derivados. A lactose se liga a capsaicina mais facilmente e “arrasta” ela da lingua reduzindo a picancia.

    abç
    Guzzon

    Responder
    1. Ricardo Shimoishi

      Legal, Guzzon.

      Eu tomei essa cerveja do Villas (acho que foi no primeiro encontro da galera), que o Luquita tinha levado.
      Eu gostei. Mas é forte mesmo.

      Sobre as pimentas, eu vi um vídeo de uma competição entre alguns super malucos que comem aquelas pimentas diabólicas e o cara (ou senhora) que desistia de comer a próxima (e mais diabólica) pimenta podia se “aliviar” bebendo um copo de leite. Então o que vc está falando faz sentido.
      Mas fiquei curioso com uma coisa: o Luis Henrique disse aí em cima que o que dá a sensação de ardência é a alcalinidade e não a acidez da pimenta. Se vc toma leite, está reforçando o caráter alcalino da pimenta, o que (no meu entender) não deveria ajudar no combate ao ardor ou até aumentar essa sensação. Ou eu tô maluco?

      Abração!!

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  7. Flavio Yokooji

    Durante o programa, pensei que havia experimentado a Manjar Negro da Tupiniquim, mas verificando o Untappd, vi tinha tomado a Coconut Super Porter (que estava fantástica on tap na festa de 2 anos da Dogma). Acho que vale a pena conferir essas duas lado a lado para identificar as diferenças de stout e porter.
    Ah… caso precisem tirar o Gustavo e o Renato definitivamente, eu topo ir fazer programa no lugar deles, mas só nos episódios de cerveja boa! Rs

    Responder

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