Cerveja Fullers ESB com Ricardo Passi o “Tchê” – Beercast #75

By | 15 de outubro de 2014
Cerveja Fullers ESB com Ricardo Passi o "Tchê" – Beercast #75

Cerveja Fullers ESB com Ricardo Passi o “Tchê” – Beercast #75

Desta vez voltamos ao Tchê Café prá um papo descontraído com Ricardo Passi.

Saiba quem brinda com o traseiro do copo e quando Londres foi invadida por uma enchente de cerveja. Conheça um pouco mais dos Pubs Ingleses e porque alguns deles podem ser comparados ao Mc Donald´s.

Cerveja Fuller’s ESB

Cervejaria: Fuller’s
Estilo: Extra Special Bitter
Álcool (%): 5.9% ABV
Temperatura: 8-12 °C
Copo Ideal: Tulipa / Pint / Caldereta
Preço Varejo: R$25,90 (500ml)

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Links comentados durante o episódio:

Confira a nota dos Beerquesteiros para a Cerveja do episódio:

Links comentados BeerNews e leitura de emails:

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Trilha Sonora

  • The Who – I Can’t Explain
  • The Who – Anyway, Anyhow, Anywhere
  • The Who – My Generation
  • The Who – The Who – Substitute
  • The Who – I’m A Boy
  • The Who – Boris The Spider
  • The Who – Happy Jack
  • The Who – Pictures of Lily
  • The Who – I Can See For Miles
  • The Who – Magic Bus
  • The Who – Pinball Wizard
  • The Who – The Seeker
  • The Who – Baba O’Riley
  • The Who – Won’t Get Fooled Again
  • The Who – Let’s See Action

Acompanhe e entre em contato com o Beercast:

Clique no play no inicio da página e escute nosso episódio. (45:42 de duração)

Avalie abaixo quantas tampinhas esta cerveja merece.

26 thoughts on “Cerveja Fullers ESB com Ricardo Passi o “Tchê” – Beercast #75

  1. Fabrizio Guzzon

    Salve Galera!
    Ótimo programa, como de praxe.
    Eu acho as cervejas da Fuller muito boas em sua grande maioria, até o momento nenhuma me decepcionou e geralmente me agradam mais que a média, em parte por que me agrada mais estes estilos ingleses.
    Abç
    Guzzon

    Reply
  2. Luis Henrique Camargo

    Sobre a história interessante que o Renato comentou neste episodio, sobre o desastre na cervejaria The Meux e Brewery Company.
    Perceberam que completou exatamente 200 anos do acidente? 17 de Outubro de 1814.

    Reply
    1. Ricardo Shimoishi

      Bela Observação, Luis!

      Olha só que coincidência!
      A gente tinha gravado esse episódio há algum tempo e realmente foi um grande acaso a gente ter lançado o episódio essa semana.
      Bem Legal!

      Abração!

      Reply
  3. Diogo Silveira

    Falae! Essa cerveja é excelente, um clássico! Porém, convenhamos que é impossível dar 5 chapinhas pra grande parte das cervejas inglesas por um motivo óbvio: um dos aspectos que deve ser avaliado e que inquestionavelmente compõe a “nota” de uma cerveja é a espuma e, nesse quesito, as cervejas inglesas, em sua maioria, levam nota 0, isso é inegável 🙂 vamos lá, não deixem a paixão que uma cerveja iconica como a Fullers ESB distorcer o bom senso de vocês.

    Eu ouvi de um funcionário da La Trappe que a explicação para o fato das cervejas inglesas terem esse aspecto “flat” se deve a um fato bem curioso, na Inglaterra o cultivo do lúpulo é feito sem o cuidade de separar as flores “machos” das “fêmeas”, enquanto no resto do mundo, o lúpulo utilizado é apenas fêmea! O que acontece é que a presença dos machos tem como consequência a produção de gordura, e essa por sua vez é responsável por impedir a formação de uma espuma de qualidade. Não sei se a histório procede mas achei bem e interessante e o lance da gordura faz sentido! 🙂

    Garrafada: A visita a Fullers não pode ser baratinha por um motivo muito muito claro, ela é cobrada em libra e não existe nada que custe “libras” e seja barato rsrs

    Valeeeeeeeu!

    Reply
    1. Ricardo Shimoishi

      Ae, Diogo!

      É verdade. Esse lance de ter pouca espuma pode tirar um pouco do tesão de beber a cerveja. Até vc beber a cerveja. É claro que tem as exceções (como em qualquer Escola), mas a Cerveja Inglesa é muito boa! Como característica da Escola Inglesa, acho perfeitamente aceitável a espuma baixinha delas.
      De qualquer jeito achei bem legal essa história dos lúpulos machos e fêmeas. Quer dizer que se algum gaiato resolver usar somente lúpulos machos, o resultado seria tipo uma espuma de guaraná??
      hahaha… Muito legal!

      Abração!

      Reply
  4. Leonardo Graton

    Salve galera do Beercast.
    Tem uma noticia interessante sobre essa Fullers, esse ano o guia BJCP está sendo reformulado. Como muitos já sabem o estilo ESB foi criado pela Fullers (ao menos é essa a historia que muitos contam) , logo ela é o padrão de referncia do que é uma ESB. Porem na prévia do BJCP 2014, lançado na internet, a Fullers ESB não é considerada uma ESB, ela foi movida para Altbier ou English strong ales se não me engano, devido a sua discrepância de característica para as demais ESB.
    Isso é no minimo esquisito pois eles criam o estilo e depois o estilo criado por eles não é mais o certo?

    Saúde e caneca cheia a todos!

    Reply
    1. Anselmo Mendo

      Não tinha notado isso Graton. Verdade, a princípio não parece fazer muito sentido. Seria legal se o BJCP fizesse comentário naquele campo “History” do guia.

      Reply
  5. Luquita da Cerveja

    Fala pessoal,

    Meu coloca o Passi #2 no lugar do outro vai rs….

    Mto bom o programa e as Fullers são realmente sensacionais, na minha top 10 ainda está a Vintage Ale (de série numerada).

    Abraços

    Reply
  6. Vinicius Rodrigues

    De fato a cerveja inglesa é o lorde enquanto a americana é o cara que chega chegando na festa.
    Muito válido o que vocês falaram de acabar voltando pras inglesas depois de ir para as americanas, eu tento equilibrar.

    Fullers, amor demais, todas as que experimentei, são fáceis de achar. O programa me deu vontade de revisitar a 1845. 4 tampinhas pra ESB.

    E vocês geralmente colocam uma foto no convidado no post. Por que colocaram do Gustavo dessa vez? Rs

    Esquecemos de pedir pra divulgar o encontro da confraria, mas tá todo mundo convidado. Sábado dia 18, no let’s beer na Joaquim Távora.

    Isso aí galera, grande abraço, sigam com o ótimo trabalho.

    Reply
  7. Daniel Córdova

    E aí pessoal, tudo certo?
    Poxa, estou devendo pra mim mesmo uma degustação de diversas Fuller’s, esta aí inclusa.
    Só me tirem uma dúvida: ESB (Extra Special Bitter) é a mesma coisa que English Pale Ale? Ouvi/vi/li isso em algum lugar mas fiquei sem ter certeza.
    Dei muita risada com a “nova” lei de pureza alemã, a Hi-Usain-Bolt hahahahhaa
    O Tchê Café é um dos 3 lugares que ainda quero e preciso visitar em São Paulo. Os outros dois são o novo Delirium Café e o Emporio Alto dos Pinheiros. Pena que não sobra muito tempo quando estou por aí, mas vou fazer um esforço e vou convidar vocês, hein.
    Abraço!

    Reply
    1. Renato Martins

      Daniel, uma vez acho que você ia vir pra ca, mas acho que acabou não rolando… quando vier, vamos marcar sim.

      Outro dia fomos no Delirium e peguei um chope que estava passado… bem estranho.

      Abração!

      Reply
      1. Daniel Córdova

        Eh verdade, acho que não rolou da outra vez. Mas agora dá pra combinar pelo Facebook mais facilmente.

        Que estranho mesmo o chope passado. Tomara que tenha sido um caso isolado.

        Reply
    2. Luquita da Cerveja

      Daniel ESB e EPA são bastante difusos mesmo, tem lugar que as classifica como a mesma coisa e outros as separam mas a ESB na minha opinião é mais amarga (terroso) e seca.

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  8. Flávio Yokooji

    Outro comentário que me lembrei agora: Fui no Tchê Café buscar o ingresso do “Degusta Beer” que tinha ganhado. Gostei tanto do lugar que fiquei lá. Tomei chopps a preços justos e comi um excelente goulash. O único problema é que fiquei tão a vontade no bar que curti e fiquei por lá bastante tempo. Sendo que o gasto foi maior do que se eu tivesse comprado o ingresso! kkk

    Reply
  9. Flávio Yokooji

    E ai pessoal, blz?

    Não comentei o episódio passado, mas escutei e gostei! Fabiana Arreguy sabe falar de cerveja para não-iniciados e experientes. Muito legal também a dinâmica dos concursos.

    Falando sobre o episódio de hoje. Acho que as cervejas inglesas, e as Fullers, são como aquelas bandas de rock clássicas. Você começa por elas e depois vai se aventurar nas músicas mais alternativas, virtuosas, que desconstroem os padrões. Depois de curtir a piração, volta as raízes e percebe o quanto o clássico é genial.
    Um comentário sobre a harmonização do Anselmo que não chega a ser garrafada: Os ingleses chamam o prato de fish and chips – não fish and fries. Batata frita falada por americanos é “french fries” e para os ingleses é “chips”.

    Reply
    1. Anselmo Mendo

      Boa analogia Flávio, beber os clássicos ingleses, com sua excelente drinkability, é como ouvir Pink Floyd, Rolling Stones, Queen, :D.
      E claro, fish and chips, tem toda razão. Deslize.

      Reply
  10. Henrimar Ladeia

    Galera, sou fã de vocês e queria só fazer um comentário em relação à pubs ter cachorro.
    Em Campinas tem uma chopperia chamada Giovanetti que os caras tem um São Bernardo enorme e eu nunca entendi o porque disso.
    Abraço

    Reply
    1. Anselmo Mendo

      Obrigado Henrimar!
      É sobre os bichos, o São Bernardo não é aquela cão que carrega o barrilzinho no pescoço com conhaque? Faz todo sentido num bar :D.

      Reply

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