Cerveja Tripel Karmeliet – Beercast #35

By | 8 de Janeiro de 2014

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Cerveja Tripel Karmeliet

Cerveja Tripel Karmeliet

Aberta a segunda temporada do Beercast, e para começar com o pé direito escolhemos uma tradicional cerveja Belga, a Tripel Karmeliet que é capaz de mexer com seus sentidos.

Neste episódio você terá um único motivo para virar monge, também vai aprender que coentro não é só pra por no feijão.

Você acredita que em 1679 já faziam cervejas boas? Existe copo com saco embaixo? Já conhece a famosa tabela periódica de estilos de cervejas?

Tripel? Que diabos quer dizer isso?

O Beercast deseja um ótimo início de ano e agradece por todo carinho em nossa primeira temporada.

Cerveja Tripel Karmeliet

Cervejaria: Bosteels
Estilo: Belgian Tripel
Álcool (%): 8% ABV
Temperatura: 8-12 °C
Copo Ideal: Tulipa ou Taça
Preço Varejo: R$14,90

Avaliação da Cerveja Tripel Karmeliet na Comunidade Brejas
(Crie seu perfil e avalie também esta cerveja no Brejas.)

Links comentados durante o episódio:

A nota dos Beerquesteiros para a Cerveja Tripel Karmeliet:

Anselmo Mendo (4,5 de 5)
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Renato Martins (4,5 de 5)
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Rica Japa (4,5 de 5)
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Trilha Sonora

  • Amy Winehouse – Hey Little Rich Girl
  • Bad Religion – Epiphany
  • Dead Kennedys – Dead End
  • Green Day – Basket Case
  • Misfits – Descending Angel
  • The Clash – London Calling
  • The Ramones – Poison Heart
  • The Sex Pistols – God Save the Queen

Acompanhe e entre em contato com o Beercast:

Clique no play no inicio da página e escute nosso episódio. (29:15 de duração)

31 thoughts on “Cerveja Tripel Karmeliet – Beercast #35

  1. Rodrigo Bario Novo

    Ouvi o cast e fiquei maluco pra provar essa cerveja, por sorte eu passei por um Pão de açucar (que só tem na zona sul daqui do RJ) e a encontrei.
    Concordo com vocês, uma delícia de cerveja.
    Recomendo fortemente.
    Um grande abraço.

    Reply
  2. Luquita da Galera

    Fala pessoal, show de bola o programa… e eu que disse pra fazer um sobre ela no anterior! To virando adivinho mesmo rs!

    Bom esse programa acho que foi o mais “sóbrio” no sentido de sério e técnico que já fizeram. É bom que mostra a evolução do programa ao usar os termos técnicos e tudo mais porém não pode perder o espirito descontraído que estava um pouco “fraco” nesse episódio.

    Não que o programa estava ruim mas sei lá, algo tava diferente…

    O copo da Kwak parece um tubo de ensaio, acho que era isso que estavam tentando dizer não é?

    Pessoal por favor, DeuS não… DeuS nãoooo!!! Há tanta Brüt bem melhor do que essa cerveja por ai, inclusive a nossa Eisenbahn Lust viu!

    E pq não teve leitura de e-mail no programa? Putz o Gustavo sai de férias e tudo desanda viu hahahhaaha!

    Abraços e até a próxima

    Reply
    1. Ricardo Shimoishi

      Valeu, Luquita!
      Muito legal seu incentivo ao nosso trabalho.
      Estamos tentando organizar melhor o programa pra ter mais informações e ficar mais agradável de ouvir.
      Acho que é isso que lhe pareceu diferente.
      O frasco que eu queria me referir era mesmo o erlenmeyer. Não sei se existe outro tipo, mas quando eu fazia aula de laboratório (nem quero pensar quanto tempo faz isso) tubo de ensaio era um tubo comprido e fininho.
      Deus é ruim?? Meu mundo caiu… 🙁
      Nesse não deu tempo da gente gravar a leitura de e-mails mesmo. Problemas conjunturais. Mesmo que o Gustavo estivesse por aqui não daria pra colocar. Mas no próximo programa vai ter!

      Abração!!

      Reply
      1. Alexandre Gorgulho

        Fala Ricardo!
        Cara, to com o Luquita com relação a essa Deus, hein! Lust é bem melhor.
        Eu tomei a Deus uns 2 anos atrás. Então pode ser que o meu paladar ainda não fosse tão “refinado”… Mas lembro que achei uma porcaria… rsrs

        Reply
        1. Ricardo Shimoishi

          Pô! Agora ferrou! Dois dos ouvintes mais interessados em cerveja dizem que a Deus é “mais ou menos, mais ou menos” me faz pensar que ela é assim mesmo!
          Mas uma cerva com um nome desses, a gente não pode deixa de beber, né? Vou beber. Mas baixando minhas expectativas.
          Quanto à Lust, no fds passado até pensei em comprar. Mas quase R$40,00 na garrafa pequenina não dava não. Não agora.
          Mas será devidamente degustada em breve.
          Abraço pra vcs!

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      2. Luquita da Galera

        Rica o lance do copo eu sempre achei parecido com o tubo de ensaio mas pra falar a vdd é pq eu não sei diferenciar o nome deles rs, então vc deve estar certo.

        Sobre o formato do programa eu escrevi em resposta ao Anselmo aqui, entendi aonde querem chegar.

        Agora não decepcione com a DeuS só não vá com muita sede ao pote.

        Assim como o Alexandre disse, eu experimentei faz um tempo mas tomei já 2x e em nenhuma delas ela me agradou.

        A Lust e a Malheur são infinitamente melhores viu rs, na minha opinião!

        Reply
    2. Anselmo Mendo

      Ôôô Luquita, acho que seus ouvidos estavam um pouco amargurados dessa vez. O Renato até caprichou na Joke Beer só pra agradar você. Deve ser a ressaca de ano novo 😀 Abração!

      Reply
      1. Luquita da Galera

        Eu não consegui entender direito a Joke Beer rs.

        Mas concordo com o Rica, é uma fase e tudo tem que se adaptar. Ouvindo agora o cast dos Uzmenino entendi também aonde querem chegar.

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  3. Gú - Beercast Brasil Post author

    Amigos ouvintes e companheiros de mesa do Beercast!

    A cagada de dizer que a cerveja era uma trapista foi minha, fixando a fama de “vergonha alheia” do programa.

    Peço desculpas!

    Cheers!

    Reply
  4. Matheus Ramos

    Bom, o pessoal já disso que essa cerveja não é uma Trappista, além do óbvio motivo que, sendo Carmelita não é se pode ser Trappista, por serem ordens diferentes, ela nunca teve nada a ver com monastérios. O Estilo desta cerveja seria tecnicamente uma Belgian Gonden Strong Ale, o lance da classificação Tripel para essa cerveja tem a ver com os tipos de cereais usados, já as outras Tipels tem a ver a potência alcoólica da breja. O finado Michael Jackon nos ensinou que historicamente os belgas faziam correr três vezes a água para lavar bem o mosto cervejeiro e extrair mais açúcares produzindo uma cerveja mais forte! Eles marcavam os barris com cruzes para indicar a potência do conteúdo. Como várias outras técnicas cervejeira a coisa mudou de uns tempos para cá, mas o termo Tripel moderno para cervejas fortes foi cunhado pela Westmale em 1956. Mais recente do que imaginavam, aposto!

    Reply
    1. Anselmo Mendo

      Valeu pelo complemento Matheus. Algumas das coisas que você disse aí nós comentamos no programa também. E sim, existem várias explicações diferentes para o termo Tripel.

      Reply
      1. Matheus Ramos

        Apesar de a receita ser miticamente baseada em uma receita de um monastério Carmelita ela especificamente nunca foi feita por monastérios. Sempre foi laica e produzida pela cervejaria, assim como várias cervejas “abadia” belgas modernas. Eles se baseiam nas receitas monásticas, mas nem por isso já foram feitas por Carmelita, Jesuíta, Beneditino, Trappista ou qualquer outra ordem.

        Reply
        1. Anselmo Mendo

          Bem, como você disse, e nós também, se ela é baseada em uma receita de um monastério Carmelita (em Dendermonde, Flandres), podemos afirmar com certeza que a breja tem MUITO a ver com Monastérios e Ordens Religiosos. Valeu!

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  5. Alexandre Gorgulho

    Fala pessoal!
    Que honra ter indicado essa pra vocês! O programa ficou muito bom! \o/
    Ahh! As 5 estrelinhas do iTunes foram dadas há muito tempo, mas acho que não deixei comentário. Como baixo por outro app, acabo esquecendo.
    Mas até semana que vem vai estar devidamente comentado pra começar 2014 como se deve.
    Abraço pra vocês!

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  6. Patrick

    Virou lugar comum falar que o beercast foi espetacular, mas fazer o que se foi foda mesmo. Particularmente não sou muito inteirado na escola belga mas as referencias que tenho dessa breja são as melhores possíveis e ela já estava na wish list de 2014. Como sugestão para esse ano deixo a ideia de fazerem uma vez por mês ou em qualquer periodicidade que seja um programa com duas cervejas do mesmo estilo, de repente uma nacional e uma gringa, avaliar os pontos fortes delas e falar um pouco sobre a historia do estilo

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  7. Luciano Maia

    Ola amigos.
    Nem foi ao ar ainda o programa, mas ja vi uma garrafada na descrição dele. Pois a Karmelit é uma ótima Tripel Belga, mas não é uma Trapista conforme descrito.
    Das 19 abadias quem compõem a Associação Trapista Internacional, somente 09 podem produzir cerveja com o selo trapista, são elas:
    1-Abadia Koningshoeven, em Tilburg – Holanda, com a La Trappe – sendo 10 tipos diferentes de La Trappe.
    2-A abadia belga de Scourmont-lez-Chimay, Com a Chimay – sendo 3 tipos diferentes de Chimay.
    3-A abadia belga Westmalle, com cerveja Westmalle – sendo 3 tipos diferentes de cerveja.
    4-A abadia de Orval, com a Cerveja Orval – Só faz uma única cerveja.
    5-A abadia Notre-Dame de Saint Remy, com a Rochefort – sendo 3 tipos de cerveja (6, 8 e 10).
    6-A abadia belga de Achel, com a Achel – sendo 4 tipos de cerveja.
    7-A Abadia francesa Mont des Cats, com a Mont dês Cats – Só faz uma única cerveja.
    8-A abadia austríaca de Stift Engelszell, esta a mais nova de todas, recebeu o celo somente agora em 2012; com as cervejas Benno e a Gregorius – faz somente estas duas cervejas.
    9-E a abadia responsável pela melhor cerveja do mundo a Westvleteren, foi a única que ainda não consegui provar! – faz 3 cervejas diferentes, sendo a Westvleteren 12 a melhor delas.

    Grande abraço a todos.

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    1. Luciano Maia

      Na verdade 3 garrafadas minha.. ja foi corrigido a descrição, o programa ja esta no ar, e nele falam que ela não é uma trapista! kkkkkkk
      Valew!

      Reply
      1. Luciano Maia

        Ola Patrick, acho q foi uma bobeira minha então… eu tinha a impressão que inicialmente na descrição estava “…tradicional trapista Belga…” e depois foi mudado a palavra trapista por cerveja…. mas pode ter sido loucura minha!

        Gostei do seu link muito legal ter uma trapista na America, mas fiquei na duvida se a Spencer ja tem oficialmente a autorização para usar o selo trapista, até onde eu sabia eles estavam na burocracia para conseguir o selo….

        Reply
          1. Luciano Maia

            Caramba vou bater o record de garrafadas em um unico Post!
            A Spencer (EUA) ja aparece no site oficial da trapistas sim!!! Inclusive tem mais uma que eu nem mencionei, a Zundert (Mais uma da Holanda), que eu nem conhecia!!!
            Caramba agora são 11(onze) as cervejas trapistas e não 9 como eu disse acima!

  8. Julio Oliveira

    Bom dia Srs do Beercast e toda a galera!!!

    Esta foi a primeira cerveja Belga que eu provei, e posso lhes dizer que foi amor a primeira vista , ou melhor, ao primeiro gole…… Ela também me abriu um mundo gigantesco de cervejas. Para mim recebe 5 tampinhas com certeza.

    Concordo que não é necessariamente uma cerveja apenas para ocasiões especiais, mesmo pq eu não resisto ficar muito tempo sem tomar uma.

    Um abraço

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  9. Luís Loureiro

    Aewwww!! Primeiro beercast de 2014! E começando com aquela que foi a minha primeira cerveja do ano! Que maravilha! Que essa nova temporada traga mais e mais cervejas como essa!
    Grande abraço!

    Reply

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