Cerveja Centeio Dedo – Beercast #133

By | 25 de novembro de 2015
Cerveja Centeio Dedo – Beercast #133

Cerveja Centeio Dedo – Beercast #133

Para o episódio de hoje, Renato Martins trouxe a cerveja Centeio Dedo para celebrar o novembro azul com “picância” e cremosidade.

Confira como foi esse bate-papo.

Cerveja Centeio Dedo

Cervejaria: Cervejaria Urbana
Estilo: American IPA
Álcool (%): 6.5% ABV
Temperatura: 5-7 °C
Copo Ideal: Pint

botao-comprar-cerveja

Confira a nota dos Beerquesteiros para a Cerveja do episódio:

Links comentados durante o episódio:

BeerGifts

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Trilha Sonora

  • Queens of the Stone Age – A Song For The Deaf
  • Queens of the Stone Age – Burn the Witch
  • Queens of the Stone Age – Feel good Hit of Summer
  • Queens of the Stone Age – First It Giveth
  • Queens of the Stone Age – Go With The Flow
  • Queens of the Stone Age – I Never Came
  • Queens of the Stone Age – My God Is The Sun
  • Queens of the Stone Age – No One Knows
  • Queens of the Stone Age – Regular John
  • Queens of the Stone Age – Sick, Sick, Sick
  • Queens of the Stone Age – The lost Art of Keeping a Secret

Acompanhe e entre em contato com o Beercast:

Clique no play no inicio da página e escute nosso episódio. (39:35 de duração)
Avalie abaixo quantas tampinhas esta cerveja merece.

18 thoughts on “Cerveja Centeio Dedo – Beercast #133

  1. Fabrizio Guzzon

    Salve galera
    Desta vez demorei para ouvir e comentar, mas apareci.

    Ainda não provei a Centeio Dedo, mas sendo da urbana imagino que eles mantenham o padrão de qualidade deles. Eu acho as cervejas de centeio curiosas, já provei a da Bodebrown em parceria com o Have a Nice Beer e ainda não consegui “absorver” tudo que estas cervejas tem a oferecer, mas de fato a textura dela é um belo diferencial.

    E o Anselmo comentou das cervejas da Dieu du Ciel… esta cervejaria esta entre as melhores cervejarias que já provei, até agora nenhuma cerveja deles me decepcionou, na verdade todas estão acima da média para mim… creio que a melhor que provei deles foi a Aphrodisiaque (Imperial Russian Stout) e a mais curiosa a Rosée d’Hibiscus Witbier com flor de hibisco), sem falar nas outras que são muito boas tambem.

    Abç
    Guzzon

    Reply
  2. Flávio Yokooji

    Tudo bem? Outro episódio muito bom! Ainda não experimentei a Centeio Dedo. Também gosto de cervejas com centeio, mas como comentaram, é difícil encontrar.
    Infelizmente, não poderei ir ao evento. Irei ao show do David Gilmour no mesmo dia. Uma pena. Aliás… Estava quase comprando o ingresso e minha esposa me lembrou. Aguardo o próximo evento.

    Reply
    1. Ricardo Shimoishi

      Faaala, Flávio !

      É verdade. Mas mesmo das cervejas de centeio q tomei, acho a todas eram IPAs. Tomara q venham outros estilos usando o centeio porque o resultado no sabor é bem interessante.
      E puxa! Uma pena q vc não poderá ir. Vai ser um evento bem legal.
      Espero q possamos fazer um outro evento bem legal brevemente. E que vc possa estar presente.

      Abração!

      Reply
  3. Carlos Amorim (Cervas no Ceará)

    Aew caros irmãos cervejeiros! Acabei de ouvir o anuncio da brassagem coletiva promovida por vocês e pela Academia Barbante no Nerdcast!! Putz caramba!! Queria muito estar em SP para participar do evento!! Vai ser muito punk!!

    Abraços!!!

    Carlos

    Reply
    1. Ricardo Shimoishi

      Boa Tarde, Carlos!

      Uai! Compra o ingresso com a gente, pega um voozinho Fortaleza-São Paulo e já era! Vc está apto a participar do evento mais foda desse final de Ano.
      Vai beber uma cerveja mega boa (Genial, diriam os beercasters), assistir o Tucano fazer um episódio da Cozinha de Jack, assistir a uma apresentação do pessoal da Academia Barbante e, é claro, conversar bastante com a gente.

      Dá o seu jeito, Sr. Carlos!

      Abraços e aguardamos vc!

      Reply
  4. Luis Henrique Camargo

    Fala pessoal, otimo episodio…
    Um comentário sobre comida Coreana, assunto discutido no episodio.
    Uma de minhas primeiras viagens a serviço para o exterior foi à Seul – Coreia. E lembro que uma noite, tomando cerveja com alguns colegas coreanos, perguntei se realmente eles comiam carne de cachorro.
    Explicaram que não nos grandes centros, mas que algumas pessoas mais simples no interior ainda comiam. Herança de um período difícil da guerra. Ao me perguntarem sobre uma comida típica brasileira, expliquei:
    “Feijoada, que preparamos com feijão preto, e pedaços secos e salgados de porco, como pele, orelha, língua, focinho, rabo, pé, carnes, etc.”
    O comentário deles:
    “Voces comem língua, orelha, rabo e pé de porco e acha estranho comer carne de cachorro?”
    .
    Aprendi a nunca mais questionar nenhuma outra cultura.

    Reply
    1. Ricardo Shimoishi

      Fala Luís!
      Em primeiro lugar: Muito obrigado por estar vindo prestigiar o nosso evento! Fiquei muito feliz com a sua confirmação!

      Em segundo lugar: hahaha…
      É verdade. Os asiáticos são pródigos em achar soluções alimentares em períodos difíceis.
      Embora sejam vistos como “comida exótica” os espetinhos de insetos (e outros bichos) como os de escorpião na China vem exatamente dessa necessidade de se alimentar, quando, na verdade não havia o que comer.
      Tb no Japão, um prato apreciado em alguma regiões é o “natto”, que é a soja fermentada, que fica puxando uns “fios” como se estivesse estragado. Existe a hipótese de que virou comida em um momento em que a única coisa que havia pra comer eram os tais grãos de soja “estragados”.
      Eu, como o Luis Henrique, tb acho que não dá prá ficar julgando os hábitos (principalmente alimentares) dos outros povos.
      Na época em que os soldados americanos combatiam junto com os soldados afegãos os invasores soviéticos, os americanos ao fritar bacon e ovos pro café faziam os afegãos vomitar as tripas por causa do cheiro…

      E que venha a feijoada!

      Abração!

      Reply
      1. Luis Camargo

        Valeu Rica

        Só estranho teu comentário:
        “Eu, como o Luis Henrique,…”
        Mas deve ser Cultura oriental…

        Reply
  5. Luquita da Cerveja

    Fala galera, progamalho do carilho heim!

    Pode contratar o Checha, é sucesso garantido e nenhum cachorro chega perto rs. Bom sobre o assunto só achei que faltou a enfase na campanha que a Urbana fez, onde doou parte da grana no Bigode Day realizado no EAP com as vendas da Centeio Dedo e Fio Terra.

    Mas enfim, gosto das cervejas dos caras mas como o Daniel falou, é difícil acompanhar o ritmo de lançamento, essa mesmo eu ainda não provei.

    Tenho a impressão que tem mais rótulos com centeio do que a gente imagina, só que não prestamos atenção pq nem todos colocam como “ingrediente” principal, vou começar a verificar mais isso.

    A cerveja da Dieu du Ciel que o Anselmo mencionou de fato é muito boa e interessante, recomendo um programa com ela.

    Ah e é Renda Belga sim, não sei qual foi o gargalo desa vez pois acertaram… o Rica que tinha mandado ver um laço belga da outra vez.

    Enfim, espero que o evento bombe e sobre um copo de cerveja pra mim para quando voltar de viagem rs.

    Abraços

    Reply
    1. Ricardo Shimoishi

      Fala Luquita!

      O pessoal da Urbana é gente boa demais e tb faz cervejas bastante boas.
      Acho que esses lançamentos frenéticos são necessários. A não ser que vc consiga fazer cervejas que se estabelecem no mercado e encantam (como uma London Pride, ou uma Sculpin ou uma Rochefort 10) vc precisa ter variedade constante porque é isso que a maior parte dos cervejeiro deseja.
      Quanto à “renda belga” eu não li em inglês em lugar nenhum não (como vc tinha mencionado antes) e eu li assim mesmo “renda belga” em português. Não lembro mais onde foi. Mas ok: Já entendi que está errado.
      E acho uma baita sacanagem vc não participar do evento mais foda do ano…
      hahaha… Vai perder!

      Abração!

      Reply
  6. Luís Gustavo Rampazo

    Mal comecei a escutar o episódio, mas já vou elogiar a excelente trilha sonora! AÊ!!! =D

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  7. Daniel Córdova

    Fala galera dos melhores trocadalhos da podosfera!

    Mais uma cerveja da Urbana que não tomei. Aliás, quem lança mais rótulos, a Urbana ou a Tupiniquim? Não consigo acompanhar esse ritmo.

    O Anselmo comentou sobre Black IPA e “como pode ser Pale se é Black?”. Eu fazia parte desse coro, mas agora no BJCP 2015 foi definido que IPA é um termo, um nome que remete à cervejas amargas e tals. Não mais somente a “India Pale Ale” necessariamente. Então agora temos categorias novas como Rye IPA, Black IPA, Belgian IPA, Red IPA, White IPA, etc.

    Sobre comida coreana, nunca experimentei, mas tenho curiosidade. A piada do Checha lembrou um amigo do meu pai, que também é coreano, e que, segundo meu pai, quando eles estão comendo alguma carne, o cara geralmente solta um “cachorro bom!” de zuera.

    Queria muito poder ir no evento dia 12, mas a grana tá curta e não vai dar pra ir até SP. Além do que, tenho uma palestra cervejeira nesse dia também. Mas bebam uma lá por mim!

    Abraço!

    Reply
    1. Ricardo Shimoishi

      Faaala, Daniel!
      Tudo bem?
      Boa dica: A palavra “IPA” deixou de ser uma descrição para indicar um “plus” quanto ao amargor. Bem legal!
      Mas as coisas são assim mesmo. Os processos evoluem (todo engenheiro sabe beeeem disso) e as palavras e termos tb. E eu acho que faz bastante sentido que “IPA” indique que alguma cerveja tem mais lúpulo. Acho que algumas pessoas nem imaginem que ela é (ou era) parte da palavra “Pale Ale”
      hahaha… E vc tem razão: é sempre mais divertido quando as pessoas se “auto zoam”…

      Poxa! Esperávamos que vc pudesse vir prá beber uma e conversar. Mas não faz mal. Vamos tentar nos encontrar na próxima vez q vc vier a Sampa.

      Abração!

      Reply

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