Cerveja Hocus Pocus Overdrive – Beercast #178

By | 5 de outubro de 2016
Cerveja Hocus Pocus Overdrive – Beercast #178

Cerveja Hocus Pocus Overdrive – Beercast #178

Para o episódio de hoje, Rica Shimoishi trouxe a cerveja Hocus Pocus Overdrive para a mesa do Beercast.

Confira como foi esse bate-papo.

Cerveja Hocus Pocus Overdrive

Cervejaria: Cervejaria Hocus Pocus
Estilo: Imperial / Double IPA
Álcool (%): 8.2% ABV
Temperatura: 5-7 °C
Copo Ideal: Pint

Confira a nota dos Beerquesteiros para a Cerveja do episódio:

Comentados durante o episódio:

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Trilha Sonora

  • Focus – Hocus Pocus
  • Focus – Moving Waves
  • Genesis – Follow You Follow Me
  • Jethro Tull – Aqualung
  • Pink Floyd – Astronomy Domine
  • Yes – Owner Of A Lonely Heart

Acompanhe e entre em contato com o Beercast:

Clique no play no inicio da página e escute nosso episódio. (40:23 de duração)
Avalie abaixo quantas tampinhas esta cerveja merece.

18 thoughts on “Cerveja Hocus Pocus Overdrive – Beercast #178

  1. Luiz Felie Maia

    Achei a overdrive sensacional. Junto com a Rizoma, foram minhas 5 estrelas mais recentes no untappd. O único ponto desfavorável é realmente o preço de ambas, embora saibamos que são dipas, que levam muito mais malte e grandes cargas de lúpulo ( a Rizoma também chega aqui no Rio a mais de 40$).

    Então, faço até um link com o episódio passado, recentemente bebi uma Vixnu (paguei 13$) e percebi uma perda de qualidade, tanto no corpo quanto nos aromas de lupulo. Será que a Ambev conseguiu melhorar tanto os processos e a logistica a ponto de baixar tanto o preço? Não teríamos que pagar mais por uma Vixnu do que por uma Indica ou Cauim?

    ps: nada contra a ambev, estou sempre ligado na promoções do emporio.

    Reply
    1. Ricardo Shimoishi

      Fala Luiz!

      É complicado, né? Eu gostaria que realmente fosse possível produzir cervejas de qualidade mais baratas e q assim fossem feitas.
      O problema são os interesses:
      – Muitas cervejas a gente só bebe uma vez, e eu acredito que o cervejeiro nem pode abrir mão de cobrar mais para poder investir em novos produtos, que talvez só bebamos uma vez.
      – Quanto às grande cervejarias talvez prefiram fazer cervejas mais baratas para um volume de vendas maior do que (mesmo de custo menores do que antes) cervejas um pouco mais caras, mas de giro menor.

      Minha esperança é q o mercado brasileiro amadureça de maneira que possamos ter cervejas mais baratas a custos mais jutos.

      Abraços!

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  2. Luquita da Cerveja

    Fala galera, esse programa foi muito bom, já só pelo fato do Rica se matar de falar Hocus Pocus rs.

    Essa ainda não tomei mas confesso que gostaria de tomar uma boa NE IPA americana antes de continuar na NE IPA nacionais.

    A Rizoma é muito boa, apesar de ainda não ter tomado da lata pq essa nova leva ta complicado de pagar, mas me parece que fica ainda bem longe das americanas que, por relato, são bem frutadas mesmo e até na aparência lembram um suco.

    Bom veremos o que está por vir e de uma forma ou de outra a coisa só tende a melhorar.

    Abraços

    Reply
    1. Ricardo Shimoishi

      Hahaha… Engraçadinho…
      Ah, é?!
      Quer dizer que as americanas estão num nível muito acima das nossas NEs??
      Agora fiquei curiosíssimo.
      Se for pra beber nos EUA tudo bem. Mas se for pra trazer pro BR, tem dois problemas:
      1) O preço. Uma Heady Topper pode chegar a custar 3x uma Overdrive,
      2) A longa viagem. Pode ser q ela não chegue aqui tão íntegra quanto desejaríamos.

      Abração!

      Reply
      1. Luquita da Cerveja

        É, esses são os grandes problemas Rica.

        E não sei te dizer se são tão acimas, o que eu quis apontar é que aparentemente elas são um tanto diferente mas já ouvi muitos falando que várias não são boas, harsh absurdos e etc.

        Reply
  3. Fabrizio Guzzon

    Salve galera!

    Muito bom o programa! Ainda não provei a Overdrive, mas experimentei a Rizoma e achei fantástica a cerveja.
    O conceito de criar um sub estilo usando alguma característica é algo muito interessante. Acredito que a Imperial IPA tenha começado da mesma maneira, apenas um sub estilo da IPA e hoje são um estilo a parte.
    A NE IPA esta começando como um sub estilo e talvez algum tempo se torne um estilo a parte.

    Vou dar uma procurada na cerveja, apesar que o preço deu uma assustada quando vocês falaram…. a cerveja pode ser frutada e cítrica… mas o preço é salgado mesmo…. hehehe

    Abç
    Guzzon

    Reply
    1. Ricardo Shimoishi

      hahaha… Gostei: Frutada, Cítrica e… Salgada! kkkkkk

      Apesar de não ser uma unanimidade (por causa do preço), eu acho que vale a pena experimentar.
      Tb acho que o estilo deve , pelo andar da carruagem, ganhar um capítulo à parte nas classificações cervejeiras.

      Abração!

      Reply
  4. Daniel Córdova

    Fala pessoal!
    Muito legal o programa. Creio que ainda não provei nenhuma NE IPA. Vcs chegaram a explicar qual a diferença dessa nova variação de IPA? Se sim, desculpem, acabei não percebendo.
    Acho muito interessante como se iniciam os novos estilos e variações. Primeiro várias pessoas no mesmo local começam a fazer e depois isso se populariza. Tenho visto sempre discussões sobre a tal “escola brasileira” na cerveja, mas nós não temos sequer uma variação de estilo criada por aqui. Pra mim estamos bem longe de ter uma escola própria.
    Bom, fiquei na vontade de beber essa Hopus Copus, quer dizer Popus Hocus, quer dizer… 😛
    Ah, e o preço estava bem salgado mesmo. Recentemente chegaram as latas da Dogma (Hop Lover Citra, Mosaic e Alfa Ryeno) e também estão nessa base de 40 reais. Complicado isso. Um dos argumentos da cerveja em lata era justamente baratear os custos, o que parece que não aconteceu. Gourmetizaram a lata.
    Abraço!

    Reply
    1. Ricardo Shimoishi

      Ae, Daniel!

      Talvez não tenhamos explicado mesmo. As diferenças básicas são as seguintes:

      1) Turbidez /Cor: São cervejas bem claras (palha) muito parecidas com as Wit belgas e também bastante turvas.
      2) Aroma: Embora esse seja um pouco mais difícil de distinguir, as NE têm um aroma denso e fresco de frutas. Parece que vc está cheirando um suco de pêssego ou de grapefruit.
      3) Maciez: Acho que essa é a principal. Não tem aquela aspereza arranhando a garganta. Têm um amargor limpo e sem harsh.
      4) Uso da levedura Conan: Esse é mais técnico, né? A Levedura da variedade Vermont é a que ajuda a trazer as características visuais e de sabor à essa Cerva.
      5) Uso de grande quantidade lúpulo – em lupulagem tardia: Eu não sei se isso é diferencial. Mas é o que se faz sempre nas NE.

      Tb acho que “Escola Brasileira” ainda está longe de existir. Temos uma longa vereda a percorrer.

      hahahaha… Esse nome é um verdadeiro “Trava Língua”. Apanhei pra falar no episódio…

      Tb acho essas cervejas caras prá caramba. Se colocaram na lata pra baratear, nem quero imaginar quanto custariam na garrafa. Não sei se realmente tem de custar isso, mas são caras. Mas na minha opinião tem que experimentar. Nem que seja só uma vezinha. É uma experiência gustativa incrível.

      Abração!

      Reply
      1. Daniel Córdova

        Valeu pela resposta e pela explica, Rica!

        Voltando na questão do preço. As cervejarias sabem que a maioria do pessoal bebe a cerveja uma vez só e passa pra outra. Nós não somos um público muito fiel (apesar de que eu tenho repetido bastante cervejas ultimamente) e a tática então é lançar diversas cervejas diferentes (tupiniquim) ou pelo jeito vender caro, já que “ah é só uma vez mesmo” =P

        Enquanto isso a Armada Cervejeira aqui vende TODAS as 21 cervejas on tap deles (e que sempre vão mudando) a 8 reais o copo de 300 mL e 20 reais o litro pra growler. Então acho que vou entrar na onda do “support your local brewery” hehe

        Abraço

        Reply
  5. David Redmerski Júnior

    Opa, valeu pela lembrança. Estamos.com o nome provisório da nossa NE Ipa, chamamos de juicy ipa. Optamos por não fazernum Double para facilitar a bebabilidade. Servimos ela na pressão esse último final de semana no Bier Vila em Blumenau, junto com outras 5 cervejas nossas. Ficamos com a impressão que publico gostou.

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    1. Ricardo Shimoishi

      Legal, David!
      Eu gostei do estilo. Mas nem pensei que ela poderia ser uma NE IPA ao invés de NE DIPA…
      Deve ter ficado legal!
      E espero poder tomar as suas NEs (e outras tb) em breve. Ainda não deu certo da gente ir no Craft on Draft, mas vamos!
      Tem previsão de quando vc estará mandando a Juicy IPA pra Sampa?

      Abração.

      Reply
      1. David Redmerski Júnior

        tudo dlz Rica?

        Por enquanto não temos previsão sobre uma melhor distribuição para Sampa e outros lugares, vontade não falta.
        Estamos na torcida para conseguir uma produção maior e assim conseguir que mais pessoas possam conhecer nossos produtos. Quem sabe um dia.

        Abraços

        Reply
        1. Ricardo Shimoishi

          Aê, David!

          Cervejas boas nunca são demais. Entendo as dificuldades, imagino a quantidade de variáveis que vcs devem contabilizar até conseguir que a cerveja seja viável economicamente, mas tõ na torcida para que consigam.

          Abração!

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  6. Flávio Yokooji

    Beleza senhores? Gostei muito da Overdrive. Fiz o teste de colocá-la ao lado da Rizoma com as demais single hops da Dogma. Gostei mais da Overdrive e da Hop Lover Citra sendo que a Rizoma estava na geladeira há muito tempo e para esse estilo de cerveja, quanto mais fresca, melhor.

    Reply
    1. Ricardo Shimoishi

      Boa Flávio.
      Eu tb achei a Overdrive muito boa. Mas não tive coragem de pagar R$38,00 pela Hop Lover Citra, muito bem falada tb.
      A Alpha Ryeno tb achei acima da média das cervejas do mercado. E custando metade da Overdrive.

      Que legal que estamos falando de cervejas muito f*das e BRASILEIRAS!
      Show de bola!

      Abraços!

      Reply

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