Catharina Sour no BJCP – Beercast #273

By | 15 de agosto de 2018

Catharina Sour no BJCP – Beercast #273
Para o episódio de hoje, o Beercast voltou as origens do Skype para falar do nosso estilo: Catharina Sour.

Confira como foi o bate-papo.

Comentados durante o episódio:

BeerGifts

Trilha Sonora

  • Mustasch – Givin
  • Mustasch – Winners
  • Mustasch – Libertà
  • Mustasch – Barrage
  • Mustasch – Lawbreaker
  • Mustasch – Fire
  • Mustasch – Silent Killer
  • Mustasch – The Answer
  • Mustasch – Grave Digger
  • Mustasch – Burn

Acompanhe e entre em contato com o Beercast:

Clique no play no inicio da página e escute nosso episódio. (46:20 de duração)

8 thoughts on “Catharina Sour no BJCP – Beercast #273

  1. Leandro Siman

    Senhores,

    Hj comprei e tomei a Catharina Sour Cupuaçu da Usina Schornstein e realmente não fica espuma, mas é deliciosa.

    Abração a todos

    Reply
  2. André Frank

    Fala pessoal!

    Mais um belo episódio. O som até que ficou bom. Não sei com que microfones gravaram, mas uma vez ouvi (se não me engano no radiofobia) que se não tem microfone razoável, ao invés de usar um mequetrefe é melhor usar o do iphone (aquele embutido no fio do fone de ouvido – handsfree).

    Sobre a discussão, tenho visto alguns adotando mas tenho visto bastante berliner com fruta por aí. Não atentei ao ABV, mas talvez seja só birra…

    Agora acho também que o pessoal de Santa Catarina que tomou a frente e batizou Catharina Sour também deveria parar de inventar lorota. Dizer que é homenagem para a avó Catharina é história para boi dormir. Esse cara tinha no mínimo duas avós, e os demais mais duas cada. Se a avó Catharina não mexeu o mosto poderiam ter homenageado a vovó Clotilde e teríamos a Clotilde Sour.

    Acho que se assumissem a nomenclatura dizendo que foi porque o movimento iniciou e fortaleceu em Santa Catharina, assim como as NE IPA em New England, talvez a resistência fosse menor.

    Enfim, abraços e parabéns ao Córdova por mais uma medalha e vamos colocar essas Catharinas no mercado pois queremos provar as com e as sem medalhas!

    Reply
  3. Fabrizio Guzzon

    Salve galera

    Olha ai a gente inovando no Beercast, fazendo programas pelo Skype e ouvindo o áudio até que ficou muito bom! Apesar que os podcasts que trabalham muito com gravação via Skype normalmente os participantes tem equipamento melhores…. no nosso caso acho que improvisamos muito bem…

    E é neste programa que o Beercast se colocou oficialmente como defensor da Catharina Sour! E se for ver, tem um monte de cervejarias de São Paulo que já estão colocando esta birra de lado e abrindo as portas para este estilo. O Bazzo da Bamberg mesmo soltou uma nota falando que está com a cervejaria aberta para fazer uma colaborativa neste estilo, muito provavelmente por que ele só faz os estilos alemães clássicos… rsrsrs.

    Por sinal aproveitamos o programa para descer a lenha numa galera…. ‘beer influncers’, cervejarias, cervejeiros…. kkkkk…. mas podcast raiz é isso.

    Abç
    Guzzon

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    1. Anselmo Mendo

      Também gostei do áudio, Guzzon. Vamos tentar mais vezes. E é isso aí #teamcatharinasour! Eu acho que cabe ao pessoal de Santa Catarina, mais que qualquer outro lugar, pegar firme na marca e insistir no nome do estilo. Se for ver, não é fácil achar a Berliner Weisse, na Alemanha, fora de Berlim, apesar de já ter ganhado o mundo.

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  4. Cecoto

    Finalmente, desde que foi incluída no BJCP os primeiros em que pensei para divulgação foram vocês, parabéns pelo programa.

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  5. Daniel Córdova

    Muito legal ter gravado esse programa.

    Só gostaria de acrescentar algumas coisas:

    – O BJCP não define o que é estilo ou não. Eles refletem e validam o que já existe pra fins de julgamento. Isso significa que eles reconhecem que catharina sour e todas as outras dezenas de cervejas no guia são de fato estilos.

    – Os argumentos que diferenciam catharina de alguma outra coisa são: no BJCP mais álcool que uma berliner e o fato das berliners não admitirem fruta; no BA admitem fruta mas as CS tem mais álcool.

    Enfim, diversos estilos possuem uma zona em comum entre si. Se pegar APA e IPA, a OG das APA pode chegar até 1,060, amargor em 50 IBU e 6,2% ABV enquanto que as IPAs começam em 1,056, 40 IBU e 5,5% ABV. O que diferencia uma APA forte de uma IPA fraca? Provavelmente só um dry-hop mais intenso nas IPAs.

    Mas é isso, estamos no guia e agora não precisamos mais ficar tentando encaixar aonde não dava.

    Abraço!

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