Cerveja Gravetero Saison Umbu – Beercast 131

By | 11 de novembro de 2015
Cerveja Gravetero Saison Umbu – Beercast 131

Cerveja Gravetero Saison Umbu – Beercast 131

Para o episódio de hoje, Anselmo Mendo trouxe a cerveja Saison Umbu que é uma parceria entre a Coopercuc + Experimento Beer + DoDesign-s.

Confira como foi esse bate-papo.

Cerveja Gravetero Saison Umbu

Cervejaria: Experimento Beer
Estilo: Saison
Álcool (%): 6.2% ABV
Temperatura: 5-7 °C
Copo Ideal: Taça

Confira a nota dos Beerquesteiros para a Cerveja do episódio:

Links comentados durante o episódio:

BeerGifts

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Trilha Sonora

  • Alceu Valença – Morena Tropicana
  • Alceu Valença – Anunciação
  • Elba Ramalho – Ai Que Saudade d’Oce
  • Ney Matogrosso – Sangue Latino
  • Ney Matogrosso – Poema
  • Elba Ramalho – De volta pro aconchego
  • Osvaldo Montenegro – Lua E Flor
  • Milton Nascimento e Luis Gonzaga – Luar do Sertão
  • Belchior – Latino Americano
  • Belchior – Paralelas

Acompanhe e entre em contato com o Beercast:

Clique no play no inicio da página e escute nosso episódio. (40:56 de duração)
Avalie abaixo quantas tampinhas esta cerveja merece.

24 thoughts on “Cerveja Gravetero Saison Umbu – Beercast 131

  1. Diogo Silveira

    Falae rapazeada! Parabéns por mais um ótimo programa!

    Coincidentemente no último fim de semana estive na feira de São Cristóvão (feira dos “paraíbas”) aqui no Rio e, enquanto bebia um suco de taperebá, só conseguia pensar que aquilo iria muito bem com cerveja. Acredito que o maior destaque dessas frutas (umbu, graviola, cupuaçu, mangaba, etc) seja mesmo o azedo. E azedo vai maravilhosamente bem com cerveja!!! Não a toa as sours tem tido tanto destaque!

    Falando em sour, quando vai rolar um programa com alguma representante dessa família?!

    Outra coisa, observei que o Rica não conseguiu ser imparcial na hora de avaliar a cerveja hehe Minha experiência é que isso as vezes pode frustrar um pouco o cervejeiro 🙂 o que quero dizer é que uma cerveja pode ser analisada baseada unicamente na sensação de prazer que você sente quando a bebe. Porém outra forma de o fazer (e vamos concordar, tb mais justa ;)) seria analisar a cerveja se desprendendo totalmente das preferências pessoais. Isso significaria, nesse caso, pensar na inserção do umbu no contexto saison, no equilíbrio, se as características da cerveja estão todas lá… etc… isso pode parecer coisa de cervochato e talvez seja mesmo! mas o fato é que quando não nos desprendemos de nossas preferências pessoais, corremos o risco de praticar injustiças 😉

    Reply
    1. Ricardo Shimoishi

      Fala Diogo!

      Excelente dica essa de fazer um episódio com as azedinhas. Eu gosto muito. Vamos ver se rola.
      Quanto à forma de avaliar cervejas, eu entendo que não há como desvincular suas impressões pessoais do que vc “julga”. Eu entendo que TUDO passa por impressões pessoais. Quer um exemplo?
      Imagina que vc não gosta de fígado. Ou melhor: DETESTA, ODEIA, NÃO SUPORTA bife de fígado. Nesse caso você conseguiria fazer uma avaliação imparcial dessa iguaria?
      Falaria da boa textura, do sabor intenso, do gosto residual com tranquilidade?
      Eu, pelo menos, não conseguiria.
      Então, as minhas avaliações sempre serão permeadas pelas minhas sensações pessoais. Mas não quer dizer que outras pessoas (como o Flávio e o Guzzon que comentaram anteriormente) não possam apreciar a cerveja.
      Viva a Diversidade!

      Abração e #Cheers!

      Reply
  2. Fabrizio Guzzon

    Salve galera!
    Gostei muito ver um programa trazendo um lançamento de mercado, material fresquinho para os ouvintes.
    E estou com muita vontade de provar essa cerveja, gosto do estilo e gosto de suco de umbu…. quando comecei a beber, a alguns anos atrás… eu sempre fechava a noite bebendo um suco de graviola ou umbu.

    E pelo que me lembro, a percepção de ácido e até mesmo da carambola é proveniente do Umbu. E imagino que o dulçor e a acidez da fruta combinem muito bem com o estilo.

    E para completar, essa ideia do evento em parceria com a Cozinha de Jack foi uma grande sacada. Sou fã desta junção de culinária e cerveja… vou dar meus pulos para estar em SP e participar do evento.

    Abç
    Guzzon

    Reply
    1. Ricardo Shimoishi

      Fala Guzzon!

      Obrigado!
      Nem sempre a gente consegue fazer os programas sintonizados com o que está acontecendo. Mas desta vez deu certo!
      Ainda estou atrâs do Umbu e tb de mais conhecimento pra aprender a apreciar melhor o estilo Saison.
      Estamos muito animados para o evento, nossa cerveja está fermentando e espero que muitos amigos (como você) possam comparecer ao evento. Vai ser uma grande festa!

      Forte Abraço!

      Rica

      Reply
  3. Daniel Córdova

    Fala galera!

    Atrasei um dia mas consegui ouvir o episódio. Quase não vim comentar hoje só pra contrariar o Anselmo hahaha

    Mas eu vim só pra dizer que, realmente, a Taíse é uma mega parceira e merece muitas flores de edelweiss, IPAs e Kriek Boons. A viagem não teria sido a mesma se ela não tivesse disposta a dirigir nos mosteiros. Sorte que no fim do dia eu compensava com muitas IPAs pra ela.

    Também ia comentar que vocês conseguiram fazer um programa inteiro falando “umbu” sem nenhum trocadilho, mas no final acho que a pressão foi tanta que, “como o Renato” não conseguiram aguentar.

    Abraço!

    Reply
    1. Ricardo Shimoishi

      kkkkk…
      Legal, manda um beijo pra Taíse. Ela posta coisas bem engraçadas no FB.
      Eu comentei com os caras durante a gravação que (por causa do Umbu) lembrei da menina que contou a piada do poste e da mulher grávida pro Silvio Santos. A piada do Bambu.
      hahaha…

      Abração!

      Reply
      1. Daniel Córdova

        daria uma boa apresentação no programa “eu sou fulano e o poste dá a luz em cima, a mulher dá a luz embaixo, e o umbu?”

        Reply
  4. Micheel Pedreira

    Cerveja de Umbivis. Ja tinha visto nos noticiarios da Bahia meses atras. Quando for em Feira de Santana em janeiro proximo, vou experimentar.

    Reply
  5. Flavio Yokooji

    Voltei aqui para fazer uma reclamação! Como vocês fazem um programa inteiro falando sobre umbu e não fizeram nenhuma piada de quinta série do estilo “como umbu pode ser tão gostoso”?
    Fica registrada a minha revolta! Rs

    Reply
    1. Ricardo Shimoishi

      haha…
      Sabe que mais gente falou sobre essa música e eu não faço a menor ideia do que vcs estão falando?!
      Talvez o Gustavo saiba…
      Acho que na minha 5ª série não tinha isso não.

      Abraço!

      Reply
  6. Flavio Yokooji

    Gosto é algo engraçado mesmo. Saison é um dos meus estilos preferidos. Aliás… quanto mais sabor de algo rústico e cheio de estábulo/ crina de cavalo, para mim, é melhor! Rs. Problema é que os brasileiros ainda não estão fazendo esse estilo como os belgas. Espero que a Gravetero Saison Umbu tire essa minha percepção.

    Reply
    1. Ricardo Shimoishi

      É?!

      Isso é uma coisa legal, né? Existem tantos estilos de cerveja que a gente pode “escolher” o que gostar. Ou, talvez (o mais provável) eu ainda tenha que aprender a gostar do estilo.
      Vou tomar umas a mais pra facilitar o aprendizado!

      Abração!

      Reply
  7. Luquita da Cerveja

    Fala pessoal, ótimo programa… pq será né? Rs

    Que bom, em modo geral, que curtiram a breja. Eu a conheci através do Alexander que comentou que um amigo dele tava no Mix Beer com uma cerveja de Umbu. Quando ele disse Umbu meus olhos brilharam, por que eu adoro o suco da polpa.

    De fato o suco da polpa para a polpa utilizada na cerveja há uma diferença, a natural (da cerveja) é um tanto mais suave do que a utilizada para suco que sofre de um processo na extração para render mais, realçando o sabor.

    Como o Gustavo falou, o Umbu é parecido com a Graviola mas com um toque mais azedo e com o mesmo gosto adocicado no final. Então esse azedinho que vocês sentem na cerveja veio do Umbu, assim como um aroma frutado e acido que ela exala também.

    Sei que sem parâmetro fica mais difícil de identificar a fruta mas é por isso que no evento de lançamento dela iremos servir suco de polpa (a mesma utilizada na receita da cerveja) para todos que forem tomar a cerveja. Assim as pessoas aprendem a identificar e conhecem o sabor da fruta.

    O programa foi bem completo, agradeço o apoio de vocês e espero todos amanhã no evento:
    https://www.facebook.com/events/538094859682742/

    Abraços

    Reply
    1. Ricardo Shimoishi

      Valeu Luquita!

      Muito bom ver gente tocando projetos que valorizam o patrimônio (natural no caso) brasileiro. Quanto mais gente trabalhando nisso, mais gente vai se interessar pelo assunto e assim haverá mais gente envolvida no crescimento cultural brasileiro.

      Obrigado a vc por complementar as informações e pela dica primordial da cerveja.

      Abraços!

      Reply
  8. Ítalo Carvalho

    Opa, essa cerva chegou aqui em Salvador tem mais de mês, será que foi essa a vez na vida eu bebi algum lançamento antes do pessoal no Sul/Sudeste?

    Gostei bastante dessa cerveja, mas admito que não percebi nenhum aroma ou sabor de umbu nela. Minha namorada também não percebeu, então não fui só eu 😉

    Quem tiver a chance de provar a fruta, recomendo fazer uma umbuzada, que nada mais é do que bater o umbu com leite. Bem cremosinha, fica uma delícia!

    Reply
    1. Ricardo Shimoishi

      Boa Ítalo!

      Pode ser sim que vcs tenham provado a cerveja antes da gente. Afinal, vcs estão mais perto que a gente dos pilares do projeto.
      Fiquei curioso! Vou procurar a polpa do Umbu pra fazer essa umbuzada!

      Abração!

      Reply
  9. Leandro Lopes Pereira

    Esta semana eu comprei a graphic novel da MSP chamada Ingá, que conta uma aventura do Piteco e da Thuga que se passa na Paraíba. Sentí no final da hq uma vergonha. Eu nunca havia ouvido falar da pedra do Ingá(uma pedra gravada com uma escrita desconhecida) e de quase nenhuma das lendas que são contadas lá. Eu sou brasileiro, como raios eu nao conhecia?
    Desta vez a vergonha se repetiu. Claro que eu sei o que é umbú,já tomei tanto suco de umbú! é uma fruta azedíssima que parece uma vagem como o alfarroba e… [google]… caramba. Não é. Que fruta é essa que eu chamava de umbú?
    Este tipo de iniciativa é boa pra gente conhecer melhor o país que a gente vive. A gente é muito mais ligado à terra dos outros do que a nossa própria. Havia uma rede de sorveterias incrível chamada Frutos do Serrado que trazia sorvetes de seriguela, cajá, etc. Alguém sabe se fechou?

    Reply
    1. Ricardo Shimoishi

      Fala Leandro!
      Muito legal o seu comentário. Desde criança (e olha que faz tempo, heim?) eu gosto de Maurício de Sousa. Não li todas as graphic novels da MSP, mas achei todos os temas legais. Esse do Piteco eu não sabia que tinha saído. Mas vou comprar!
      Eu tb conheço pouco do Brasil. Apesar de achar que a cultura brasileira tem de ser conhecida, tb acho que a gente acaba valorizando mais o que vem de fora. Parece que se fala mais da cultura gringa do que da nossa própria. Eu lembro que quando meu filho era bem pequeno (uns 6 anos, eu acho) ele dizia: Os pais da Pátria são: George Washington, Thomas Jefferson e Benjamin Franklin.E ele sabia disso pq assistia os “Padrinhos Mágicos”.
      E é claro que ele não fazia a menor ideia de quem poderiam ser os pais da Pátria brasileira.
      Bom… Fico feliz de participar de um projeto que ajuda a divulgar o Brasil (se bem que a gente divulga os EUA, a Bélgica, a Alemanha, a Inglaterra e outras terras cervejeiras tb, né? kkkkkkk)
      Ah! A fruta que vc chamava de Umbu, deve ser o Tamarindo…

      Forte Abraço!

      Reply
      1. Leandro Lopes Pereira

        Ô Rica, o pai da Pátria é o José Bonifácio!
        Esta do Piteco é da primeira leva das msp. Eu achei por acaso na livraria,acho q agora só vende por encomenda. Mas na leitura, fiquei fascinado. O Shiko, paraibano,fez uma arte linda e com uma história tão nova e tão rica!
        Acredito que isto seja forte também na sua família já q viemos filhos de culturas orgulhosas. Na minha família,a cultura européia é vista como superior. Na itália,na espanha, em portugal. Nao conheci minha bisavó índia sergipana e meu bisavô negro baiano. Eles se foram muito antes de me contarem sobre o que eles viveram. Minha escola tampouco valorizou as coisas daqui. Cordel era uma curiosidade, quando a leitura realmente foi o romantismo ou o realismo. Sei de Stonehenge, das pirâmides egípcias e até de machu pichu, mas na escola,nunca ouvi falar da pedra do Ingá
        Cerveja não é algo grande na cultura brasileira, no esforço de vocês é totalmente válido falar de qualquer outro país. Atrai a todos os públicos.
        A fruta q eu chamava de umbu, pesquise e agora acho que é o jatobá. O tamarindo parece uma vagem de amendoim.

        Reply
        1. Ricardo Shimoishi

          Lindo relato, Leandro!

          Sua família é parte da história do Brasil!
          Esse resgate, essa busca pela raízes, desprezar o desprezo (essa foi ruim…) que as pessoas tem pelas coisas brasileiras é o que precisamos fazer para colocar o Brasil num caminho mais patriótico. Não estou falando de “patriotada” mas de, pelo menos, respeitar o que nossos antepassados construíram.

          Nossa! Isso tá ficando filosófico demais… rsrsrs…

          Vamu bebe uma!

          Abraço!

          Reply

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