Cerveja La Trappe Tripel – Beercast #71

By | 17 de setembro de 2014
Cerveja La Trappe Tripel no Empório Adega Pelotas – Beercast #71

Cerveja La Trappe Tripel no Empório Adega Pelotas – Beercast #71

A gente nunca cansa de todas essas trapistas. Pela segunda semana seguida estamos aqui bebendo mais um clássico criado pelos monges europeus.

Nesse episódio você vai descobrir porque essa cerveja é a ideal para ser aberta com um sabre de luz, quem de nós é o único que tem cálices trapistas e como fazer harmonizações sem nenhuma ostentação.

Cerveja La Trappe Tripel

Cervejaria: De Koningshoeven
Estilo: Belgian Tripel
Álcool (%): 8% ABV
Temperatura: 5-7 °C
Copo Ideal: Cálice (Trapista)
Preço Varejo: R$27,90 (330ml)

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(utilize o cupom: BEERCAST para 15% de desconto!)

Links comentados durante o episódio:

Confira a nota dos Beerquesteiros para a Cerveja do episódio:

Links comentados BeerNews e leitura de emails:

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Trilha Sonora

  • Star Wars – Cantina Theme Song
  • Star Wars – The Imperial March Theme Song
  • Star Wars – Theme Song

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Avalie abaixo quantas tampinhas esta cerveja merece.

37 thoughts on “Cerveja La Trappe Tripel – Beercast #71

  1. Fabrizio Guzzon

    Salve Galera!
    Ótimo programa! E para esclarecer um ponto, a Baden Golden Ale é uma Speciality Beer, talvez tenha sido essa a confusaõ de nomes queo Renato vez.
    E esse Gustavo é um fanfarrão… falar que eu só joguei o mangericão. Eu fiquei virando o mosto durante a fervura por um bom tempo, até mudarmos de recipiente.
    Mas concordo que temos que fazer um encontro do Beercast no espaço da cervejaria Villa’s. Tanto a comida quanto as brejas estavam show de bola.
    Abç
    Guzzon

    Reply
  2. Luquita da Cerveja

    Fala galera, esse programa teve a melhor trilha e piada rs.

    Minha primeira trapista também foi a La Trappe, lá em 2009 +-. Lembro que eu e mais 2 amigos íamos ao Tortula e sempre ficamos babando pelas cervejas mais caras. Ai os dois amigos me surpreenderam no aniversário dando uma La Trappe Dubble de presente. Lógico que a gente tomou junto, achou muito foda e ficou nisso mesmo rs.

    Eu acho que as pequenas garrafas não são rolhadas, pelo menos elas tem tampinha normal em cima mas até ai as da Lindemans tem tampa e rolha.

    As rolhas sintéticas da Wäls foram um problema de lote porém já está a um bom tempo normalizado.

    O XXX é o mais correto o resto virou história para boi dormir. Na Alemanha eu tomei a La Trappe Puur, que é a não filtrada, muito boa por sinal!

    Anselmo não vá mto pela Larousse, é uma ótima introdução mas tem bastante erro. Para saber quais são as trapistas ativas é só ir direto no site deles.

    http://www.trappist.be/en/pages/trappist-beers

    E sim tem uma na frança…

    Achel (B)
    Chimay (B)
    La Trappe (NL)
    Orval (B)
    Rochefort (B)
    Westmalle (B)
    Westvleteren (B)
    Mont des Cats (F)
    Engelszell (AU)
    Spencer (USA)

    Abraços,

    PS. Faltou colocar o link para a cervejaria do Leo!

    Reply
    1. Anselmo Mendo

      Luquita, a gente queria mesmo era apenas citar as trapistas clássicas e não as novas. Mas do jeito que fizemos acabou parecendo que esquecemos das outras. E realmente, tem uma francesa agora. Nenhuma fonte é completamente confiável quando o assunto é história da cerveja. Parece que a preocupação de documentar esse universo é coisa recente e fontes primárias são escassas. Você mesmo tem notado isso na coluna de nerdices, não é? Fora isso fizemos brincadeiras com os franceses e aí começam a chegar mensagens falando da França cervejeira com dados que não tinha lido por aí. É muita informação. Mas esse debate é bem legal 😀

      Reply
  3. Luiz Felipe Maia

    Realmente a LA TRAP!!! é a trapista com melhor distruibuição no Brasil, por isso muitos começam por ela no mundo “religioso”, inclusive o que vos escreve.

    A Quadrupel é minha favorita, e fiquei surpreso, pois muitos compartilham da minha opinião. Achei que o pessoal iria classificar como cerveja de “mulherzinha” devido ao toque mais adocicado.

    Sds.

    Reply
    1. Diogo carioca

      Esse dulçor é uma característica da maioria das cervejas belgas, é um dos fatores q fazem com q elas sejam tao saborosas e certamente ajuda a desfarçar o usual elevado teor alcoólico. Em contrapartida, prejudica o drinkability.

      Reply
  4. Diogo carioca

    Fala galera!! Deixa eu tirar uma onda aqui, voltei semana passada de uma viagem de 3 semanas pela na europa onde passei 1 e meia na holanda e Bélgica, fui aos mosteiros da la trappe e da achel, pra achel fui de bicicleta! 😉 Bebi todas as cervejas da la trappe dentro do mosteiro acompanhadas por quitutes escolhidos escolhidos para harmonizar c cada breja. E Anselmo, tomei a quadrupel oak aged e foi certamente a cerveja mais marcante de toda a viagem. A exemplar q tomei foi do lote 17, envelhecida em barril de carvalho utilizado na produção de sherry (em cada lote são utilizados barris que proziram outros tipos de bebidas, whysky, vinho, sherry, etc). O aroma amadeirado era incrível! Muito intenso e o álcool mais perceptível que na quadrupel, apesar do teor alcoólico ser o mesmo da quadrupel. Segundo indicação da própria lá trappe, consumi a cerveja em sherry glass, o que funcionou bem devido a sensação mais alcoólica da cerveja e a intensidade do aroma e sabor, combinou com o copo pequeno. Paguei 10 euros na garrafa de 330ml e 4 euros na de 700 da quadrupel, fiz questão de consumir uma seguida da outra pra perceber a diferença, e é absurda!

    Valeu galera!!!

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    1. Anselmo Mendo

      Muito bom Diogo! Minha inveja eterna. Quer dizer, eterna não, eu ainda vou pra mosteiros Belgas em breve! Imagino que a Quadrupel Oak Aged deva ser incrível mesmo. Só fico imaginando você voltando de bicicleta depois de beber tudo isso 😀

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      1. Diogo carioca

        Porra mlk, vai logo! É realmente um sonho… A Bélgica é um esculacho cara.. Fui a Londres depois e foi uma decepção, pelo menos pra mim, na obtém como comparar os ales ingleses c as brejas belgas. Aconselho fazer Inglaterra antes da Bélgica pra não se frustrar rsrs

        Reply
  5. Vinicius Rodrigues

    Ótimo programa, bate papo muito legal.
    La Trappe é sensacional, mas só tomei a Dubble (7 belo) e a Quadruppel.
    achava que era uma cerveja mais antiga.

    Encontro da confraria, sem palavras. Encontro de 1 ano sensacional. Vai ser difícil superar ano que vem.
    Estarei na Barcearia, sem dúvida pra buscar meu prêmio.

    Abraço galera.

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  6. Mário Coppini - Bier Hoff

    Galera, tudo bem?? Saudades de vcs, dei uma sumida pela vida louca, mas aqui estou, comentando em mais um episódio pra encher vocês (mesmo chateado pq não ganho abraço! ahhahahaha).

    Falando sério, escutei o programa bem antes de comentar, então nao lembro muito o que eu ia falar, maaas:

    Primeiro, ótimo episódio, a La Trappe é uma ótima porta de entrada mesmo… Eu nunca fui chegado na Tripel deles, se vou tomar uma tripel tomo a karmeliet, que é até mais barato e acho sensacional, mas a Dubbel e Quadruppel é uma paixão, falando nisso, uma curiosidade: A Oaked dela não é só barril de carvalho, é barris gerais, é um “random” de barris, pode vir de tudo.. e esse ano o mosteiro comprou (não sei da onde, não lembro, desculpem) barris brasileiros que foram usados na cachaça hahaha.

    Quanto a origem do estilo, ela é bem diversa mesmo mas eu creio que estas pontuadas pelo Anselmos são as que mais cairam creio, justifico:
    1 – Pelo álcool, pode até ser, mas isso é meio “coincidencia”, pode ver que a Dubbel acaba com 7,6% e a tripel começa com 7,5% então, elas podem encavalar. Uma dubbel de 7,5 nao é uma tripel. Claro, a média é bem maior, mas pensando por esse ponto não valeria.
    2- A questão da 3x mais malte, é meio claro, pra ter alcool suficiente também.
    3 – A questão de tres tipos de malte é meio inerente a receita, já que gerlamente pra se fazer um bom sensorial de tripel se usa malte, aveia e trigo (aveia pra ‘cremosidade’, trigo pra leveza e acidez leve e malte), não é obrigatório e ela não deixaria de ser uma tripel por isso…

    A que eu mais conheço como verdade, é a do Michael Jackson, onde, não se tendo conhecimento do teor alcoolico, ia de acordo com a extração como se fosse um ‘coador’ passando várias aguas. Quanto mais “aguado” X (blond ale, ou também chamada na época de single), a média XX (seria uma Dubbel) a forte, concentrada XXX (tripel). Isso explica também pq não existe muito bem definido um estilo “quadrupel” sendo uma versão do Belgian Dark Strong Ale.
    Além disso, como foi citado a “primeira” tripel foi a westmalle, não é verdade, explico:
    Como a single, dubbel e tripel eram feito do mesmo mosto, não teria sentido hoje, pois a cor seria a mesma, e era, as tripels antigas eram escuras, a Westmalle é chamada de “mãe da tripel” pois foi ela que “ditou” esse NOVO MÉTODO de tripel, dourada, clara, como consolidou o estilo hehehe.

    Bom, que eu me lembre achei interessante pontuar isso… Desculpe por ter falado demais!!! ahhahaha
    Deixo meu grande abraço pra você e falo, o Passi faz falta na zoeira ahhahaha

    Abração!

    Reply
      1. Mário Coppini - Bierhoff

        Novamente Anselmo, o ESTILO foi CONSOLIDADO pela Westmalle, mas já existia antes as cervejas que eram (TRIPLAMENTE concentradas).
        Realmente, a Westmalle criou o estilo, pois naquela epoca não se existia estilos hahaha, quando passou a existir ela criou o estilo tripel como conhecemos hoje.

        Reply
        1. Anselmo Mendo

          Mário, quanto tu escreve coisas em caixa alta quer dizer que cê tá GRITANDO. Tá gritando mesmo ou é só uma forma estranha de expressar as palavras CHAVES? 😀

          Reply
          1. Mário Coppini - Bier Hoff

            Opção B
            ahahhahaha

            Sou amigo das pessoas que gostam de fazer leituras seletivas ahahhaha

  7. Flávio Yokooji

    Também iniciei-me nas trapistas pela La Trappe. É uma boa cerveja para beerevangelização. Experimentem a Lá Trappe Quadrupel Oak Aged! Experiência incrível!
    Existe agora uma trapista na França sim. Creio que foi oficializada ano passado.
    Estou começando a escutar o Radiofobia com vocês!

    Reply
    1. Renato Martins

      Legal Flávio, espero que goste do Radiofobia. Preciso escutar ainda… hehehe

      Já marca na agenda para ir até o Barcearia no dia 27 hein! Vamos tomar uma cerveja por la.

      Abs.

      Reply
      1. Flávio Yokooji

        Escutei já! Ótima participação. Comentei o post do Radiofobia. O Leo ganhou muito conhecimento e hora-copo do dia que ele participou do Beercast até a gravação com vocês no programa dele, né?
        Tenho um aniversário de criança para ir dia 27, mas é na hora do almoço. Vamos ver se consigo ir. Estou devendo uma participação nesses eventos. Das vezes que encontrei vocês nas festas cervejeiras, não puxei muito papo porque estavam trabalhando e não quis atrapalhar. Espero conseguir ir para a gente trocar uma ideia.

        Reply
  8. Diego Palomo

    “Só se perde o selo uma vez”

    Hahahahah, vocês são fodas.

    La Trappe é sensacional. Uma curiosidade sobre ela é que os conhecidos que não se amarram em cerveja ( ou seja, hereges, inocentes, incultos, imaturos, eleitores do Maluf) adoraram tomar ela, acredito até pelo baixo amargor citado pelo Anselmo.

    Reply
  9. Derly de Lana Cordeiro

    Fala galera do Beercast!

    Essa semana vocês estão bem nerd’s no site ein! Luquita com um post sensacional sobre as cervejas da Comic Con, e agora vocês com trilha sonora do Star Wars, simplesmente SENSACIONAL.

    Sobre a La Trappe, por incrivel que pareça, ainda não tomei nenhuma das La trappe. No dia que fui tomar minha primeira tripel fiquei na duvida dela e da tripel karmeliet, acabei escolhendo a karmeliet. Logo depois vim morar para o interior do estado do Pará e desde então estou num jejum forçado de boas brejas, de vez em quando consigo uma Amazon Beer, e graças as promoções de vocês já tomei duas bodes excelentes e estou esperando minha Cafuza (que chega essa semana).

    Bem, mas depois desse programa, a próxima vez que for a Belém com certeza irei atras dessa La Trappe.

    Abraços e já esperando o próximo programa.

    Reply
      1. Derly de Lana Cordeiro

        Renato, ai que morra o problema.
        O frete da cervejastore para a cidade que eu estou custa R$119,00 dilmas para qualquer cerveja. Ai os meus filhos ficam sem leite e fraldas, rsrsrsrs.
        Tem um Mr. Beer em Belém, mas já tem 4 meses que não vou a Belém.
        Mas a gente vai levando, dando uma de monge budista, fazendo um jejum(forçado).

        Mas como eu disse, graças ao meu bom Deus existem as promoções de vocês.

        Reply
        1. Daniel Córdova

          Opa, me metendo um pouco aqui, mas você não tem vontade de fazer sua própria cerveja?
          Quem sabe é uma chance de poder tomar cerveja boa, já que tá difícil comprar onde vc está.
          Vai que você encontra um fornecedor de insumos em Belém, compra em quantidade boa e faz umas brassagens.
          Abraço

          Reply
          1. Derly de Lana Cordeiro

            Daniel, e uma das minhas maiores vontades. Estou me programado para compra meus equipamentos (estou ate pensando em fazer).
            Loja de insumos em Belém, parece que vai abrir uma agora em novembro, fora isso a galera que faz breja aqui no Pará compra mesmo é da Lamas e de uma lá do RS, ai to esperando eles fazerem outra compra coletiva para o frete ficar barato (pai de família tem que economizar em tudo, rsrsrs).

  10. Daniel Córdova

    Fala pessoal!
    Ótimo programa, La Trappe é boa demais mesmo, estava faltando no catálogo de vocês.
    Vou defender o Rica aqui, pois eu também tenho um cálice da La Trappe – presente da namorada – e recentemente comprei um da Chimay. Uso bastante eles, geralmente pra tomar trapistas.
    Sobre as cervejas que eles fazem, segundo o site, possuem a Puur (nunca vi pra vender aqui), Blonde, Dubbel, Tripel, Quadrupel, Quadrupel Oak Aged, Isid’or e Bockbier (essa também não lembro de ver pra vender aqui).
    Curioso que não mostra no site, mas esse fim de semana tomei uma La Trappe XXV Jubilaris, que fizeram pra comemorar o jubileu do abade do mosteiro, muito boa por sinal.
    E, por fim, Pomerode, a cidade mais alemã do Brasil.
    Além da Schornstein, quem visitar a cidade pode ir no maior zoológico de SC, que fica do lado da cervejaria; tem a Torten Paradies que serve um café colonial sensacional; o Restaurante Siedlertal, com comida típica alemã e outras coisas legais e bonitas pra visitar.
    Eu morava em Jaraguá do Sul, que fica ao lado, e já fui diversas vezes pra lá. Vale a pena passar um sábado lá passeando, é uma cidade pequena e bonita.
    Abraço!

    Reply
    1. Renato Martins

      Olha as dicas ai… pretendo voltar pra Pomerode em Janeiro de 2015, vou aproveitar as indicações!!!

      A Schornstein eu conheci, inclusive bebi chope a rodo deles por la….hehehe

      Sobre as outras cervas da La Trappe, eu já havia escutado sobre essa comemorativa, mas não consegui provar, faz tempo que você provpou Daniel??

      Abs.

      Reply
      1. Daniel Córdova

        Opa… então, essa La Trappe Jubilaris eu tomei esse sábado numa cidade aqui de SC que quase faz divisa com a Argentina, São Miguel do Oeste. Não sei quanto tempo ela tava no balcão da loja esperando ou se chegou faz pouco tempo, mas só tinha uma.

        Ah, esqueci de falar da Nugali, que faz excelentes chocolates e é lá de Pomerode, tem a loja também.
        Além do restaurante WunderWald, típico alemão e a pizzaria La Spezia. (Virei agente de turismo de Pomerode? hahaha)

        Quando você vier então dá um toque que a gente se encontra lá pra tomar umas na Schornstein! Tô doido pra ir lá tomar uma IPA na fonte.

        Abraço

        Reply
    2. Fabrizio Guzzon

      Daniel,
      Tomei a Jubilaris num bar em SRoque… achei muito boa. Vale a pena conhecer!
      Abç
      Guzzon

      Reply
  11. Luís Loureiro

    IT’S A TRAPPEEEEEEE!!!
    Perfeita a arte! ahhahahah
    Respondendo ao Renato, da minha casa até o trabalho é praticamente uma ciclovia só, então não tem problema em relação a prestar TANTA atenção no trânsito!
    E hoje como disse é dia de voltar ouvindo beercast, mas sinceramente estou muito na dúvida pois vi que o Radiofobia de hoje tem cara de estar MUITO bom! hauhahuaa
    Abraço a todos e parabéns pelas conquistas mais que merecidas!

    Reply
      1. Luís Loureiro

        A participação de vocês foi impecável, muito bom conhecer mais um pouco da história de vocês, apesar de eu já ter conhecido quase que ela toda! hehehe
        Mas venho aqui defender o Rica, e ele não é o único a ter um copo trapista em casa! Tamo junto Rica! Mas o meu é da Westmalle.
        Uma das coisas boas desse meu novo emprego é meu vale alimentação, e eu descobri um mercado em Niterói que tem uma variedade muito boa de rótulos, incluindo vários kits, e ainda aceita meu vale pra comprar as cervejas! Aí já viu né? To comprando pelo menos um kit por mês, e de 3 a 4 rótulos diferentes por semana, inclusive semana passada comprei uma Orval, mas ainda não degustei! A fabricação dela é de novembro/13 e to ansioso pra dar meu aval nela!
        Abraços novamente!

        Reply

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