Cerveja Schornstein IPA – Beercast #40

By | 12 de fevereiro de 2014

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Cerveja Schorstein IPA

Cerveja Schorstein IPA

Diretamente de Pomerode (Santa Catarina), vamos conhecer essa cerveja que o Renato Martins provou durante sua viagem de bicicleta. Vamos descobrir o que Santa Catarina tem de bom pra quem gosta de uma boa breja.

Como surgiram as IPAs? As mulheres sabem fazer cerveja? Por que o pessoal discrimina as cervejas Pilsen? Quais cervejas você encontra no interior de Santa Catarina? Como converter um amigo que só toma Itaipava?

Descubra essas e outras coisas interessantes sobre a Schornstein, sobre IPAs e sobre Santa Catarina!

Cerveja Schornstein IPA

Cervejaria: Cervejaria Schornstein
Estilo: India Pale Ale
Álcool (%): 6,5% ABV
Temperatura: 5 a 7 ºC
Copo Ideal: Caldereta
Preço Varejo: R$13,00 ~ R$18,00

Avaliação da Cerveja Schornstein IPA
(Crie seu perfil e avalie também esta cerveja no Brejas.)

História da Cervejaria Schornstein

Detalhes da característica germânica tão mantidos na cidade mais alemã do Brasil também são comuns na Cervejaria Schornstein, a primeira artesanal de Pomerode. Fundada em junho de 2006, a Schornstein preserva ainda um patrimônio histórico da cidade. Ela está sediada em um prédio, tombado pelo patrimônio histórico, com cerca de 50 anos de existência e que tem uma chaminé de 30 metros de altura toda de tijolos maciços. Esta é sua principal referência e está na logomarca e no significado do nome da fábrica. A unidade no Vale do Itajaí tem capacidade para produzir 30 mil litros mensais.

Com o reconhecimento pela qualidade dos chopes produzidos em Pomerode, a Cervejaria Schornstein decidiu expandir sua atuação para o mercado paulista, inaugurando uma segunda fábrica na cidade de Holambra, no interior do estado. A fim de estimular o fortalecimento de uma cultura cervejeira, valorizando a apreciação de bebidas diferenciadas e sua harmonização gastronômica, a Schornstein mantém em suas unidades dois bares de fábrica: Schornstein Krug (em Holambra) e Schornstein Kneipe (em Pomerode). Os locais servem petiscos tradicionais da culinária holandesa e alemã e ainda sugerem harmonizações para cada tipo de chope. Além de visitarem os bares de fábrica, as pessoas têm a possibilidade de conhecerem o processo de produção dos chopes através de uma visita monitorada às fabricas,  que inclui a degustação de um chope tirado direto do tanque.

Links comentados durante o episódio:

Confira a nota dos Beerquesteiros para as Cerveja Schornstein IPA:

Anselmo Mendo (3,5 de 5)
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Gustavo Passi (3,5 de 5)
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Renato Martins (4 de 5)
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Rica Japa (3,5 de 5)
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Trilha Sonora

  • 30 Seconds to Mars – The City of Angels
  • Bad Religion – Infected
  • Creedence Clearwater Revival – Fortunate Son
  • Deep Purple – Black Night
  • Engenheiros Do Havai – Refrao De Um Bolero
  • Helloween – Time
  • Lynyrd Skynyrd – Sweet Home Alabama
  • Misirilou – Pumpkin And Honey Bunny
  • Nazareth – Hair Of The Dog
  • Red Hot Chilli Peppers – Aeroplane
  • The Blues Brothers – ‘B’ Movie Box Car Blues
  • ZZ Top – La Grange

Acompanhe e entre em contato com o Beercast:

Resultado da promoção ENTRE UMAS E TODAS:
Quem ganhou um exemplar do livro do mestre Jaime Pereira Filho foi o Alex Rodrigues Do Nascimento, com a frase: Porque beber apenas 1001 cervejas antes da morrer é muito pouco se eu puder tomar umas e todas.

Parabéns ao Alex, entraremos em contato para pegar seu endereço para enviar o livro devidamente autografado.

Clique no play no inicio da página e escute nosso episódio. (39:30 de duração)

54 thoughts on “Cerveja Schornstein IPA – Beercast #40

  1. Pingback: Boa Cerveja-Feira #166.... com Schornstein Imperial IPA - Beercast Brasil

  2. Katsumi

    Finalmente consegui alcançar o 40, e fui citada nos comentários, presentão! haha
    Fiquei morrendo de inveja da fotos de vocês no Queen Pint! E curti esse bar da Vila Madalena que vocês citaram, estará nas próximas opções de encontro Skynerd. Agora vocês terão mais uma nerd comentando em real time no podcast! 🙂

    Reply
  3. Vinicius Rodrigues

    Fala galera, mais um programa excelente (e de uma presteza na postagem absurda, meia noite de quarta já estava disponível, parabéns rs)

    Da Schornstein eu cheguei a experimentar a Weiss no Cerveja na Garagem no fim de janeiro aqui em SP, muito gostosa e não é uma Weiss pesada (que aliás foi o argumento que o cara usou pra eu comprar ela kk)
    A IPA ainda to caçando.

    E como assim, cervejaria boa que começa com SCH? Eu adoro a Schneider Weisse TAP 6 Unser Aventinus (ainda não experimentei as outras “taps” dessa cervejaria)

    Pra quem gosta de bicicleta, principalmente como meio de transporte e transformação social, deixo aqui o projeto que faço parte, é o http://www.bikeanjo.com.br. Quem quiser começar a usar a bicicleta na cidade e se sente inseguro, a gente busca em casa, dá dicas de segurança e tal., Muito legal. Quem nunca pedalou na vida a gente também ensina.

    Voltando pra cerveja, nesse dia 15-Fev vou à Campinas fazer o curso de introdução a cultura cervejeira do Mauricio Beltramelli no Brejas. E dia 19 nos vemos na brassagem no Pier.
    E não saio de lá enquanto não provar essa Ponte de Safena.
    (e tudo isso o TCC ficando pra depois kk)

    É isso, parabéns por mais esse excelente podcast.

    Reply
    1. Renato Martins Post author

      Fala Vinicius, legal saber que você é um Bike Anjo! O Trabalho da galera é realmente muito bacana, uso a bike pra ir trabalhar todo dia e sei o quanto é difícil pra quem esta começando.

      Sobre as brejas, as Schneider são boas mesmo hein! O Anselmo só quis ser gozadinho…hehehe

      Aproveite o curso com o Beltramelli e nos vemos dia 19 la no Pier, será um prazer fazer uma cerveja e provar a Pave de Copo com a galera.

      Abraço e parabéns pelo trabalho no bike anjo.
      Renato Martins

      Reply
  4. Nilton Souza

    Fala Galera do Beercast!
    Mais uma vez parabéns pelo excelente cast. Tive a oportunidade de provar essa IPA da Schorstein no Mondial de La Biere do ano passado aqui no Rio e fiquei realmente impressionado com a qualidade das cervejas produzidas por eles, tanto que eu comprei um kit que vinha com 1 garrafa de cada tipo (bock, ipa, pilsen, stout e weiss).

    Fiquei surpreso em saber que a Katia Jorge é a mestre cervejeira de lá. Tive a oportunidade de fazer um curso com ela em 2012 na ABS-Rio (Associacao Brasileira de Sommeliers) e fiquei impressionado com o conhecimento técnico dela, a devoção e o entusiasmo dela com esse maravilhoso mundo cervejeiro. Realmente é uma excelente profissional do ramo e podemos atestar isso com essa cerva.

    Abraços,
    Nilton Souza.

    Reply
    1. Renato Martins Post author

      E ai Nilton!

      Verdade, a Katia está mandando muito bem! Não sei se ela participa da criação de todas as cervejas… mas essa IPA está demais! Sobre as outras, provei todas em chope e fiquei positivamente surpreso com a qualidade.

      Ano passado também fui até o Mondial, na próxima marcamos algo para encontrar um pessoal por ai.

      Grande abraço.
      Renato Martins

      Reply
  5. Patrick

    Nem vou elogiar, pq todo mundo sabe que o programa foi foda, tomei essa beleza de breja no final do ano passado e confesso que me surpreendi muito, IPA muito bem equilibrada e com excelente custo beneficio.

    Reply
    1. Renato Martins Post author

      Valeu Patrick! Realmente essa breja é surpreendente!

      Eu só não sabia que o valor dela aqui era mais barato do que la no sul…hehehe

      Abs.
      Renato Martins

      Reply
  6. Pedro Canizio

    Muito bom o Cast mal posso esperar para experimentar esta cerveja, sou novo no mundo das Cervejas especiais e quero desfrutar dele.
    Foi Muito bom encontrar um podcast sobre cerveja.

    Descobri cast pela lista de podcasts da podpesquisa.

    Uma abraço, e cervejas para todos.

    Reply
  7. Alexandre Gorgulho

    Fala pessoal! Tudo certo?

    Apesar do tema do programa ser o passeio do Renato e a Schorstein, foi muito bom quando o Gustavo começou o assunto dos chatos que rondam o mundo cervejeiro…

    Me fez lembrar bastante anos atrás, quando alguns amigos começaram a tomar novas cervejas e só sabiam falar disso, peguntando como a gente conseguia tomar Skol (e outras) e falar que era cerveja… Caras, eu demorei a me interessar por outros estilos porque eles me irritavam mais do que me incentivavam a tomar outras coisas.

    Entendo e até concordo com o ponto de vista do Rica. Pode ser uma fase…
    Mas eu gostei bastante quando o Anselmo falou que esse povo era muito tonto!! \o/

    Na área de tecnologia chamamos esses chatos de “fanboys”. Aqueles defensores “tontos” de marcas e produtos. Espero de coração que isso não seja uma tendência no mundo das cervejas…

    Abração e uma boa semana pra todos!

    Reply
    1. Guzzon

      Alexandre,
      O pior é que é comum você encontrar os cervochatos, a versão cervejeira dos fanboys.
      E na maioria das vezes ocorre como foi contigo, quando o cara conhece as primeiras cervejas especiais e parte para este lado e passa a menosprezar todas as mainstream, todas as lagers e tudo que não é aquilo que ele acabou de conhecer…. mas tem algo que eu sempre digo para este pessoal que diz que as mainstream não são cervejas… elas ocupam mais de 90% do mercado de cerveja no Brasil, sem elas não tem mercado de cerveja.

      E chato tem em todo lugar, até em assunto legais como cerveja…rsrs

      Reply
      1. Anselmo Mendo

        Guzzon, que resposta você dá para os caras que falam que cerveja que usa milho não é cerveja? Geralmente quem defende isso, não tem motivos fortes para sustentar a argumentação.

        Reply
        1. Guzzon

          Anselmo, normalmente quem fala esse tipo de besteira é o novo bebedor babaca.
          Tem um monte de argumento que derruba esse tipo de discurso… o fato que a legislação brasileira permite o uso de adjunto cervejeiro (seja milho, arroz ou qualquer outro) e portanto no brasil isso é cerveja sim, ou fato de que a BJCP que é um órgão mundialmente reconhecido deixa claro que no caso da American Lager pode contem adjunto cervejeiro, o fato que outras cervejas usam outros cereais em sua composição como aveia ou trigo e são cervejas….

          Mas normalmente esse tipo de argumento é direcionado especificamente as nacionais mainstream, então eu opto por fazer uma pegadinha e pergunto se pela opinião da pessoa ela só beberia Stella Artois, Amstel Pulse e Heineken, se a pessoa responde que sim, explico que destas só a Heineken não usa milho… normalmente isso resolve o problema.

          Reply
          1. Alexandre Gorgulho

            Oi Guzzon,
            Essa história da Stella Artois usar milho vai ser útil! rsrs
            Abs!

          2. Anselmo Mendo

            Boa essa da Stella Artois, heim? Vou usar também. 99% dos bebedores nunca conseguiriam identificar uma nota sequer de milho em uma degustação. Outra coisa, quando citei a cervejaria com SCH que não era tão boa no começo da gravação estava me referindo a SCHÖFFERHOFER! 😀

    2. Anselmo Mendo

      É Alexandre, muita gente pula de um preconceito para outro. É aquela coisa que lembra comportamento de “novo rico”. E na maioria das vezes sem embasamento algum.

      Reply
    3. Ricardo Shimoishi

      Falaaa, Alexandre!

      Ah sim! Acho q deve acontecer bastante esse tipo de situação que vc descreveu. O cara está conhecendo um novo mundo das cervejas e fica esnobando com seu recém adquirido conhecimento cervejeiro. Mas ainda acho que é mais uma questão de ignorância. Típico de quem está montado na soberba.

      Mas fico curioso em saber como esses seus amigos “tontos” encaram hoje as “cervejas mainstreams” (como diz o Guzzon) e as Pilsens tchecas.

      Claro que há exceções. Mas acho que quem “permanece” no mundo cervejeiro, estudando e buscando mais informações, cedo ou tarde vai entender que seu entendimento estava “torto” (ou tonto?).

      Ou eu que estou viajando na tonteira?

      Obrigado por enriquecerem essa conversa tão pertinente!

      abs,

      Rica Shimoishi

      Reply
      1. Alexandre Gorgulho

        Fala Rica!

        Pra matar sua curiosidade…
        Dos que ainda tenho contato, 1 continua bem chato e 2 melhoraram bastante por um motivo simplório: casaram e as respectivas esposas não entendem porque eles precisam gastar tanto com cerveja… rsrsrs

        Agora, quando estou nesse papel de apresentar algum estilo diferente pra alguém, sempre faço questão de falar da forma mais simples possível e sem aquela entonação de “minha cerveja é melhor que a sua” que eu conheci nessa época. Pelo menos até agora, ninguém falou abertamente que eu fiquei “tonto”… rs

        Abraços!

        Reply
        1. Ricardo Shimoishi

          Legal Alexandre!
          Acho que vc escolheu o Lado Iluminado da Força…
          kkkkkkk…
          Mas pelo jeito seus amigos não vão conseguir convencer muita gente sobre as delícias do Mundo Cervejeiro.
          O Maurício Beltramelli tem uma teoria bacana sobre esse assunto. Ele fala que existe os Intervencionistas (que seriam os “cervochatos”) e os Libertários (que entendem a importância das SAL). É interessante!

          Abração.

          Reply
  8. Guzzon

    Salve galera!

    Gostei bastante da analise de vocês sobre a cerveja, ainda não conheço mas estou bem animado de colocar na porta da minha geladeira.
    Sobre as harmonizações sugeridas só tenho a dizer que vocês estão fazendo a lição de casa muito bem. As cervejas lupuladas harmonizam muito bem com pratos mais gordurosos, o eisben, X-tudo, ponte de safena todos são trazer uma combinação entre a gordura e o lúpulo, outra opção seria trazer um pouco de picancia na harmonização, como Weisswurst com mostarda escura ou uma carne de vermelha mais forte com pimentas.

    Sobre a questão levantada sobre a discriminação das cervejas alemãs ou das lagers de fato ocorre. E por mais que o Rica defenda que isso é temporário, vejo muita gente se tornar “cervochato” e parar neste estágio, criando um cenário onde aquela cerveja, seja marca ou estilo, passa a ser a melhor possível e não existe mais necessidade de conhecer mais nada.
    Neste caso, as Lagers são as mais afetadas, pois é colocado no mesmo saco desde uma Bud Light até uma 1795.
    E hoje com o crescimento das IPA, muita gente ainda tem colocado qualquer cerveja que não seja “muito amarga” no mesmo saco.
    Talvez com o crescimento da cultura cervejeira isso diminua, mas tem chato em todos os assuntos, então é de se esperar que se tenham “cervochatos”

    Abraços!
    Guzzon

    Reply
    1. Renato Martins Post author

      Caras, isso ai realmente é complicado… uma vez o Gustavo falou uma verdade (talvez só essa vez), ele disse que se ele reclama dessas cervejas ele assume que foi enganado a vida inteira…

      A galera precisa entender que elas são cervejas que são perfeitas para o propósito que tem: refrescar! Não são cervejas para serem degustadas… são cervejas para tomar com amigos, refrescar e jogar conversa fora.

      Abração Guzzon.
      Renato Martins

      Reply
      1. Guzzon

        Corretissimo Renato!
        Reclamar que uma American Lager não é amarga seria o mesmo que reclamar que uma IPA é muito amarga… vc esta bebendo a cerveja errada!
        A American Lager é uma cerveja para refrescar, tomar gelada e ter poucas notas marcantes o estilo foi definido desta maneira.
        Podemos até falar que existem estilos melhores, mas isso não torna este estilo ruim, apenas diferente.

        Reply
  9. Guzzon

    Luis, se prepara para ficar maluco por lá… tem muita breja boa, breja local, breja importada… tudo barato pra c4r4lh0.

    Eu quase chorei quando entrei na liquor store, tomei umas 3 cervejas por dia, em média… vale muito a pena

    Reply
  10. Luquita da Galera

    Fala pessoal, ótimo programa e muito legal ouvir sobre o passeio do Renato. Em alemão isso se chama Radtour e é bem comum, inclusive a parte de se beber cerveja é mais comum do que andar de bicicleta rs.

    Eu conheci a Schornstein já antes da repaginada do rótulo e da receita, mas ela só me chamou atenção depois disso mesmo. A Imperial Stout deles é a mais fantástica de todas, avaliei com 5 estrelas no Untappd.

    Sei que tem um bar no bairro da Pompeia que tem a IPA e a Pilsen em chope, mas não me lembro o nome agora, vou pesquisar.

    A Bierbaum faz as cervejas Diabólica, que são mais conhecidas do que as próprias cervejas deles.

    Um fato curioso é que uma Pilsen é bastante mais complexa que uma IPA, é uma cerveja delicada e requer muito mais atenção para se degustar, além dela precisar estar muito bem equilibrada… nas IPA é fácil de esconder os defeitos.

    Poh não acredito que a Katsumi não ouvia antes o Beercast, pelo menos ta recuperando o tempo perdido. Ela também esqueceu de avisar que vai rolar o 1º Happy Hour da Confraria, é nessa Sexta feira e tem um evento criado lá no grupo.

    Abraços.

    Reply
    1. Renato Martins Post author

      Cara, esses passeios de bike são bem comuns por la… é super natural pra eles.

      A Bierbaum como as outras, são cervejas que merecem ser conhecidas, são demais!

      Abração e vamos marcar logo a data do próximo encontro hein!!! hehehe
      Renato Martins

      Reply
  11. Anderson Kraisch

    Salve galera, parabéns pelo cast.
    Esse em especial, para mim que pedala pelas cidades vizinhas de Pomerode e tem como IPA preferida a Schorstein. Essa cerveja é a dose de lúpulo que procurava, sempre está na minha lista. Seja pelo custo benefício, em torno de R$14 em lojas especializadas e, principalmente pela qualidade.
    Falando de Pomerode, a pequena cidade tem lindas paisagens, que harmonizam perfeitamente com um pedal, e porque não terminar com uma bela cerva?
    Nossa região (Blumenau) realmente tem excelentes cervejarias e, temos o prazer de provar essas especiarias diretamente da torneira, que ficam ainda melhores em tempos de Oktoberfest, Pomerana, Sommerfest, entre outros eventos. Apesar disso, tenho que concordar quando falam que a maioria ainda tem receio de provar as cervejas de verdade. Aos poucos vamos tentando mudar a cabeça e principalmente o paladar dos amigos.

    Abraço.
    Bebam com sabedoria.

    Reply
  12. Rafaela Ivo

    Esse ano vou em Santa Catarina, vou fazer o tour cervejeiro haha

    Mais um dia em que a trilha sonora que se supera, é uma coisa que eu fico impressionada, o tino musical de vocês é muito bom!

    Até agora eu só provei duas IPA’s, mas eu gostei tanto das duas que pô, junto com as weiss, já são meus estilos preferidos.

    Obrigada por animarem minha quarta mais uma vez, abração pra todos!

    Reply
    1. Anselmo Mendo

      A trilha sonora é um oferecimento de “Renato Martins Editions”, Rafaela. Nas minhas sempre entra Rock. Já se dependesse do Gustavo teríamos só Axé e Tecnobrega Já o Ricardo pediria toda semana Jorge Vercillo, 😀

      Reply
      1. Ricardo Shimoishi

        hehe…
        Jorge Vercilo, Chico Buarque, Milton Nascimento, Gilberto Gil, Roupa Nova, mas tb: Lulu Santos, Legião, Paralamas, Ultraje a Rigor, Capital Inicial…
        Why not?
        🙂

        Reply
    2. Renato Martins Post author

      Rafaela, la você vai encontrar muita coisa boa… não perca a oportunidade de provar coisas desconhecidas, elas sempre surpreendem!!

      Bj.
      Renato Martins

      Reply
  13. Alex Rodrigues do Nascimento

    Três ótimos motivos para começar bem esta quarta-feira:
    1 – Mais uma IPA analisada e indicada no programa (já foi pra minha lista de desejos, ainda não conhecia essa cervejaria);
    2 – Mais um ótimo programa, como de costume;
    3 – E a notícia de que o mestre Jaime escolheu a minha frase! Aeeeeeee!!!!! Ganhei o livro! E a porra ainda virá autografada!!! Muito foda!!!

    Reply
  14. Flavio Yokooji

    Pessoal, mais um bom podcast! Infelizmente, essa é uma das poucas cervejas que vocês analisaram que ainda não experimentei para comentar, mas vale a dica e será minha próxima aquisição.
    Foi ótimo encontrá-los no A Pint With the Queen. Espero revê-los em breve.

    Reply
  15. David Redmerski Jr

    as cervejas da Schorstein são boas sim, bem legais de beber, eu tive o prazer de tomar das torneiras no IPA Day de Ribeirão. Tem uma cerveja que não sei se vcs vão conseguir encontrar aí em SP, é a Seasons, as duas IPAs deles são fantasticas, se tiverem chance provem.
    Vcs falaram que a Schorstein lembra a Indica, talvez pq ela foi repaginada pelo Zanelo, que é antigo funcionário da Colorado.

    Reply
    1. Renato Martins Post author

      Olha só David, não sabia disso! Realmente achei elas bem parecidas, logico que cada um com seus detalhes próprios.

      Obrigado pela audiência e grande abraço!
      Renato Martins

      Reply
  16. Luís Loureiro

    Aewwww! Mais uma IPA! Um dos meus estilos preferidos! A carica do Renato tá impagável! hahaha
    Doido pra ouvir esse episódio! Março to indo pra Orlando e vou em busca das cervejas locais! Aguardo pra ver se vai ter algum episódio com a experiência do Gustavo também!

    Reply
    1. Rafaela Ivo

      Pôxa, Luís, desculpa pagar de intrometida, mas eu vou te pedir pra trazer uma cerveja de lá pra mim! Haha
      Depois a gente negocia frete + preço da cerveja, seria bem legal experimentar alguma cerveja de Miami, a terra do sol! Hahahaha

      Mais uma vez desculpa e abração!

      Reply
    2. Guzzon

      Luis, se prepara para ficar maluco por lá… tem muita breja boa, breja local, breja importada… tudo barato pra c4r4lh0.

      Eu quase chorei quando entrei na liquor store, tomei umas 3 cervejas por dia, em média… vale muito a pena

      Reply

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