Cerveja Corsendonk Agnus Tripel – Beercast #190

By | 28 de dezembro de 2016
Cerveja Corsendonk Agnus Tripel – Beercast #190

Cerveja Corsendonk Agnus Tripel – Beercast #190

Para o episódio de hoje, Rica Shimoishi trouxe a Cerveja Corsendonk Agnus Tripel para a mesa do Beercast.

Confira como foi esse bate-papo.

Cerveja Corsendonk Agnus Tripel

Cervejaria: Corsendonk
Estilo: Belgian Tripel
Álcool (%): 7.5% ABV
Temperatura: 5-7 °C
Copo Ideal: Taça

Confira a nota dos Beerquesteiros para a Cerveja do episódio:

Comentados durante o episódio:

BeerGifts

Download

Trilha Sonora

  • billie holiday -You Go To My Head
  • john coltrane – Resolution – john coltrane
  • Louis Aemstrong – What a Wonderful World
  • Louis Armstrong – Jeepers Creepers
  • Louis Armstrong – Didn’t_It_Rain
  • Miles Davis – So What
  • miles davis – There Is No Greater Love

Acompanhe e entre em contato com o Beercast:

Clique no play no inicio da página e escute nosso episódio. (34:57 de duração)
Avalie abaixo quantas tampinhas esta cerveja merece.

13 thoughts on “Cerveja Corsendonk Agnus Tripel – Beercast #190

  1. Fabrizio Guzzon

    Salve Galera!
    Ótimo programa, e a cerveja eu anotei como indicação para comprar e provar, ainda não tinha provado essa.

    E é bem interessante ver como surgem alguns padroeiros, principalmente neste ramo.

    Um ótimo 2017 para vocês!!

    Abç
    Guzzon

    Reply
  2. Renato Schiavinato Lopez

    Salve Beercasteiros, tudo bem?

    Show essa breja!!! Alias, recomendo as demais da Corsendonk, também…

    Quanto aos mosteiros trapistas, ou melhor dizendo, os Monastérios da Ordem Cisterciense da Estrita Observância, são 175 em todo o mundo (tanto de monges como de freiras) e cada um deles pode usar o termo “Trapista” para seus produtos, já que este termo é uma referência de origem para “aquilo que é feito em um mosteiro”. Vejam mais em http://www.ocso.org

    Destes 175, apenas 20 fazem parte da International Trappist Association (ITA), uma iniciativa de tentar colocar ordem na bagunça em torno do termo Trapista, e, ainda assim, com uma lista restrita de produtos que podem carregar o selo Authentic Trappist Product (o selo ATP), sendo eles:

    * The Trappist beer and the Trappist cheeses of Orval Abbey (Belgium)
    * The Trappist beers of Achel Abbey (Belgium)
    * The Trappist beers and Trappist cheeses of Westmalle Abbey (Belgium)
    * The Trappist beers and Trappist cheeses of Scourmont-Lez-Chimay Abbey (Belgium)
    * The Trappist beers of Rochefort Abbey (Belgium)
    * The Trappist beers of Westvleteren Abbey (Belgium)
    * The Trappist beers, Trappist cheeses, breads, cookies, chocolate, jams, and honey of Koningshoeven Abbey in Tilburg (The Netherlands) – La Trappe
    * The Trappist beers and liqueurs of Stift Engelszell Abbey (Austria)
    * The Trappist cheeses of Mont-des-Cats Abbey (France)
    * The Trappist beer of St. Joseph’s Abbey in Spencer (USA)
    * The Trappist beer of Maria Toevlucht Abbey in Zundert (The Netherlands)
    * The Trappist beer of Tre Fontane Abbey in Rome (Italy)

    Vejam mais em http://www.trappist.be

    Sendo assim, são 11 os mosteiros reconhecidos pela Cerveja para a ITA e, respondendo ao amigo Daniel Córdova, Mont-des-Cats ficaria de fora da lista se levarmos em conta apenas o selo Authentic Trappist Product.

    No entanto, se pensar que qualquer produto vindo de um mosteiro desta ordem pode ser dito Trapista, então Mont-des-Cats poderia dizer que faz Cerveja Trapista, embora apenas o seu queijo tenha o selo Authentic Trappist Product.

    Algo parecido acontece com o Tre Fontane: apenas sua cerveja pode carregar o selo Authentic Trappist Product, mas eles também produzem outras bebidas, chocolate e azeite que, mesmo sem o selo, podem ser chamados de Trapista.

    O que está certo ou errado???

    Bom, isso é um papo pra boteco… com muita breja… rs

    Um ótimo ano novo a todos e quem em 2017 vocês consigam manter a paciência e dedicação pra seguir fazendo este excelente trabalho.

    Abraço,

    Reply
    1. Anselmo Mendo

      Renato ‘Authentic Trappist Specialist’ Schiavinato, muito obrigado pela aula :D. Um ótimo 2017 pra você também e toda a família, grande abraço.

      Reply
  3. Luquita da Cerveja

    Fala pessoal, foi um belo programa e com uma cerveja que sempre fiquei com pé atrás pra pegar.

    Justamente pelo fato de nunca pesquisar sobre ela acho que eu tinha um preconceito que pudesse não ser boa e só alguma mediana belga.

    Agora com ctz da próxima vez irei atrás.

    A questão de classificação de estilo na bélgica vcs já devem estar cansados de saber que é a moda caralha… eles fazem cerveja boa, o estilo não interessa, interessa é que ta boa.

    Um feliz ano novo para vocês!

    Reply
    1. Anselmo Mendo

      O negócio na Bélgica, Luquita, é que são muitas cidades fazendo cervejas mais ou menos iguais só que cada uma nomeando do seu jeito. O Michael Jackson foi um dos caras que tentou arrumar essa bagunça.
      Um ótimo ano novo pra você também. E espero que possamos gravar juntos mais vezes em 2017 🙂 !

      Reply
  4. Afonso bsb

    Eae galera blz? Muito bom o podcast, terei que provas cervejas dessa cervejaria.

    Rica, vc precisa prova o doce creme de brulée é muito bom =p. No final do processo do doce, eles joga açucar e usa um maçarico pára caramelizar

    Reply
    1. Anselmo Mendo

      Afonso, blz? Você assistiu Master Chef? Acho que Crème Brûlée era a palavra mais falada do programa :D.
      Se você gosta dos estilos belgas, pode provar a Corsendonk sem medo, é uma ótima cerveja.
      Abs!

      Reply
      1. Afonso bsb

        ate assisto mas, não sou de assisti todos os epi. não estou lembrando disso rs. Nesse ultimo master cheff a unica coisa que foi bem chamativo para mim foi a frase da ganhadora “tchururu” kkk

        feliz ano novo

        Reply
  5. Daniel Córdova

    Fala pessoal!

    Trilha sonora especial hoje, hein. Só coisa de primeira.

    Já tomei a Pater Dubbel da Corsendonk e dei 4 tampinhas pra ela também, creio que vale a pena provarem em um programa futuro.

    Sobre as trapistas, vamos lá:
    Bélgica: Chimay, Achel, Westvleteren, Westmalle, Rochefort e Orval;
    Holanda: Zundert e LaTrappe;
    Áustria: Engelszell;
    Itália: Tre Fontane;
    EUA: Spencer;
    França: Mont des Cats (quer dizer, QUASE uma trapista, não sei se já ganharam o selo pra cerveja, mas diz bière trappiste no rótulo).
    Total: 11 ou 12 se contar a Mont des Cats.

    Abraço!

    Reply
    1. Anselmo Mendo

      Fala Córdova! Capricharam na trilha sonora, mas sempre esquecem a lista das trapistas 🙂
      Olha só, votei em você na pesquisa do BOB (Roberto Fonseca) como melhor cervejeiro caseiro 2016. Isso pela sua dedicação, estudo, pesquisa e premiações. Só preciso provar mais as cervejas, fica a dica 😀
      Abração,
      Anselmo

      Reply
      1. Daniel Córdova

        hahahhaha sério???
        Poxa, que honra ser lembrado =D
        Beleza então, resolução de ano novo: mandar cerveja pro Beercast!
        Abraço!

        Reply

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

*