Cerveja Duchesse de Bourgogne – Beercast #138

By | 30 de dezembro de 2015
Cerveja Duchesse de Bourgogne – Beercast #138

Cerveja Duchesse de Bourgogne – Beercast #138

Para o episódio de hoje, trouxemos a cerveja Duchesse de Bourgogne pra você começar 2016 bebendo bem.

Confira como foi esse bate-papo.

Cerveja Duchesse de Bourgogne

Cervejaria: Verhaeghe
Estilo: Flanders Red Ale
Álcool (%): 6.2% ABV
Temperatura: 8-12 °C
Copo Ideal: Taça

botao-comprar-cerveja

Confira a nota dos Beerquesteiros para a Cerveja do episódio:

Comentados durante o episódio:

BeerGifts

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Trilha Sonora

  • Wallace Collection – Daydream
  • Frank Zappa – The Central Scrutinizer
  • Frank Zappa – Joe’s Garage
  • Frank Zappa – Catholic Girls
  • Frank Zappa – Crew Slut
  • Frank Zappa – Fembot In A Wet T-Shirt
  • Frank Zappa – On The Bus
  • Frank Zappa – Why Does It Hurt When I Pee
  • Frank Zappa – Lucille Has Messed My Mind
  • Frank Zappa – A Token Of My Extreme
  • Frank Zappa – Stick It Out

Acompanhe e entre em contato com o Beercast:

Clique no play no inicio da página e escute nosso episódio. (46:58 de duração)
Avalie abaixo quantas tampinhas esta cerveja merece.

26 thoughts on “Cerveja Duchesse de Bourgogne – Beercast #138

  1. Aroldo Reis

    Opa, legal esse site de vocês comecei a ouvir a pouco tempo. tipo uns 10 dias rsrs..
    Mas estou ouvindo aos pouco desde do começo.. o legal que algumas brejas já tomei meio que na sorte e você já comentaram, desde do ano passado venho apreciando e gastando bem com cervejas especias rsrs , vocês já comentaram da Jabutipa, fiquei na expectativa do sabor de jabuticaba, mas ta valendo , aproveitando do 3 tampinhas.

    Abraços !

    Reply
    1. Anselmo Mendo

      E aí Aroldo? Obrigado por ouvir a gente. É realmente difícil encontrar algo de jabuticaba na Jabutipa, rs, pesar que acho o custo benefício dela bem razoável. Provavelmente você encontrará episódios de muitas outras cervejas que já provou pesquisando aqui no blog. Outra coisa é que tem muito texto bacana sobre cerveja aqui, produzido pelo pessoal que colabora com a gente e adora cerveja também. Abração!

      Reply
  2. David Redmerski Júnior

    Feliz 2016 para vocês, que venha muita alegria e também alegria engarrafada para comemorar as outras alegrias.
    Faz tempo que não comento, falha minha, até preciso agradecer a citação no episódio da Centeio Dedo. Sobre a Duchesse, anteontem apresentei minha esposa para ela, virou súdita na hora.
    Parabéns pelo programa, cada vez melhorando mais. Viva a Revolução.

    Reply
    1. Anselmo Mendo

      David, que bom que você tem uma esposa que não fica enciumada com a Duchesse 😀
      Um ótimo início de ano e muita cerveja boa pra todos nós.
      Abração!

      Reply
  3. Julio Oliveira

    Boa tarde galera!

    Depois de muito tempo sem comentar nada….aqui estou neste último episódio de 2015.

    Escutei o programa logo depois de assistir mais uma vez o primeiro episódio do documentário exibido pelo Discovery Channel em 1989….”The beer hunter” do jornalista Michael Jackson (Uuooolllll!…rsrsrs).
    O episódio 1 que fala das cervejas belgas e explica um montão de coisas inclusive descrevendo da onde vem o nome lambic, o processo de fermentação Espontânea da Lifmans, a diferença entre lambic gueuse e kriek.

    Anselmo….Nas cervejas temos a adição de lúpulo como conservante e para trazer aromas, específicos de cada espécie. Ou seja, quanto mais fresco melhor. Nas lambic o aroma não é desejado, por isso o lúpulo é envelhecido por cerca de 3 anos para ter apenas a característica de conservante. Em um curso de off flavor que fiz, aprendi que lúpulo velho e oxidado traz um aroma de chulé. Possivelmente esse lúpulo velho contribua bastante para características peculiares de algumas lambics.

    Gu…. No episódio comenta sobre uma salada que utilizava cerveja na composição. Acredito que dificilmente seria jogada diretamente na salada, mas misturada em um molho. Não sou grande conhecedor de cozinha, mas acredito que ou se faz um molho mais ácido e colocamos a cerveja para dar uma nota adocicada, ou fazemos um molho agridoce que exaltaria sabores mais complexos vindos da cerveja. Alguém quer tentar?

    Muita coisa legal é comentada neste documentário que acho obrigatório a qualquer entusiasta de cerveja. Procurem no YouTube como “beer Hunter “.

    Muito obrigado pela companhia neste último ano e que 2016 traga boas cervejas e sucesso a todos!!!!
    Eet smakelijk!!!!

    Reply
    1. Anselmo Mendo

      Obrigado Julio, um ótimo 2016 com excelentes cervejas pra todos nós.
      Estou terminando de escrever meu texto sobre a cervejaria Cantillon, então em breve teremos um programa só sobre Lambic, aguarde.
      Abração!

      Reply
    2. Anselmo Mendo

      Julio, ontem também revi o Beer Hunter #1. Falta a classe do Michael Jackson a quem produz programas sobre cerveja hoje em dia. A cervejaria de Lambics que ele visita é a Lindemans, que produz autênticas lambics, e não a Liefmans. Vou divulgar os links no FB do BC. Abraço.

      Reply
  4. Robson Rangel

    Pessoal, tem o kit com duas garrafas e a taça na Cevadaria que fica na Rua Maratona, 369 perto da Vila Mascote. Abraços e feliz ano novo!!!!

    Reply
  5. Fabrizio Guzzon

    Salve galera!
    Mais um ótimo programa… a Duchesse é fantástica e a correção do André sobre as bactérias presentes nos barris foi muito pertinente!

    E vamos para um 2016 repleto de cervejas, experiências e eventos!!!

    Abç
    Guzzon

    Reply
  6. André Silva

    Sensacional!!!
    Comentei lá na pagina do facebook mas coloco aqui também:

    Duchesse é a minha menina dos olhos!
    Sou da Best Beers Importadora e Distribuidora e só complementando algumas coisinhas:

    – A Duchesse passa pelo envelhecimento em barril, mas ela não tem brettanomyces, o sabor e acidez dela vem das bactérias acéticas e laticas que estão na madeira, isso que acidifica ela, lembrando que bretta traz várias características à cerveja, mas não traz acidez.

    – Nós trazemos a 750ml pro Brasil também, mas a demanda da 330ml é BEM maior, por isso que vocês devem ter visto mais dela do que da grande por ai.
    Hoje nós importamos a Duchesse em 330ml, 750ml e barris de 20L.
    Podem dar uma olhada no nosso site pra mais informações: http://bestbeers.com.br/cervejarias/verhaeghe/item/24-duchesse-de-bourgogne

    – O estilo correto teoricamente é o Flanders Red Ale, mas a própria cerveja nomeia como “Flanders red-brown ale”, até na caixa da 750ml está assim, a verdade é que eles não se importam muito com guias de estilo, mesmo porque a cervejaria existe muito antes desses guias.

    – Quanto à temperatura, vai muito do gosto, mas eu já tomei a Duchesse a cerca de 3 graus algumas vezes e acho FANTÁSTICA! Fica super refrescante, eu tomaria na praia o dia inteiro!

    – Quanto à Borgonha, antigamente era uma região que englobava uma parte da França, Holanda e o que hoje é Bélgica, por isso que Maria de Borgonha era da região de Bruxelas mas era na verdade a região de Borgonha. Hoje a Borgonha é apenas uma região da França, pois o domínio que eles tinham na Bélgica e Holanda foi se perdendo com o tempo.

    – A Duchesse não usa levedura de vinho não, é uma levedura Ale proprietária que é propagada a algumas décadas já, depois só passa pela fermentação dentro dos barris.

    – A cerveja é um blend entre safras de 8 e 18 meses, Peter Verhaeghe é o blender e o cervejeiro e ele diz que mesmo a essência da cerveja sendo a mesma independente do lote, o blend sempre tem pequenas variações dependendo do barril que foi usado, mas sempre usando cervejas de 8 e 18 meses de idade.

    – Essa é taça oficial da Duchesse: http://bestbeers.com.br/images/Verhaeghe/duchesse/Duchesse-taca.jpg

    – Sou o dono da importadora mas não uso Duchesse pra temperar salada não!

    Esse é um video da cervejaria com Karl Verhaghe, gente finíssima e bisneto do fundador da cervejaria que hoje toca o negócio da família:
    https://www.youtube.com/watch?v=OcBHmgalWRc

    Fico muito feliz de que tenham gostado da minha querida Duchesse de Bourgogne!

    Reply
  7. Luquita

    Fala pessoal, um feliz 2016 e uma boa virada antecipado para vocês.

    Lembro que no ano passado eu passei a virada com Oud Bruin que é semelhante a Brown Flanders e esse estilo tb me facina.

    Na vdd tudo que tem uma leve acidez que curto mto e essa breja sem dúvida é top.

    O Daniel sem dúvida é a melhor referência de Bélgica que podemos ter, o nosso guia pessoal, deveria escrever um livro.

    Eu realmente começo a acreditar que substituíram o coitado do Rica ou ele se neva a gravar se não tem lúpulo marcante? Rs

    Bom é isso aí, um abraço para todos e que venha muito mais no próximo ano!

    Reply
      1. Luquita

        Vou colocar as promessas na agenda, só falta escolher a página rs.

        Anselmo, falando em queijo, aqui nos mercados realmente não temos as opções mas Brasil é bem rico em tipos de queijos porém concordo que nos mercados europeus é sacanagem, na Alemanha vende até camarão pronto pra consumo em porção para café da manhã rs.

        E segue a imagem da máquina com caixa de cerveja:
        https://scontent-gru2-1.xx.fbcdn.net/hphotos-xfa1/v/t1.0-9/12360372_1002174489841771_5241331187187349882_n.jpg?oh=20e21d7bac9c39cac68de6d51b8817c1&oe=57119B0B

        Reply
        1. Anselmo Mendo

          Verdade, tem muito queijo brasileiro bom, os da Serra da Canastra por exemplo, e vários tradicionais feitos no sul, mas como você disse, supermercado europeu é sacanagem nesse quesito.

          Reply
  8. Flavio Yokooji

    Pessoal, feliz 2016 para todos! Rica e Anselmo, peguem leve no moti esse ano! Rs
    Podem trocar os integrantes aí pelo Guzzon. Só ele sabe o que fala! Rs. Brincadeira, claro.
    Quaaase comprei essa cerveja ontem, mas como o estoque lá de casa ainda está grande, segurei o impulso. Experimentando, venho aqui dar minhas opiniões. Sou suspeito para falar de lambics, sours, guezes e cervejas com bretta… gosto muito.
    Façam logo um novo evento do beercast!

    Reply
    1. Anselmo Mendo

      Obrigado Flavio, ótima entrada de ano pra vocês também. Virada de ano é pra se acabar no moti!
      Logo teremos um programa sobre a Cantillon e suas Lambics. Abração!

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  9. Daniel Córdova

    Fala galera!
    Hoje vou comentar um monte porque vocês falaram de uma das minhas cervejas preferidas e que foi usada por mim e um amigo sommelier para fazer dois bebedores de IPA provarem algo diferente – e viciamos os caras! Sempre rola uma agora quando nos reunimos.
    Já vi as garrafas de 750 ml pra vender na loja Mestre-Cervejeiro.com. Era num kit que vem 2 garrafas + taça.
    Recentemente paguei pela garrafa de 350 ml R$ 19,99 no black friday da cerveja store. Está guardada para beber daqui uns 2 anos, quero ver o que o envelhecimento faz com ela.

    Sobre Flanders (na Bélgica, não o vizinho do Homer): A Bélgica é dividida em 2 grandes regiões: Flanders e Wallonia (e uma pequena no meio que é a da capital Bruxelas). Essas duas regiões tem mais subdivisões. Em Flanders existem as províncias de Antwerpen (Antuérpia), Limburg, Vlaams-Brabant, Oost-Vlanderen (Flanders do Oriente) e West-Vlanderen (Flanders do Ocidente).
    Bruges é a capital da Flanders do Ocidente e Gent a do Oriente. Aliás, o Anselmo falou de Bruges e que tinha muitos turistas, Gent pra mim é a Bruges sem turistas. Linda, preservada, pequena, sem tanta gente se esbarrando e com passeio de barquinho. Vale muito a pena a visita.

    Anselmo, sua pronúncia de holandês é ó….. hahaha Mas realmente se a pessoa não entende nada da língua, é meio bizarro escutar o cara anunciando as paradas. Vou pegar no pé da pronúncia da galera quando fala do RateBeer, fica parecendo Hate Beer (odeio cerveja) hahaha.

    A história de estar no bar na Bélgica e o cara se recusar a servir a cerveja porque estava sem o copo também ouvi do Beltramelli. Chega a ser fanático o respeito dos caras pela cerveja.

    Tomei a Jupiler! Comprei uma pequena, de 250 ml, mais pela tampinha vermelha com um touro, que é bem bonita. É uma SAL comum, nada de especial. Gelada vai bem.

    Os belgas/holandeses não tomam sol realmente. Está sempre nublado, mas quando é verão e sai o sol, todo espaço de grama disponível tem alguém deitado lendo um livro e tomando banho de sol. E quando eles finalmente bronzeiam, ficam todos alaranjados. Não é um bronzeado igual dos brasileiros, eles ficam literalmente com aquela cor de tangerina.

    Dei uma pesquisada rápida aqui no Google por Borgonha e pelo visto hoje só existe essa região na França. Talvez antigamente o ducado fosse maior e se estendesse até a Bélgica. Não sei, teria que pesquisar mais. Rica, cadê você?

    Queijos… queijos… queijos trapistas! O Anselmo tem razão, aqui a gente tem muito pouca variedade e quando encontra algo diferente é caríssimo. Sem falar nos presuntos e embutidos que eles tem. O presunto das Ardennes pra mim é sensacional. Gostei mais do que jamón.

    Bom, é isso aí. Feliz ano novo a todos e que 2016 venha com tudo!

    Abraço!

    Reply
    1. Anselmo Mendo

      Daniel, pensei em ir pra Gent principalmente por causa da sua descrição da cidade e pela Gulden Draak. Mas sempre é preciso fazer opções porque nunca dá tempo de fazer tudo. Optamos pela Antuérpia porque lá tinha as obras de Rubens e Van Dyck , além da De Koninck. Mas dá dó porque quando fomos pra Bruges (turística demais pro meu gosto) dava pra ver Gent da janela. Fica pra próxima.
      Tem razão, se não tomar cuidado, Rate e Hate sai a mesma coisa.
      E holandês é impossível de entender… e pronunciar :D.
      Cara, comi o Jambon d’Ardenne todos os dias, comprava no supermercado. Que delícia!
      A Bélgica é mesmo um lugar incrível, cheio de diversidade cultural. E mais ainda quando a gente vai além da cerveja. Eu que me interesso por história em quadrinhos, arte barroca, chocolate, arquitetura (você conheceu o museu Horta?) encontrei tudo o que queria.
      Estou escrevendo um texto sobre a Cantillon (foi fácil de chegar lá de metrô e depois caminhando) para o blog e preparando o roteiro de um programa sobre as lambics. Muito assunto pra falar.
      Abração e uma boa passagem de ano pra você é a Taíse!

      Reply
      1. Daniel Córdova

        Não conheci esse museu, mas pela pesquisa rápida na Wikipedia parece bem legal.
        Falando em quadrinhos, fico maluco com as figuras do Tintim que tem pra vender por lá. Dá vontade de levar tudo.
        O lado bom de não conseguir ir em todos os lugares que a gente pretende numa viagem é que sempre fica motivo para voltarmos.
        Sei que preciso de pelo menos mais um dia em Bruxelas pra ir na Cantillon e na Mort Subite e de mais algumas voltas de carro pelo país pra visitar todas as cervejarias que gostaria e depois escrever o livro que o Luquita sugeriu =)
        Obrigado e bom ano novo pra vc tbm!

        Reply
        1. Anselmo Mendo

          Comprei uns Tintins, não dá pra resistir. A Comic Shop Brüsel que fica no Boulevard Anspach é impressionante, só a parte de posters dá vontade de encher a mala.
          Estou esperando o teu livro!

          Reply

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