Cerveja Caseira for Dummies com Rodrigo Reis Cap.02 – Beercast #170

By | 10 de agosto de 2016

Cerveja Caseira for Dummies com Rodrigo Reis Cap.02 – Beercast #170

Para o episódio de hoje, Rodrigo Reis trouxe detalhes para a etapa quente do processo de produção.

Confira como foi esse bate-papo.

Cervejaria: Caseiro Rodrigo Reis
Estilo: Vienna Lager
Álcool (%): 4,8% ABV
Temperatura: 5-7 °C
Copo Ideal: Caldereta

Confira a nota dos Beerquesteiros para a Cerveja do episódio:

Comentados durante o episódio:

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Trilha Sonora

  • ACDC – Highway To Hell
  • ACDC – Hells Bells
  • ACDC – You Shook me All Night Long
  • ACDC – Rock ‘n Roll Train
  • ACDC – Back In Black
  • ACDC – Thunderstruck
  • ACDC – If You Want Blood (You’ve Got It)
  • ACDC – For Those About To Rock (We Salute You)
  • ACDC – T.N.T
  • ACDC – Hell Ain’t A Bad Place To Be
  • ACDC – Jailbreak (1974)

Acompanhe e entre em contato com o Beercast:

Clique no play no inicio da página e escute nosso episódio. (45:40 de duração)
Avalie abaixo quantas tampinhas esta cerveja merece.

22 thoughts on “Cerveja Caseira for Dummies com Rodrigo Reis Cap.02 – Beercast #170

  1. Afonso

    bom podcast

    Tenho algumas duvidas.
    – quais cuidados tenho que fazer na hora da lavagem dos grãos para não estraga a cerveja com oxidação? Não posso passar muito tempo com grãos sem água..? Vc tem uma técnica preferida para fazer a lavagem?

    Reply
    1. Afonso

      outra duvida, existe um site ou alguma forma para comparação de levedura entre fabricantes?

      Reply
    2. Daniel Córdova

      Afonso,
      Oxigenação do mosto quente é difícil de acontecer, mas pode ocorrer sim.
      Você tem que evitar mexer forte demais, aerar, durante a mostura. Uma mexida leve, normal, é tranquilo, não vai acontecer.
      Quando fizer a drenagem do mosto para a panela de fervura, drenar lentamente para evitar a oxigenação a quente (borbulhar) e para melhorar a eficiência do sparge.
      Aí vc tem duas escolhas se for fazer sparge: o Fly-sparge, aonde você tem que sempre deixar uns 2 ou 3cm de água acima da cama de grãos enquanto escorre o mosto por baixo, ou o Batch sparge, onde vc drena todo o mosto filtrado (pode expor os grãos ao ar, não tem problema), adiciona água quente novamente, mistura, espera uns 10-15min, recircula para filtrar novamente e depois drena tudo e junta com o montante anterior.
      O Fly-sparge tem uma eficiência aparentemente melhor, mas os defensores do Batch sparge podem discordar. Ambas as formas são boas, vai o que você prefere.
      Pessoalmente acho que se vc tem uma panela com fundo falso, tanto faz o método, mas se tiveres uma bazooka, Batch Sparge talvez seja melhor, devido ao fluxo interno do mosto na cama de grãos.
      Fui longe demais? hehehe
      Falou

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      1. Afonso

        Não foi longe demais

        Praticamente a minha duvida principal era essa que pode acontecer se vc usa batch sparge, tinha medo de oxidar por não ter agua

        vlw

        Reply
  2. Luquita da Cerveja

    Fala galera, essa série de programa ta muito boa, até eu vou aprender a fazer rs.

    Não tem muito o que comentar, até pq não tomei vergonha na cara de fazer a minha rs.

    Abraços

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    1. Ricardo Shimoishi

      Eu tb Lucas.

      Mas dá vontade fazer cerveja ouvindo o Rodrigo “Kings”.
      Ele fala com tanta paixão e as cervejas dele são tão legais que empolga a gente!

      Quem sabe em breve?!

      Abraço!

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  3. Allan George

    Também curto muito o meu nome hahahahaha, muito bacana ser citado no podcast de vcs.
    Não moro em Agudos, mas a água aqui no interior do Paraná, Umuarama, é excelente. O solo de arenito atua como um filtro natural nas fontes de captação e os níveis de sais são bons, a única correção que faço é do PH pois a água aqui tem ph 7.

    Reply
      1. Daniel Córdova

        Alexandre, vou dar meus 2 centavos nesse assunto.
        O pH da água pura não importa (o que???). O que importa são os sais presentes nela.
        O ideal é ter o perfil de sais da sua água, jogar em alguma das calculadoras de água que tem pela internet (eu uso a Bru’n Water), adicionar os maltes da sua mostura e ver em quanto vai ficar o pH.
        Ficar de olho na alcalinidade residual que ele apresenta também. Quanto mais baixo, melhor (me corrijam se for isso mesmo).
        O John Palmer fala que o ideal é um pH de mostura entre 5.2 e 5.6 medidos a 20°C (se medir na temperatura de mostura esse valor muda – pH altera com a temperatura). Ou seja, vc tira uma amostra, resfria e mede o pH.
        Se pela planilha o pH da sua mostura ficar muito fora disso, vc pode corrigir a receita com sais, malte acidificado, ácido lático, ácido fosfórico, entre outras coisas. É um tema bem interessante de se estudar, mas que o pessoal não dá muita bola geralmente. Não vou aprofundar muito se não o texto vira um livro.
        Espero ter ajudado.
        Valeu!

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  4. Fabrizio Guzzon

    Salve Galera!

    Mais um ótimo programa!
    E a cada programa que passa sobre a produção de cerveja mais empolgado eu fico e começar a fazer em casa… mas antes de fazer vou me aventurar em algumas “join ventures” com os cervejeiros caseiros que eu conheço… rsrsrs

    Aguardo os próximos programas, o Rodrigo esta mandando muito bem!

    Abç
    Guzzon

    Reply
    1. Ricardo Shimoishi

      Eae, Guzzon?!

      Eu também fico com vontade de fazer cerveja. E o prá começar bem acho que acompanhar uma galera fazendo uma “ABRASSAGEM” é um ótimo caminho.
      E fazer cerveja com os amigos parece fazer churrasco: Uma galera, alegria, brejas e descontração.
      Mas o final é ainda melhor: mais cervejas!

      AbraSSão…
      hahaha…

      Reply
    2. Rodrigo Reis

      Fabrizio, é um caminho legal fazer uma breja com amigos que ja fazem, normalmente vira um evento aonde você vai beber bem, comer bem e falar de cerveja o dia todo e aprende bastante.

      Reply
  5. Flavio Yokooji

    E aí pessoal, blz? O Daniel Córdova e eu enchemos tanto o saco aqui e nesse episódio comentaram sobre nós 2! Rs.
    Deixei uma garrafa de pumpkin ale para o Rodrigo Reis analisar, mas como eu já desconfiava, os temperos estavam muito desbalanceados. Fazendo, errando e aprendendo.
    Sobre o livro Yeast, estou achando muito bom. Aliás, será interessante depois comentarem o quanto de cervejeiro caseiro não cuida bem das leveduras.

    Reply
  6. Daniel Córdova

    Fala galera, blz?

    Muito legal o programa. Mesmo quem sabe sempre se beneficia quando ouve novamente o básico. Sempre tem uma dica diferente.

    Ah! E a dica de ouro da moagem é: se for moer em casa, faça em um cômodo diferente daquele que vc vai brassar, ou então em algum dia anterior. Porque o malte tem lactobacilos e outros organismos na casca e esses bichinhos se caírem na cerveja final vão contaminar a cerveja e acidificar o negócio todo.

    Abraço!

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  7. Vitor Hugo Meirelles

    Faaaaaala galera. Blz?

    Excelente série com o Rodrigo Reis. Estão de parabéns.

    Dúvidas:

    1) O Rodrigo não menciona em nenhum momento o teste do iodo para conferir se todo o amido do mosto foi convertido em açúcares. Por quê? Será que ele pode sanar essa minha dúvida?

    2) O que ele pensa sobre a utilização de pastilhas de whirlfloc?

    Forte abraço, e muito obrigado pela atenção!

    Reply
    1. Rodrigo Reis

      Vitor, blz? Na verdade estava sem um roteiro e acabamos esquecendo de comentar sobre o iodo

      1. Apesar disso recomendamos o teste para aproveitar todo o seu amido.

      2. Whirfloc é bom para clarificar, tem que dosar corretamente, senão “dá ruim” (o efeito é inverso). Vale a pena o uso.

      Reply

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