Cerveja Cantillon Gueuze – Beercast #140

Por | 13 de janeiro de 2016
Cerveja Cantillon Gueuze – Beercast #140

Cerveja Cantillon Gueuze – Beercast #140

Para o episódio de hoje, Anselmo Mendo trouxe a cerveja Cantillon Gueuze para degustar em nossa mesa.

Confira como foi esse bate-papo.

Cerveja Cantillon Gueuze

Cervejaria: Cantillon
Estilo: Lambic – Gueuze
Álcool (%): 5% ABV
Temperatura: 0-4 °C
Copo Ideal: Flauta

Confira a nota dos Beerquesteiros para a Cerveja do episódio:

Comentados durante o episódio:

BeerGifts

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Trilha Sonora

  • MANdolinMAN – Old tunes, dusted down
  • MANdolinMAN – plays Agua de beber
  • David Bowie – Sound And Vision David Bowie
  • David Bowie – Space Oddity David Bowie
  • David Bowie – Heroes David Bowie
  • David Bowie – The Man who Sold The World David Bowie
  • David Bowie – Boys Keep Swinging David Bowie
  • David Bowie – Oh ! You Pretty Thing David Bowie
  • David Bowie – Changes David Bowie
  • David Bowie – Under Pressure (with Queen) David Bowie
  • David Bowie – Ashes To Ashes David Bowie
  • David Bowie – Life on Mars David Bowie
  • David Bowie – Fashion David Bowie
  • David Bowie – Ziggy Stardust David Bowie

Acompanhe e entre em contato com o Beercast:

Clique no play no inicio da página e escute nosso episódio. (49:37 de duração)
Avalie abaixo quantas tampinhas esta cerveja merece.

21 comentários para “Cerveja Cantillon Gueuze – Beercast #140

  1. Fabrizio Guzzon

    Fala Galera!
    Ótimo programa!
    Creio que só provei a Cantillon no curso de Sommelier… então nem dá para lembrar direito.

    Mas estas cervejas ácidas estão ganhando mais espaço no mercado hoje e tenho gostado muito do que tenho encontrado… Gueuze, lambic, sour, gose, berliner weisse… são vários estilos que estão usando a acidez como principal característica, e acho muito legal essa diversificação dos sabores e percepções.

    Principalmente para brincar com harmonizações… quando mais opções de sabores de cerveja, mais harmonizações temos para criar.

    Abç
    Guzzon

    Responder
      1. Fabrizio Guzzon

        Anselmo,
        Ainda não provei, mas vou dar uma procurada para ver como fica.
        Deve ser uma opção bem legal para quebrar um pouco a acidez.

        Abç
        Guzzon

        Responder
  2. Flavio Yokooji

    Muito bom esse episódio. Já comentei sobre a adição do lúpulo no comentário do Luquita.
    Como assim o Anselmo levou só uma garrafa? Po, Anselmo… enchia a mala! Rs

    Responder
      1. Flavio Yokooji

        Haja medo de ultrapassar o peso permitido da mala também! Rs. Na minha última viagem, embrulhei as garras de cerveja e vinho em frauda descartável. Caso estourar, a frauda absorve o liquido.

        Responder
  3. Luis Henrique Camargo

    Assino em baixo os comentários anteriores.
    Sobre a zoeira, hoje foi um episodio mais focado na técnica, e acho que isto desviou um pouco do humor. Alem de que não havia o Gustavo para pegarem no pé…kkk

    Incrível a experiencia do Anselmo, e parabéns pela ilustração “Fantástica Fabrica de Lambics Cantillon”.

    Quanto à avaliação do Rica…
    Eu enfim criei coragem e fiz minha primeira brassagem de cerveja. Mas comecei a beber quando iniciei a moer o malte. Resultado: na fervura já estava confundindo as coisas, esqueci de controlar o OG (ficou um pouco elevado) e depois não consegui fechar direito a tampa do fermentador.

    OK, está acabando a maturação e experimentei a cerveja.
    Não contaminou, só que estava com dificuldades em descrever a cerveja, mas a descrição do Rica da cerveja do episodio descreve perfeitamente minha cerveja… ou seja: fiz uma Lambic! E sem blendagem

    Um abraço

    Responder
    1. Anselmo Mendo

      Valeu Luis! Pra esse programa preparei uma pauta gigante, não sobrou muito tempo pra improvisar.
      Sobre sua cerveja, ontem estávamos gravando uma entrevista para um novo episódio e uma das coisas que falamos sobre produção caseira: “é mais fácil ajustar o nome do estilo depois de feita a cerveja do que esperar que a receita saia dentro do estilo :D”

      Responder
      1. Luis Henrique Camargo

        Concordo,
        Eu coloquei menos água que deveria (já estava bêbado na hora da fervura).
        So que em vez de considerar que coloquei pouca água, eu prefiro dizer que aumentei significantemente malte e lúpulo, em menos litragem.

        Tecnicamente, como era uma receita de APA, posso classifica-la de Imperial APA. Kkkkk
        Para caso de concurso, solicitei ao BJCP a oficialização do estilo BPA… Batatais Pale Ale

        Responder
  4. Daniel Córdova

    Fala pessoal!

    Mais um excelente programa e fiquei com água na boca aqui imaginando as sensações dessa cerveja. Maldito GPS!

    Tomei uma Gueuze Bio da Cantillon lá no Delirium e era sensacional. Tomei toda sozinho e pediria mais se não tivessem tantas outras opções no cardápio.

    Curti a trilha também, homenagem pro saudoso Bowie. Uma pena ter voltado pro seu planeta.

    Eu também vivo confundindo Liefmans com Lindemans. Aliás, a Pecheresse da Lindemans é sensacional, fica a sugestão para um programa.

    Não vou corrigir a pronúncia de ninguém hoje, até porque não consegui encontrar a palavra que o Anselmo falou hahaha

    Começo a achar que o Checha e o Gustavo são personalidades distintas da mesma pessoa (até porque não conheço e nunca vi foto do Checha). Um esquizofrênico que, enquanto Gustavo, tem certas preferências em cerveja e enquanto Checha curte os negócios extremos e ácidos. Brincadeira, pessoa. Muito legal a participação do Checha no episódio!

    Abraço!

    Responder
    1. Anselmo Mendo

      Daniel, também preciso ouvir de novo a palavra que falei. Aquela foi a terceira gravação da noite, não lembro de quase nada :D. E você matou a charada Checha/Gustavo!

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  5. Luquita

    Fala pessoal, eita que programa lindo e que me deixou morrendo de vontade de ir pra bélgica e trabalhar na Cantillon só pra poder beber todo dia uma Lambic bem fresquinha ou envelhecida!

    Na boa, eu tomaria 1, 2, 3, 4… garrafinhas ou garrafas grandes fácil, sempre fui fã de sabores azedos e tanto é que eu chupo limão puro rs.

    Sou apaixonado pelo estilo e sub estilo, pra mim se tudo estragasse tão bem deixaria tudo guardado até chegar nesse ponto rs.

    Muito legal a descrição detalhada aqui e no post que o Anselmo fez, seguiu os passos do Daniel que explica tudo em detalhes.

    Uma questão a ser debatida, para mim o ácido e o azedo são diferentes sensações na língua. O ácido é algo que faz vc salivar mais, pinica, da aquela sensação igual ao comer abacaxi. Enquanto o azedo é o de “chupar” a boca, contorcer a língua, enfim é morder com gosto o limão!

    Bom é isso ai, demorou para finalmente o programa ter cervejas deste naipe mas agora tivemos uma boa sequencia.

    P.S. Interessante o Rica não gostar e dar 4,5… parece umas notas do Untappd que vejo por ai rs.

    Abraços

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    1. Daniel Córdova

      A nota do Rica ficou tipo aquele meme da época do “Ajuda Luciano” no FB: Achei péssimo, nota 9 hehehe

      Eu também tenho sensações diferentes que classificaria como ácido e azedo separadamente, mas por outro lado, será que não é só a intensidade da acidez (diferença de pH) que não faz as sensações na nossa boca mudarem? Fica a dúvida.

      Obrigado pela citação e pelo elogio indireto 🙂

      Responder
      1. Luquita

        Opa Daniel sabe que já sou fã e espero por um livro né!

        A discussão é boa, precisamos desenvolver lá… O festival vem ai!

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    2. Anselmo Mendo

      Valeu Luquita!
      Você já tinha falado uma vez sobre sua opinião quanto ao ácido x azedo. Concordo com você. Mas o problema é que quase tudo que é azedo também é ácido e vice-versa. Acho que é preciso mesmo chupar limão pra treinar o paladar.

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  6. Luiz Felipe Maia

    interessante o processo de produção, embora eu não seja nenhum mestre cervejeiro, nunca tinha visto a adição de lúpulo na mostura. Vim até ler o post do Ancelmo para ver se não era uma garrafa.
    Acho que a cadelinha Julie não deve estar ali de bobeira. Além dela fazer o controle de pragas, depois das 18h ela deve dar um mergulho no fermentador para inocular as leveduras.

    A propósito, essa semana dei uma revisitada em uns programas antigos, a melhora na qualidade dos episódios é gritante. Parabéns! Mas me deu saudade daquele beercast moleque, de raiz, onde a cerveja ia para porta de geladeira, éramos agraciados por uma joke bier e tirávamos nossas dúvidas com o monge.

    Saudações.

    Responder
    1. Luquita

      Verdade, eu já reparei que algumas das coisas simples mas bem humoradas sumiram mesmo tendo espaço ainda no programa.

      Sobre a adição do lúpulo procure por First Wort Hopping ou Lupulagem de Primeiro Mosto, é uma técnica que está ganhando força agora, talvez a cervejaria possa ter adaptado o uso ou já o faziam e ngm se ligou nisso rs.

      Mas a funcionalidade e praticidade da técnica ainda é bem questionada.

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      1. Flavio Yokooji

        Pelo que entendi, não se trata de FWH. O que o Anselmo chamou de “cozimento”, pela descrição, imagino que se tratava da fervura porque ele comentou que a ideia desse processo era aumentar o OG.

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        1. Anselmo Mendo

          Isso mesmo Flavio. No material que li, eles se referem a esta etapa como “cocção” que achei melhor traduzir como “cozimento” e não “fervura”. Agora preciso ouvir novamente o programa pra ver se me expressei direito. No texto do blog está correto.

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