Cerveja Chicago Blues com Fabrizio Guzzon – Beercast #76

By | 22 de outubro de 2014
Cerveja Chicago Blues com Fabrizio Guzzon – Beercast #76

Cerveja Chicago Blues com Fabrizio Guzzon – Beercast #76

O convidado do Beercast de hoje é Fabrizio Guzzon! Além de ser o primeiro colunista do Beercast, ele é estatístico, beer sommelier, jogador de RPG, colecionar de HQ e pretenso cozinheiro… ufa!

A cerveja que ele escolheu para esse episódio foi a Chicago Blues, uma Robust Smoked Porter fabricada pela cervejaria Curitibana Gaudenbier. Se você acha que é uma cerveja que harmoniza com um bom blues, está certo!

Não deixe de escutar esse papo recheado de informações acompanhado de uma trilha sonora mais que especial.

Cerveja Chicago Blues

Cervejaria: Gaudenbier Cervejaria
Estilo: Other Smoked Beer
Álcool (%): 6.2% ABV
Temperatura: 5-7 °C
Copo Ideal: Tulipa / Caldereta
Preço Varejo: R$12,90 (355ml)

botao-comprar-cerveja
(utilize o cupom: BEERCAST para 15% de desconto!)

Links comentados durante o episódio:

Confira a nota dos Beerquesteiros para a Cerveja do episódio:

Links comentados BeerNews e leitura de emails:

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Trilha Sonora

  • John Lee Hooker – One Bourbon, One Scotch, One Beer
  • BB King – Sweet Sixteen
  • BB King – Why I sing the Blues
  • Buddy Guy – Forty Days and Forty Nights
  • Columbus Short – My Babe
  • Eamon Walker – Smokestack Lightnin
  • Jeffrey Wright – I’m a Man
  • Jeffrey Wright – I’m Your Hoochie Coochie Man
  • John Lee Hooker – Boom Boom
  • Kim Wilson – Juke
  • Little Walter – Last Night
  • Mos Def – No Particular Place to Go
  • Terence Blanchard – Radio Station

Acompanhe e entre em contato com o Beercast:

Clique no play no inicio da página e escute nosso episódio. (50:33 de duração)

Avalie abaixo quantas tampinhas esta cerveja merece.

42 thoughts on “Cerveja Chicago Blues com Fabrizio Guzzon – Beercast #76

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  4. Leandro Macedo

    Ótimo episódio!!! Mas confesso que as smoked beers ainda não entraram na minha lista de favoritas… =\

    Mandei email para o Renato. As duas garrafas de ESB de vocês estão a caminho \o/ Depois me digam o que acharam!

    Em relação a escolher uma ou outra cerveja definitiva é um tanto complicado. Acho que com tantos estilos e marcas diferentes, eu não gostaria de me tornar como meu pai nesse sentido, que só bebe Skol e só consegue ter outra opção na geladeira quando ganha de presente ou sobra de churrasco.

    Acho que na verdade são várias favoritas e definitivas. E nada impede de com o tempo, essas favoritas simplesmente irem se alternando, dando lugares para novas. O consumo de cervejas especiais está muito ligado a ocasião, e o estilo vem para definir a frequência do consumo. Toda semana eu experimento cervejas novas, mas algumas (várias!) já fazem parte da minha lista de compra todo mês, cada uma com a sua frequência de consumo.

    Uma vez por mês eu gosto de degustar uma Petroleum, com calma, como deve ser. Idem para a Duvel e Delirium, que ao menos uma vez por mês eu tenho na geladeira para tomar devagar e apreciando.

    Vixnu/Indica/Demoiselle, ao menos umas duas ou três vezes por semana, não necessariamente nessa ordem hahaha. Sempre que vou em um pub, é fato pedir uma London Pride e Guinness, on tap, direto no balcão. E ao longo do mês eu vou experimentando novidades. Acho que o ciclo nunca se fecha, mas algumas marcas vão simplesmente ficando por serem mais tradicionais e sendo aos poucos inseridas com mais raiz no nosso paladar.

    Agora para o dia a dia, pelo custo benefício (e consumo mais desvairado em churrascos e festas), não tem como fugir da boa e velha Heineken, e algumas Eisenbahn!

    Abraços a todos!

    Reply
    1. Fabrizio Guzzon

      Leandro, blz?
      Se vc não gosta de smoked beer, a Chicago Blues até pode ser uma opção de “catequização”, o defumado é perceptível no aftertaste e sem marcar demais o paladar.
      E sobre o custo benefício, eu mantenho sempre uma dúzia de devassas ruivas na geladeira… os outros sabores tbm são bons, mas a ruiva tem o melhor custo/beneficio para o meu paladar.
      Abç
      Guzzon

      Reply
  5. Daniel Córdova

    E aí galera!
    Voltando aqui novamente porque ouvi o episódio no sábado de manhã e tenho algumas considerações:
    Sobre o que o Anselmo falou de provar várias cervejas até achar a preferida e ficar nela… sei lá acho que tem tanta opção, tantas sensações legais pra descobrir que não sei se vale a pena tomar mais uma do que outras. No entanto, creio que muita gente tem “aquela” sempre na geladeira, pra hora que quer só beber sem pensar muito. No meu caso pode ser uma Heineken, Duvel, Guinness ou Murphy’s, mas sempre que posso tomo algo diferente. Principalmente quando vou a bares, tento provar algo na pressão que seja diferente, ou uma cerveja que não encontro no mercado.
    Adorei o episódio e acho que a participação do Guzzon foi sensacional! Sou fã das harmonizações dele, o cara manja muito.
    Bom, acho que é isso, já escrevi demais hehe
    Abraço!

    Reply
    1. Fabrizio Guzzon

      Grande Daniel,
      Obrigado pelo reconhecimento, não me considero um especialista em harmonizações, ainda tenho bastante para aprender, mas me esforço para apresentar para vocês boas ideias.
      Sobre provar cervejas novas, eu tenho algumas cervejas sempre presentes na minha geladeira, mas quando saio sempre gosto de provar novos rótulos, acho que a diversidade que temos no mercado é tão grande e com tantos lançamentos que é praticamente impossível ficar somente naquelas que conhecemos.
      Abç
      Guzzon

      Reply
    2. Anselmo Mendo

      Daniel, o que quis dizer exatamente é algo semelhante ao que o Guzzon escreveu aqui. Estou constantemente experimentando novos rótulos. Minha lista não para de crescer, ainda mais levando em conta meu nível de amadorismo :D. Mas procuro sempre prestigiar as marcas que realmente gosto dentro de um estilo. As vezes deixo uma IPA nova de lado, só pra repetir a PUNK. A mesma coisa quando o assunto é Porter, tomo a mesma decisão com a Demosille Colorado. E assim com a London Pride, a Guinness…

      Reply
  6. Vinicius Rodrigues

    Caraca, eu fui até são roque com o Guzzon, não lembro nem como cheguei lá, pra experimentar a Olah Dub 18 e tinha no Tchê? Kkkk
    Mas foi foda conhecer o La Maison de la biere… E os caras ainda me descolaram uma cigarrilha cubana pra harmonizar.

    Quando vi o nome da cerveja tive certeza que era americana lol

    Acho que o que o Anselmo disse sobre ter a cerveja do “dia a dia” faz algum sentido. Como eu vou muito ao Mambo e já praticamente zerei os rótulos que eles tem lá, outro dia resolvi revisitar as que mais gostei, tipo a Chimay Blue e a Houblon Chouffe (essa última acho que vale aparecer no Beercast rs)

    Guzzon gente finíssima, sempre que pode aparece nos encontros da confraria. No aniversário de um ano trabalhou na nossa cerveja e ficou excelente.
    Carrega os gordinho bêbado até são roque só pro cara conhecer um lugar, arruma teto e ainda deixa na rodoviária no outro dia rsrs

    Abraço galera, ótimo trabalho

    Reply
    1. Anselmo Mendo

      Hahaha… o Guzzon é um verdadeiro pai pros “gordinho bêbado”.
      Estamos devendo essa visita a São Roque, o Guzzon sempre disse que a La Maison de La Biere é muito legal.
      Vinicius, eu também praticamente já zerei o Mambo da Rua Aurélia. Uma outra questão para o meu argumento, é que muitas ótimas cervejarias estariam perdidas se a gente bebesse a cerveja deles só uma vez por ano. Eu prestigio os produtos que mais gosto das minhas cervejarias preferidas. Como a Colorado, a Bamberg, a Bode Brow, entre outras.

      Reply
    2. Fabrizio Guzzon

      Grande Vini!
      Muito bacana sua presença em SRoque, e para todo o resto do pessoal, a cidade esta de portas abertas para vocês, e o La Maison é realmente muito legal… sempre tem novidades, muito on tap bom e preços justos.
      Estou me planejando para ir no próximo encontro, assim colocar o papo em dia com a galera

      Abç
      Guzzon

      Reply
      1. Vinicius Rodrigues

        Bora todo mundo pro La Maison e depois churrasco na casa do Guzzon.

        E cada vez que penso em marginal… lembro da marginal de lá hahahaha

        Reply
        1. Fabrizio Guzzon

          Se o pessoal se dispor a dar um pulo em SRoque podemos armar um churras sem problema algum! E a nossa grande marginal é o local onde encontramos os melhores bares para beber… rsrs

          Abç
          Guzzon

          Reply
  7. Rodrigo Montalvao

    Muito legal o programa!! Gosto da Eisenbahn Rauchbier, acho que vou gostar dessa aí também…

    Quanto ao comentário do Anselmo sobre um dia amadurecer e eleger uma cerveja definitiva: ainda estou na fase de “colecionar rótulos”, pois bebo cerveja especial há pouco tempo. Então a cada oportunidade abro uma diferente, embora algumas como a Harviestoun Old Engine Oil tenham me marcado mais.

    Mas posso dizer o que sinto com relação ao café, que levo bem mais a sério.

    Para mim, provar uma nova marca de café é como fazer uma viagem: a gente quer sempre conhecer lugares novos e continua variando, mesmo que de vez em quando não seja uma experiência tão agradável. Agora, voltar para a minha marca predileta, o que faço com alguma frequência, é como voltar pra casa depois de viajar bastante. 🙂

    Infelizmente não consigo me lembrar de onde tirei essa analogia, ou teria citado a fonte.

    Abraço!

    Reply
    1. Ricardo Shimoishi

      Muito legal a analogia, Rodrigo!
      Romântica, até. 😀

      Nunca tinha parado para pensar que café poderia trazer esses nuances de sabores tão legais.
      Vc reconhece um café mais “popular” pelo aroma (ou sabor)? Tipo Pilão e Caboclo?
      Ou isso seria mais ou menos como diferenciar uma Brahma de uma Skol?

      Eu tb sempre “volto prá casa” com relação às Cervejas Especiais. Mas tb estou sempre em busca de novos rótulos.

      Forte Abraço!

      Reply
      1. Rodrigo Montalvão

        Oi, Ricardo! Não sou um especialista (ainda) mas… Depois de um tempo dá pra reconhecer facilmente um café popular pelo sabor. Especialmente porque nos populares não há apenas grãos de uma mesma variedade ou de uma mesma fonte, algo muito comum nos especiais.

        Agora, fazer uma diferenciação entre dois populares, pra mim, serial igual diferenciar Brahma de Skol. 🙂 Com treino, quem sabe… mas prefiro treinar tomando coisa boa. 😉

        Abraço!

        Reply
    2. Fabrizio Guzzon

      Rodrigo,
      Eu ainda gosto de me aventurar pelas cervejas que encontro, quando vou a um emporio ou bar, normalmente deixo somente uma “vaga” para uma cerveja conhecida, o resto eu gosto de experimentar.
      E a analogia com café é bem legal, ainda mais quando feita por alguem que gosta.

      Abç
      Guzzon

      Reply
      1. Rodrigo Montalvão

        Oi, Guzzon! Com os preços das especiais ando preferindo ficar em casa e beber uma só. 🙁 Você costuma começar pela conhecida, deixar p/ o fim, ou tanto faz?

        Abraço!

        Reply
        1. Fabrizio Guzzon

          Rodrigo, normalmente eu deixo as conhecidas para o final, até para estar com o paladar “zerado” para as que são novidades… mas isso é oq eu prefiro, não é uma regra nem nada parecido.
          Eu acho que quando se trata de beber cerveja, o mais importante é curtir o momento…. algumas sugestões podem ser usadas, como começar pelas brejas mais leves e somente depois ir para as mais encorpadas, como disse, são sugestões e não regras.
          Abç
          Guzzon

          Reply
  8. Luquita da Galera

    Show o brother Guzzon participando do programa, finalmente!

    Programa sem garrafada para ele mas para vcs rs…

    Brincadeira, sobre o Drinkability é um meio de medir o quanto você consegue beber da cerveja e não necessariamente o quão bom ela é.

    Sobre a Ichiban, se tiverem a oportunidade de tomar uma importada irão chorar pela baixa qualidade da nossa, fiz um review bem completo no meu face uma vez.

    A cerveja mineira Bäcker (padeiro) se pronuncia (em Alemão) Béquer, lembrando que o “ä” tem som de “ae” ou bem parecido com o “é”.

    Abraços

    Reply
    1. Anselmo Mendo

      Luquita, o cara mais crítico do universo observável 😀 Eu li sua degustação da Ichiban e lá não fiquei com a impressão de que você tivesse achado a importada tão maravilhosa assim.

      Reply
        1. Anselmo Mendo

          Passa o link aí, não lembro mais onde tá postado, que vou lá reler. Aqui tu disse que a gente “iria chorar pela baixa qualidade da nossa”, não lembro disso lá. Sempre que posso compro a Ichiban importada na Liberdade e na minha modesta opinião de leigo, não percebo diferenças tão absurdas.

          Reply
          1. Luquita da Cerveja

            Anselmo vou colocar aqui o breve review mas te marquei no face para vc tb ver as fotos.

            “Degustação horizontal entre a Ichiban importada do Canadá e a versão nacional.

            Na aparência a importada esta levemente mais dourada e com um creme mais denso e persistente.

            No aroma e sabor é muita mais perceptível o malte, características esperadas para uma premium, na versão importada.

            A nacional está com sabor e aroma bem leve, com um pouco de DMS presente.

            A importada é mais velha que a nacional porém se mostrou superior e dentro do esperado.

            O preço foi de R$7,90 e R$4,90… Se deixarem a nossa versão, de primeira prensagem que supostamente deveria ser melhor, igual a importada então o preço ira compensar!”

          2. Anselmo Mendo

            Na primeira vez que li o texto, não fiquei com a impressão que você havia sido categórico. Mas relendo, acho que sua opinião ficou clara. Tem razão. Obrigado por postar Luquita.

    2. Fabrizio Guzzon

      Valeu Luquita!
      Gravar com o pessoal é muito legal, de fato, e a sensação de bate papo que temos quando ouvimos.

      Abç
      Guzzon

      Reply
    3. Alex Rodrigues do Nascimento

      Valeu pela explicação sobre a correta pronúncia da Bäcker!!!

      Mas, na prática, acredito que pouca gente utiliza a pronuncia alemã, bom, pelo menos dentre as pessoas que conheço todo mundo fala como se fosse um ‘a’ mesmo. Pode ser que o pessoal da cervejaria se preocupe mais com isso 🙂

      Reply
      1. Ricardo Shimoishi

        Eu acho q eles usam a forma aportuguesada “BAQUER” assim como a “VAUS” para poder popularizar as marcas e para que, quem fala o nome não errar:
        Mesmo falando foneticamente na forma original, mesmo falando na forma aportuguesada.

        Reply
      1. Luquita da Cerveja

        Rica a gente falando em português o nome parece bem parecido mesmo mas em alemão a entonação é levemente diferente, o “padeiro” tem ainda uma sonoridade do A e o “tenista” só o E.

        Concordo que as cervejarias aportuguesem as palavras mas bem que poderiam escolher nomes mais fáceis rs.

        Reply
        1. Ricardo Shimoishi

          Isso é verdade. Poderiam escolher outros nomes…
          Mas é engraçado pensar que se traduzissem pro português, a Bäcker poderia chamar “Padeiro” e a Wälls “Paredes” ou algo parecido… 😀

          Reply
  9. Alex Rodrigues

    Otimo episódio e trilha sonora perfeita. Tenho 2 comentários:

    – Sim, vcs estão devendo um episodio sobre a Backer e, aproveitando, sobre outras micros de BH e região. Tem muita coisa surpreendente para além da badalada Wäls.

    – Não entendi o som de garrafada na hora em que pronunciaram o none da Backer. Eu sempre falei exatamente como se escreve. Estou errado?

    Abraços e boas brejas!

    Reply
  10. Fabrizio Guzzon

    Salve galera!
    Ótimo programa… acho que o melhor que eu ouvi. E esse convidado, que cara bacana… hehehehehehe
    Não tenho muito oque comentar, afinal, estava ai com vocês… hehehe
    Muito obrigado pelo convite e estou a disposição se quiserem gravar aquele progarama com harmonizações…

    Abç
    Guzzon

    Reply
  11. Daniel Córdova

    Gala pessoal! Tava faltando a participação do Guzzon mesmo hein.
    Já tomei essa cerveja e lembro de ter curtido. To afim de experimentar novamente.
    Essa semana tá difícil de baixar o episódio, então devo ouvir no sábado pegando a estrada pra não deixar de votar no 2o turno (no 1o não deu).
    E curti a camiseta dos monges trapezistas. Minha namorada já pediu de presente pra ela também hehe
    Abraço!

    Reply
  12. Luan Rangel

    A cerveja eu não conheço, e se já está difícil de encontra em SP, imaginem em Manaus! Kkk
    Agora aproveitando a participação do Guzzon, não posso deixar de falar, que aqui em Manaus a Kirin distribui muito bem as cervejas da Baden Baden e da Eisenbahn, sem sombra de dúvidas estas são as cervejas especiais mais encontradas em todos os cantos da cidade, seja em bares ou em supermercados de massa, restaurantes, postos de conveniência, etc. O único problema é que só é possível encontrar as Baden Baden Cristal e Golden, e da Eisenbahn só a Pilsen e a Weizen… Não sei se isso parte apenas do comerciante em não querer arriscar, ou se o vendedor que atende a localidade também não consegue convencer o comerciante da compra. Agora chega até a ser curioso o fato de que nos mesmos lugares em que você encontra diversas belgas, ipas e outros estilos não tão convencionais de se beber, a Kirin não distribua outros estilos de suas cervejas especiais que com certeza fariam sucesso até pelo seu preço ser mais convidativo.Essa é uma situação que de f ato acontece aqui na região e é constatada por todos que apreciam boas cervejas por aqui, se a situação mudasse, com certeza as vendas não iriam decepcionar.

    Reply
    1. Fabrizio Guzzon

      E ai Luan!
      Eu pedi a cerveja via loja virtual… acho que atualmente essa é uma opção bem valida para comprarmos estas cervejas.
      Quanto as cervejas da Baden e Eisenbahn, é uma questão de portfólio regional, boa parte por conta do baixo giro dos outros rotulos. Mas isso tende a mudar um pouco, e a quantidade de rotulos devem aumentar sim.

      Abç
      Guzzon

      Reply

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