Beercast com Ouvintes 01 – Beercast #212

Por | 31 de maio de 2017
Beercast com Ouvintes 01 – Beercast #212

Beercast com Ouvintes 01 – Beercast #212

Para o episódio de hoje, Marcelo Moretti e Charles Alves vieram tomar umas e falar algumas bobagens!!!

Confira como foi esse bate-papo.

Cerveja Wäls Belgian Witte

Cervejaria: Cervejaria Wäls
Estilo: WitBier
Álcool (%): 5,0% ABV
Temperatura: 0-4 °C
Copo Ideal: Tumbler

Confira a nota dos Beerquesteiros para a Cerveja do episódio:

Comentados durante o episódio:

BeerGifts

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Trilha Sonora

  • Simple Minds – Don’t You (Forget About Me)
  • Simple Minds – A live and kicking
  • Simple Minds – This Is Your Land
  • Garbage – I Think I’m Paranoid (Official Video)
  • Garbage – Only Happy When It Rains 1995 Video
  • Garbage – Push It (HD)
  • Garbage – Stupid Girl [lyrics]
  • Garbage – Milk
  • Garbage – Vow
  • Garbage – Drive you home

Acompanhe e entre em contato com o Beercast:

Clique no play no inicio da página e escute nosso episódio. (48:37 de duração)
Avalie abaixo quantas tampinhas esta cerveja merece.

22 comentários para “Beercast com Ouvintes 01 – Beercast #212

  1. Pingback: Cervejas da Costa Rica com Marcelo Moretti – Beercast #233 – Beercast Brasil

  2. André Novgorodcev

    Oi pessoal, timha tempo que não escrevia por falta de tempo.

    Mas hj não resisti. Voces do beerfast andam muito muquiranas! Quando estão sozinhos bebem artesanais, belgas raras… Quando vão pagar pro convidado conpram a linha B da Wals na promoção! Kkkkk
    Eu já peguei uma petroleum baqueada dessas antes da AMBEV comprar. Foi muito decepcionante. Foi comentado que a Wals perdeu a criatividade e tal. Acho que perdeu um pouco, mas não tanto assim. Cito as premiações que eles e corado ganharam no ano passado (https://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&rct=j&url=http://www.homemcerveja.com.br/wals-e-colorado-sao-eleitas-as-melhores-do-mundo-no-world-beer-awards/&ved=0ahUKEwiOz9KCgp_UAhXEMSYKHUxNCRAQFggqMAI&usg=AFQjCNGXON9JEZ1OGuhNz50c5IrrfKV8pA&sig2=h-87I3J88SBb6jG0xdpm-g) e principalmente o Wals madlab (http://wals.com.br/madlab). O madlab é um clube de cervejas da Wals onde todo mês eles te mandam uma breja inédita criada por eles. É um grande laboratório cervejeiro.

    A lagunitas é muito boa. Tomara que elas venham para o Brasil e não sejam estragadas.

    Gostaria de aproveitar que temos alguem que entende de fazer cerveja com extrato de malte pra tirar uma dúvida. Comprei ovomaltine suisso e vi que ele leva 50% de malte de cevada. Dá pra fazer uma porter com ele? Com certeza sairia com menos adjuntos que uma skol da vida. Kkkkk

    P.S. Tb tenho medo de tantas aquisições, mas isso já foi bem explicado pelos colegas nos comentários.

    Responder
    1. Ricardo Shimoishi

      Que bom que vc voltou, André !!!

      kkkkkkk…. Mas é uma cerveja de linha “B” bem boa! 🙂

      Legal essa do clube da Wäls! Mas eu acho que não tomei nenhuma cerveja que achei REALMENTE boa da Wäls depois da AMBEV. Nem mesmo a Alambique County” uma cerveja bastante cara e q fizeram em parceria com a Goose achei tudo isso. Mas eu torço sinceramente para sair preciosidades desse laboratório aí.
      O engraçado da Lagunitas é que eles tiveram uma pequena treta com a Cannabis tempos atrás (não deu tempo de comentar no episódio) e quem comprou a empresa? Justamente uma empresa holandesa… kkkkk

      Sobre seu ovomaltine, eu tenho dúvidas: Vai sabe q tipo de aditivos foram colocados nele até ficar palatável… haha

      Não desapareça!

      Abraços!

      Responder
  3. Bruno Bento

    Olá, pessoal.

    Já ouço vocês a bastante tempo mas não sou de comentar. Hoje, devido a uma certa dorzinha de cotovelo pela participação de outros ouvintes, decidi participar mais.

    Com relação às compras da ambev e afins, entendo que a maior prova de que o foco na qualidade diminui são as adições de quimicos nas cervejas da wäls. Eu entendo que isso seja uma escolha de mercado, mas não é o perfil de escolha de uma cervejaria que preza pela qualidade. No entanto, em conversa com um camarada que banca uma de ser um grande conhecedor sobre cervejas a mais de 20 anos, apesar de não ser sommelier (ele diz se considerar um “zitolibador”), ele disse que a wäls já não tem a mesma qualidade dos tempos áureos bem antes da venda. Como não consumo as cervejas da wäls a tanto tempo assim, não saberia confirmar.

    Eu sempre pensei o seguinte: Não se preocupe com quem a anbev compra. Faça cerveja em casa porque na panela do cervejeiro ninguém manda. Mas como vi aqui nos comentários que a anbev está começando a conprar distribuidores de malte, eu vejo umas possibilidade de um futuro meio obscuro. O jeito e ter esperança de que o impacto seja positivo, mas com a anbev monopolizando tudo…… sei não.

    Um abração aí galera!

    Responder
    1. Ricardo Shimoishi

      Fala Bruno!
      hahahaha… Ficou com dor de cotovelo, né? Mas, se por isso, vc escreveu pra gente, tá valendo. Sempre legal quando os “ouvintes silenciosos” vêm conversar com a gente.
      Bom, eu não sou zitólogo (nem nada parecido), mas aprecio (e bebo) bastante as cervejas. Sinceramente, eu não sinto nada de tão diferente assim nas cervejas que a Wäls já produzia. Exemplo: As Petroleums e as Tripels. Mas acho que boa parte dos lançamentos novos bastante sem graça. É claro que a adição de química me incomoda. Eu não gosto. Mas não sei dizer se isso interfere tanto assim na qualidade da bebida (exceto que a gente bebe mais química).
      Cerveja na panelinha quando bem feita é excelente: Quem provou as cervejas do Rodrigo Reis, do Flavio Yokooji ou do Cadu Zamoner sabe do que estou falando. Mas essas tb nem sempre estão disponíveis, né? Diferente de passar no empório e comprar umas colorados…
      As Grandes Corporações estão de olho no mercado (principalmente no mercado DELES PRÓPRIOS). Então acho natural que queiram comprar tudo que possa fomentar o mercado das Artesanais de verdade pra evitar o crescimento desse mercado “paralelo” que pode interferir no mercado deles. Mas como diz o Daniel Córdova, é uma batalha de Gigantes contra Anões.
      Se os gigantes quiserem esmagar os pequenos, podem. É só uma questão de como o mercado vai encarar isso.
      Mas talvez estejam fazendo isso. Mas com uma cortina de fumaça gigante (eu disse gigante?) atrás de si.

      hehehehe…
      Papo pra horas de bar.

      Muito obrigado por escrever!

      Abração!!

      Responder
  4. Daniel Córdova

    Fala, pessoal!
    Muito legal o bate-papo com os convidados de hoje. Ainda não comi esse bolinho de bacalhau no mercado público. Geralmente acabo indo pro pastel de camarão, mas a próxima vez vou lembrar do bolinho.

    Sobre a aquisição de cervejarias pequenas pelas gigantes do mercado, na época da aquisição da Colorado e da Wäls eu pensava também que pro consumidor seria bom, o preço ia baixar, etc. Em parte isso aconteceu, pois hoje há bares que antes só vendiam Brahma e que hoje já encontramos Colorado. Mas o preço não mudou muita coisa não e a Wäls praticamente sumiu da minha rotina.

    Andei lendo alguns textos recentemente e mudei minha opinião sobre o assunto. Creio que é péssimo pro mercado de microcervejarias no longo prazo. O que acontece é que as antigas marcas tidas como “premium”, como a Bohemia aqui no Brasil, antes eram as mais valiosas do portfólio da Ambev e tinham sua marca bastante valorizada, pois eram as mais caras na gôndola.
    De repente surgem cervejas 2, 3, 4x mais caras e o pessoal começa a comprá-las. Isso faz com que o valor da marca Bohemia caia muito e eles percam muito dinheiro na bolsa, pois agora você vê ela na gôndola e ela já não parece mais tão premium assim, certo?
    Então o que a Ambev/Heineken/etc. fazem? Compram cervejarias mais valorizadas e começam a aproximar uma da outra. Aproximam Wäls de Bohemia e, ao mesmo tempo, criam rótulos “artesanais” de Bohemia, Brahma Extra, etc, pra voltar a valorizar essas marcas e inseri-las nesse novo mercado de artesanais.
    Soma-se isso às grandes promoções no PdA da vida e as pequenas cervejarias, ou operam no prejuízo pra também vender barato, ou tem o volume de vendas diminuído, ambos acarretando em perda de faturamento, pois o preço dos insumos só fica mais e mais caro. Quem tem pouca gordura pra queimar acaba fechando ou sendo engolido pelas gigantes.
    Sem contar que as gigantes também acabam cada vez mais controlando a distribuição dos insumos, das cervejas na gôndolas dos mercados, etc.
    No longo prazo, poderemos ter muito menos marcas do que temos hoje e isso, pro consumidor final, também é nocivo, pois diminui o poder de escolha.
    ah! E eles estão de olho nos caseiros também! Já compraram a maior loja de venda de insumos para cervejeiros caseiros nos EUA.

    Enfim, é um papo que vai longe e prefiro parar por aqui se não já vira um post gigante hehe
    Abraço!

    Responder
    1. Ricardo Shimoishi

      Fala Daniel.

      Muito pertinente a informação da desvalorização da marcas.
      É… Na verdade é isso: As grandes corporações pensam em lucro. A parte da paixão servirá de vitrine. Mas na real, o que conta mesmo é o lucro que o negócio gera.
      Como muitos argumentaram a Distribuição dos produtos vai melhorar. Mas se vai perdurar já é outra história.
      Eu quero muito que as pequenas cervejarias se sobressaiam no mercado. Mas a cada vez q uma Marca relevante de Cerveja Artesanal é adquirida por uma Gigante, a Gigante aumentou esse tanto na participação do mercado de cerveja. E pior: com o tempo pode acabar fazendo essa marca desaparecer do mercado, dependendo dos próprios interesses.
      Daniel tem que vir a Sampa pra gente conversar mais sobre isso. E outras coisas…. hahaha…
      Abração!!

      Responder
      1. Daniel Córdova

        Fala Rica!
        Segundo semestre estou planejando passar um fim de semana pro aí. #vamosmarcar hahaha

        Responder
        1. Ricardo Shimoishi

          hahaha…
          Se não for igual ao #vamosmarcar do Azaghal tá ótimo.
          Quando vc já tiver uma data definida (e, claro: puder marcar um chope), manda pra gente tentar conciliar agendas.

          Abração!!

          Responder
    2. Anselmo Mendo

      E aí Daniel? Boa linha de raciocínio. Mas acho que a AMBEV não perde diretamente dinheiro na bolsa porque uma marca X (por exemplo, a Bohemia) ficou desvalorizada. O principal será sempre o volume total de vendas e o dinheiro que eles distribuem para os acionistas. Marcas específicas podem estar ligadas a isso ou não. Eu ainda acho que as antigas “Premium” não se misturam no mercado com nenhuma “artesanal” porque o volume destas ainda é muito pequeno. Acredito que existam dois mercados e que eles se distinguem claramente na cabeça de quase todos os consumidores, mesmo que inconscientemente. O que me parece que a AMBEV e a HEINEKEN querem é entrar no mercado das não “pilsen/larger” através das artesanais. O único perigo que vejo nisso é se criarem dificuldades para a concorrência monopolizando a distribuição e, principalmente, a venda de insumos. Artesanais não concorrem em preço com os produtos AMBEV, é outro segmento, com um valor agregado bem maior. Acredito que a AMBEV pode comprar quem quiser que não vai influenciar negativamente o mercado. O que acho uma contradição no discursos de muitas microcervejarias é pregar o livre mercado entre seus pares e criticar as gigantes justamente por causa do livre mercado. O que eles deveriam continuar fazendo é produzir produtos de maior valor agregado, no limite de preço que o consumidor aceita pagar, distribuir e investir no mercado local. Exatamente como as americanas fazem há décadas. Quanto as marcas, concordo com você, acho que daqui alguns anos teremos talvez menos que agora. Já dá pra perceber uma saturação no mercado de artesanais, pouco espaço nas prateleiras e até nas lojas virtuais. É inevitável que só os mais competentes de estabeleçam. Se a AMBEV não conseguir impedir que qualquer um compre insumos de qualidade, sempre teremos cerveja boa pra beber.

      Responder
      1. Daniel Córdova

        Fala Anselmo.
        Então, a parte da perda de valor da marca funciona mais ou menos assim: A fábrica X vale 10 milhões. Ela possui um prédio e equipamentos que valem no máximo 3 milhões, os outros 7 são, resumidamente, o valor da marca. Se a tal marca antes era a mais valiosa na gôndola, de repente acaba ficando pra escanteio, aquele valor tende a diminuir, desvalorizando a empresa como um todo.
        Claro, isso no Brasil ainda é irrisório, porque o mercado das microcervejarias é 1 ou 2% só. Mas lá nos EUA eles estão na casa dos 10% e isso já tá incomodando bastante os peixes grandes. Então a tática que eles estão usando lá é a mesma que acontece aqui. No caso do Brasil é mais um “ataque preventivo”.

        A questão do livre mercado é complicado de analisar. São gigantes contra anões. Acho que pelo menos poderíamos ter mais incentivos ao pequeno produtor na questão tributária. Todos aguardando ano que vem pra ver se o Simples vai dar uma força nisso.

        Valeu!

        Responder
        1. Anselmo Mendo

          Sim, blz, mas a questão de valor de marca de produto (não marca da empresa, nesse caso) é subjetiva, não está relacionada necessariamente a um número absoluto. E quando está, vem atrelado a dados mensuráveis, como faturamento. A Bohemia não perde valor quando a Tupiniquim está ao lado dela na prateleira, mas sim quando a Heineken consegue posicionar e criar valor pra sua marca no mercado. Aí a Bohemia perde valor porque perde venda no mesmo segmento. Mas pra mim a questão principal está em “valor agregado”. As artesanais vendem outro tipo de produto pra outro segmento e provavelmente nunca terão uma fatia grande no guardachuvão “Cervejas”. Se fosse diferente, a Heineken e a AMBEV já poderiam ter acabado com todas as cervejarias pequenas da Bélgica e da Holanda, por exemplo. Não aconteceu e parece que nunca vai acontecer, mesmo eles fazendo muitas aquisições por lá.

          Responder
  5. Charles Alves

    Muito legal bater esse papo com vocês! Aproveitando, gostaria de pedir desculpas para o cerveja na mesa pela confusão com o livro, eu achei que tinha direito mas era outra promoção!

    Cheers!

    Responder
  6. Fabrizio Guzzon

    Salve galera,

    Muito bacana o programa, e com um tema que da pano para manga.
    Acho que a aquisição de cervejarias pequenas pelas grandes eh algo esperado pela dinâmica de mercado. E neste ponto temos uma via de duas mãos.
    Por um lado temos aumento de disponibilidade, redução de custo por conta do aumento de produção e menor custo dos insumos por conta de força de negociação etc. Estes pontos são vantajosos para o mercado.
    Por outro lado uma grande empresa não trabalha com paixão e sim com resultados, mesmo que existam pessoas apaixonadas trabalhando dentro dela. E isso pode gerar sim o corte de portfólio, inclusão de conservantes e afins.
    Mas da mesma maneira que uma micro eh adquirida por uma grande, este espaço passa a ser ocupado por outra micro, eh uma dinâmica de mercado.
    E para fechar ainda temos o caso da Baden/eisenbahn que mesmo depois de adquiridas continuaram com lançamentos, concurso de mestre cervejeiro, uso de lúpulo nacional etc.
    Podemos ver que nem sempre este trade off eh uma regra.

    Abç
    Guzzon

    Responder
    1. Ricardo Shimoishi

      Fala Guzzon.

      Eu concordo com vc.
      Mas disso tudo espero que o saldo seja positivo. Grandes corporações adquirindo empresas menores mas que a ideia da Cerveja Artesanal seja propagada e que mais gente pense em beber, fazer e divulgar as boas cervejas.
      Eu tinha ouvido falar que a operação da Eisenbahn era deficitária. E que a Heineken não pretendia continuar oferecendo as cervejas da marca por muito mais tempo…
      Será?
      Ver para crer…

      Abraços!!

      Responder
      1. Fabrizio Guzzon

        Rica,
        Com a entrada da Brasil Kirin muita coisa na operação da Eisenbahn foi revista e corrigiram esta problema, mas isso foi uns 3 anos atrás quando eu ainda estava lá.
        Pelo que tenho falado com o pessoal, a Eisenbahn continua sendo tratada como uma das marcas mais importantes para o mercado de especiais que eles tem, mas com a compra pela Heineken tenho quase certeza que algumas coisas serão alteradas no modelo de negócio… mas ser descontinuado acho mais dificil…

        Abç
        Guzzon

        Responder
        1. Ricardo Shimoishi

          Fala Guzzon.

          Tomara que vc tenha razão. Seria ruim ter uma Cervejaria de referência como a Eisenbahn extinta. Ela é importante porque oferece cerveja de qualidade a preços que gostaríamos de ver em outras cervejas, além de fazer excelentes cervejas.
          Faz tempo q eu não vejo a Rauch deles, que acho realmente excepcional.

          Abração!!

          Responder
  7. Talyta

    Fala pessoal, ótimo episódio como sempre, mas confesso que estou com uma “birra” da Wals, comprei uma quadruppel semana passada, quando abri a rolha nem fez barulho, já fiquei com medo. Na hora que coloquei no copo, uma cerveja super suja, e sem carbonatação nenhuma, estava intragável. E o atendimento da Wals não é dos melhores, enviei todos os dados da garrafa que pediram, mas acabei falando sozinha, porque ninguém mais me responde. Então provavelmente vou demorar muito pra comprar alguma outra Wals.

    E sobre a Heineken tomar o mercado, eles já dominaram toda a Brasil-Kirin né, nessa leva incluiu todas as cervejarias menores que a kirin tinha comprado, então acho que a tendência é cada vez mais aumentar a briga entre eles e a Ambev de quem compra mais cervejarias primeiro. Bom pra distribuição, ruim se cair a qualidade como aconteceu com a Wals.

    Abraços!

    Responder
    1. Ricardo Shimoishi

      Boa Tarde Talyta!

      Que legal q vc escreveu!
      E achei engraçado vc falar que tem “birra” da Wäls. “Birra” é cerveja em italiano… kkkkkk
      Mas tb já aconteceu comigo o problema da falta de carbonatação nas cervejas da Wäls. No meu caso, foi com a Saison Caipira. E houve diversos casos com a Petroleum deles. Pensando bem, acho q peguei uma Petroleum assim tb.
      E, se não me engano, os problemas já aconteciam antes da AMBEV. E diziam que o problema era a rolha sintética.
      Com vc foi recente? Pensei q tinham deixado de ter esse tipo de problema.
      E atendimento ruim é algo que nos deixa muito irritado mesmo. Eu mesmo me sinto desrespeitado.

      Tb acho q a briga entre a Heineken e a AMBEV vai aumentar.
      Eu acho uma pena. O meu desejo era que a quantidade de cervejarias artesanais que aumentasse…

      Abração!

      Responder
      1. Talyta

        Pois é Rica, comigo foi recente, lote novo, faz umas 2 semanas e a rolha não era sintética. Bom, me responderam do atendimento e diiiiizem que vão enviar outra cerveja, quero só ver hahahaha
        Abraços!

        Responder

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