Cerveja Caseira for Dummies com Elton Bastos: Cap.05 – Kits – Beercast #196

By | 8 de fevereiro de 2017
Cerveja Caseira for Dummies com Elton Bastos: Cap.05 Kits – Beercast #196

Cerveja Caseira for Dummies com Elton Bastos: Cap.05 Kits – Beercast #196

Para o episódio de hoje, fizemos um encontro pelo skype para falar sobre kits com Elton Bastos direto da Austrália.

Confira como foi esse bate-papo.

Comentados durante o episódio:

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Trilha Sonora

  • Fela Kuti

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29 thoughts on “Cerveja Caseira for Dummies com Elton Bastos: Cap.05 – Kits – Beercast #196

  1. Giovana

    Gente,
    fiquei impressionada por ter a Austrália, país de primeiro mundo, ter altos índices de violência doméstica…
    Enfim, sobre o que interessa, muito bacana a entrevista e a visão de outro lugar sobre o mercado e a produção caseira de cerveja.
    Eu queria saber se vocês recomendam algum fornecedor de kits no Brasil?
    Abraços!

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  2. Alexis

    No dia eu conseguir o meu fermentador em aço inox, que seja pelo menos de 1000 litros, faço a minha sala ao lado do fermentador.

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  3. Elton Bastos

    Valeu galera do Beercast por me convidar para falar da minha experiência. Sei que esse universo da cerveja caseira é imenso, eu optei pelo método mais fácil por conta das minhas restrições aqui em termos de espaço no apartamento e até de tempo livre.
    Mas em breve devo me aventurar nos processos mais complexos. Já estou de olho num kit all grain hehehe.
    Abraço a todos!

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  4. Luquita

    Olha aí, quase esqueço de comentar. Rs…

    Fala galera, sensacional o modo fácil de fazer breja lá na Austrália. Como mtos citaram, é bolo pronto mas vejo isso muito mais como uma solução de baratear a bebida por lá do que realmente um movimento Craft.

    Enfim, fiquei interessado em saber se muda muito ou nada, pois se muda nd a galera tá se matando atoa no básico rs.

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    1. Rodrigo Reis do Nascimento

      Exatamente isso, não é uma pegada de fazer brejas diferentes, testar ingredientes, mas é uma pegada de fazer seu goró em casa! Isso vai de encontro com o fato de, por exemplo, alguns brewshops na australia vendem mosto pronto, ou seja, compra, abre, joga fermento e fecha com um airlock na tampa.

      Loucura.

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  5. Rodrigo Reis do Nascimento

    Um problema que temos aqui (Brasil) é que não temos caseiros suficientes ainda para fomentar um mercado de extrato que valha a pena importar/kits. então quando existe é caro demais.

    Os equipamentos no brasil são caros porque precisamos de mais do que um “baldão de fermentação”. Acredito que teremos um mercado maior em alguns anos, mas duvido que chegaremos ao ponto de ter kits de cerveja assim tãããão for dummies assim.

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    1. Anselmo Mendo

      Concordo Rodrigo. Se o mercado de caseiros cresce, a tendencia é que a qualidade dos equipamentos e os preços melhorem. Esses kits simples como os do programa acho que tem uma dificuldade maior aqui porque o preço da cerveja ainda é barato. Mais prático comprar no supermercado do que ficar esperando semanas pra beber a sua em casa.

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  6. Pingback: Cerveja Caseira com Kits - Austrália (Beercast 196) - Beercast Brasil

  7. Daniel Córdova

    Fala pessoal!

    Será que a citação do Anselmo ao vaso de petúnias foi proposital? Porque eu saquei a referência =)

    Também ia comentar sobre a omelete, mas o Mauro chegou antes hehe

    Então, sobre o modo do Elton de fazer cerveja. Ele compra os extratos de malte já prontos, já preparados para certos estilos. Basta adicionar água. Como ele não citou ferver o lúpulo por 1h, então é bem provável que esses extratos já sejam lupulados. Do contrário a cerveja ficaria doce demais, faltaria amargor.
    Adicionar lúpulo direto no fermentador, o famoso dry-hop gera aroma, mas praticamente nada de amargor.
    Usar extrato de malte é um método válido para fazer cervejas e pode ser que saiam coisas boas, realmente, mas é como o Mauro citou, é como você comprar uma receita pronta de bolo e colocar no forno. No fim quem preparou o bolo foi a Dona Benta e você só assou.
    No fim do dia é tudo bolo ou cerveja, vai do seu objetivo e preferência pessoal.
    Aqui no Brasil é um pouco complicado fazer cerveja assim, porque não temos muitos fornecedores desses extratos de malte. Eu tenho aqui um saco de extrato pale para fazer starter e propagação de levedura. Mas esses especiais para diversos estilos e já lupulados nunca vi vender por aqui.

    Sobre o processo de fermentação dele, creio que ele pode fazer duas coisas pra melhorar: hidratar a levedura antes de adicionar ao fermentador e controle de temperatura. Isso ali que ele falou do termostato, pra mim fundamental. Resulta em cervejas muito melhores.

    E eu to doido pra experimentar vegemite. Uma amiga diz que come todo dia (trouxeram pra ela da Austrália) e diz que é bom… o marido discorda hehe

    Abraço!

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    1. Guilherme Sória

      Daniel, sobre os kits lupulados, eu conheço a Bil Bil Beers aqui de Curitiba que tem, inclusive, alguns da Coopers. Acho que esses extratos são todos importados.
      Mas sinceramente nunca experimentei e nem tenho vontade de testar…

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      1. Daniel Córdova

        Obrigado pela informação, Guilherme!

        Eu também não me interesso em usá-los, mas é bom saber que existem para indicar caso alguém queira.

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    2. Talyta Nicolau

      Também tem pra vender alguns kits de extrato na Alquimia da Cerveja e na Arte Brew, mas concordo com vc Daniel, hora que comecei a ouvir como era feito, só consegui pensar “cerveja for dummies e lazies”, não menosprezando, atingindo o resultado que a pessoa quer, é ótimo.
      Eu montei um kit recentemente, e to adorando todo o processo de brassagem, fiz 2 receitas seguidas, que estão fermentando no momento.

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      1. Anselmo Mendo

        Talyta. É, são métodos diferentes que servem para interesses variados. Legal estar gostando das brassagens. Já ouviu os episódios anteriores da série sobre produção caseira? Conte depois como ficaram as suas. Abs.

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        1. Talyta Nicolau

          ouvi sim Anselmo, estou ouvindo vários episódios antigos hahahaha
          Por ser a primeira vez que fizemos (eu e o marido), tiveram algumas cagadinhas, mas acho que vai dar tudo certo, pelo menos parece que ta funcionando haahahha
          Quando acertarmos uma, mandamos umas garrafas pra vocês, abraços!

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    3. Anselmo Mendo

      Sempre que posso cito as petúnias por esse motivo que você imaginou, Daniel 😀 Sobre o lúpulo, acho que não foi mesmo comentado no episódio, mas pelo que eu entendi ele é fervido e vai pro tanque (você pode ver todas as fotos do processo no post adicional de hoje http://beercast.com.br/leia-o-rotulo/cerveja-caseira-com-kits-australia-beercast-196/). E concordo, é o jeito bolo Dona Benta da cerveja, só demora mais tempo pra ficar pronto. Mas em um lugar onde as cervejas são bem caras, talvez seja um modo prático de abastecer a geladeira. Gostaria de provar pra ver como fica. E vegemite, também fiquei louco pra provar. Abração.

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  8. Mauro de Souza Lima Prates Junior

    Fala galera… 
    As dicas do Elton são boas hein?! Além das músicas do Fela Kuti… curti… 
    Estou conferindo os links do post anterior enquanto ouvia o programa, e tem coisa legal ali… 
    Então, enquanto estive orçando os equipamentos aqui em BH, passei na loja Casa Olec, famosa aqui, e lá havia um sistema muito lindo… tem nome de Cigarra Elétrica… é como uma micro-fábrica, onde é tudo automatizado e você apenas entra com os insumos e seta os dados físico-químicos. Mas não deve ser parecido com o sistema do Elton… Ainda assim, além de não ser viavelmente econômico, achei “meio sem graça”, digamos. É como fazer bolo com massa pronta e falar que fez o bolo. Não há muito trabalho e perde um pouco o charme da coisa. Ou estou enganado? De qualquer forma, pra quem não se importa com isso e apenas quer produzir para baixar custo e melhorar a qualidade da cerva do dia-a-dia é ótimo.
    Curti a omelete que alguém fez durante o programa kkkk provavelmente na Austrália.
    Já pensaram, não sei como seria isso num podcast, de fazer um programa sobre Beersmith? 😉
    Até mais…

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    1. Anselmo Mendo

      E aí Mauro? Concordo com você, esse é o método bolo de caixinha, mas que tem suas vantagens e fins. Vai servir pra muita gente, principalmente aonde a cerveja é cara. E é verdade, rolou um omelete, ovo mexido, filé de canguru, fritando lá na cozinha do Elton 😀 Abração!

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  9. Guilherme Sória

    Muito legal conhecer esse novo tipo de brassagem caseira e ainda bem mais prática do que a “tradicional”. A primeira cerveja que eu fiz foi com extrato de malte, mas fazia a lupulagem fervendo 60 min igual brassagem com grãos. Acho que para fazer desse jeito que o Elton falou, adicionando os ingredientes só no início, tem que comprar o extrato de malte lupulado já.
    Confesso que ainda prefiro ter o trabalho por 6h seguidas com os grãos, porque parece que dá mais liberdade para você brincar com a cerveja e deixá-la com a sua cara.
    Mesmo assim, continuem sempre com esse “for dummies” porque sempre acrescenta algo para nós, meros mortais home brewers.
    Belo episódio! Abraços!

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  10. Dio Lacerda

    hahaa estava demorando… Tô na minha segunda brassagem, os ep. anteriores foram muito úteis! Parabéns a todos.

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